Como funciona a metodologia SCRUM?

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O scrum é uma ferramenta que permite controlar de forma eficaz e eficiente o trabalho, potencializando as equipes que trabalham em prol de um objetivo em comum.

Esta metodologia é essencial para muitas empresas atualmente, porque não apenas facilita a definição de objetivos, como também ajuda a cumprir os prazos estabelecidos.

No scrum se trabalha com o chamado product backlog, um registro que contém as áreas do produto que devem ser desenvolvidas. Do product backlog é criado o release backlog, que é a junção dos requisitos do product backlog que vão ser trabalhados, de acordo com a prioridade de cada um. O release backlog é um ponto para a criação do sprint backlog, que representa o espaço de tempo em que uma tarefa (chamada de user story) vai ser concluída.

O tamanho de cada sprint é adequado à empresa em questão e aos seus projetos. A sprint pode demorar entre uma a quatro semanas. O processo de scrum costuma ser controlado em um quadro, onde é possível ver as tarefas que estão em desenvolvimento, as que foram trabalhadas, mas que ainda precisam ser verificadas ou testadas, e as que são consideradas concluídas.

Alguns dos elementos que fazem parte do processo do Scrum são:

  • Product owner: é o dono do produto ou projeto que vai ser trabalhado, sendo responsável pela direção a seguir, definindo quais requisitos vão fazer parte do product backlog e quais devem ser abordados pela equipe. Representa os usuários ou clientes do produto em questão;
  • Scrum Master: é o elemento que faz a ligação entre o product owner e a equipe. Tem a responsabilidade de organizar reuniões, fazer o acompanhamento do trabalho e se certificar que cada integrante da equipe tem as ferramentas necessárias para cumprir a sua função da melhor maneira possível.
  • Team (equipe): É a equipe que trabalha para o desenvolvimento do projeto ou produto.

Outro conceito relevante nesta área é o daily scrum, ou scrum diário, que consiste em uma reunião organizada pelo Scrum Master. Todos os elementos estão em pé, para que a reunião seja de curta duração (máximo 15 minutos). Esta reunião é uma forma de comprovar que cada elemento está cumprindo o seu papel.

Outra reunião importante no âmbito do scrum é a de planejamento da próxima sprint, onde é definido quanto tempo vai durar cada tarefa. O standard para a medição do tempo de cada tarefa pode ser atribuição de pontos ou tamanhos de camiseta (XL, L, M, S, XS), sendo que uma tarefa que demora mais tem mais pontos. Desta forma, é possível somar os pontos no fim da sprint e averiguar a velocidade de trabalho da equipe.

A monitorização do progresso de cada sprint é feita através da burndown chart (tabela burndown), uma das características que torna o scrum tão popular.

Consiste em uma tabela que permite controlar se um projeto está se desenvolvendo da forma programada. Ela apresenta uma medição diária da quantidade de trabalho que ainda não foi feito em cada sprint ou release. Esta tabela também permite fazer uma estimativa do tempo em que a sprint vai ser concluída. Assim, é possível saber se o projeto está progredindo de acordo com o tempo estimado ou se vai sofrer algum atraso. Essa informação pode ser usada pela equipe para fazer alguns ajustes no seu trabalho, impedindo que o atraso se verifique realmente.

A origem do termo scrum vem do esporte rúgbi, onde scrum define a aglomeração dos jogadores, muitas vezes vista como “formação ordenada”. No scrum, 8 jogadores de cada time estão frente a frente e têm que fazer um esforço para recuperar a bola que se encontra no meio do “aglomerado”.

O time PMBASIS é formado por profissionais altamente qualificados e com certificação Professional Scrum Master.  Para mais informações entre em contato conosco.

*Fonte: Weeke

 

Dicas e observações sobre conduta em GP

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Em um artigo publicado pela ComputerWeekly, escrito por Tony Collins (clique aqui para ler o original em Inglês), que fala sobre o pesadelo dos gerentes de projeto – os projetos que falham, Collins postulou 20 ‘dicas’ práticas, baseadas na observação do dia-a-dia. Confira as dicas a seguir:

  • Projetos com orçamentos e cronogramas realistas não são aprovados;
  • Quanto mais desesperada é a situação, mais otimistas são os relatórios de progresso;
  • Um usuário é alguém que rejeita o sistema porque é exatamente aquilo pelo que ele pediu;
  • A diferença entre o sucesso e o fracasso de um projeto é uma boa compania de Relações Públicas;
  • Nada é impossível para a pessoa que não tem de fazê-lo;
  • Todo projeto falho e ultra-ambicioso tem por base uma série de pequenos projetos bem sucedidos tentando escapulir;
  • Um ‘congelamento’ na mudança derrete sempre que pressão é aplicada;
  • Você entendeu o que eu disse, não o que eu quais dizer;
  • Se você não sabe para onde está indo, apenas fale sobre especificações técnicas;
  • Se a princípio você não tiver sucesso, mude o nome do projeto;
  • Todo mundo quer um gerente de projeto mais forte – até que eles consigam um;
  • Somente idiotas confessam aquilo que sabem realmente (obrigado Presidente Nixon)
  • O prior gerente de projetos é aquele que dorme a noite;
  • Um projeto falido sempre tem benefícios listados no tempo futuro;
  • Projetos não falham na conclusão, falham na concepção;
  • Visões normalmente são curáveis;
  • Projetos ultra-ambiciosos não podem falhar nunca se tiverem inicio, meio, e nenhum fim;
  • No Governo, nunca punimos o erro, só sua divulgação;
  • O caminho mais difícil é, a longo prazo, o mais fácil;
  • Um realista é alguém que está, no momento presente, desapontado com o futuro;

*Fonte: Papo GP

Curiosidades: Gerenciamento de Projetos na história

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O gerenciamento de projetos enquanto conhecimento não é algo novo. Existe desde a Antiguidade. A construção das pirâmides do Egito (aproximadamente 2500 anos a.C.) onde o faraó exercia o papel de gerente de projetos ? por assim dizer ? é um bom exemplo.

Planejando e executando a construção, utilizando-se da matemática e de arquitetos de modo a garantir a qualidade, e empregando a mão-de-obra, os faraós demonstravam conhecer muito bem os princípios envolvidos para se atingir o resultado de um esforço temporário. Interessantemente, até hoje muito se admira e se discute como as pirâmides foram, afinal, construídas.

Avançando em nossa linha do tempo, podemos encontrar também outras obras monumentais resultantes de um projeto, como as que marcaram o século XIX.

A Torre Eiffel, cuja construção durou algo em torno de dois anos, ou ainda a Estátua da Liberdade, um projeto ousado, em que a estátua chegou aos Estados Unidos desmontada, vindo da França de navio e somente então foi montada no local onde hoje se encontra.

Frederick Winslow Taylor (1856-1915), o assim chamado pai da administração científica, demonstrou que o trabalho pode ser analisado e aperfeiçoado a partir do foco em pequenas partes para o todo.

Henry Laurence Gantt (1861-1919), considerado o pai do gerenciamento de projetos, estudou de forma detalhada a ordem das operações no trabalho. Seus gráficos com barras de tarefas e marcos são uma representação da sequencia e duração de todas as tarefas envolvidas em um projeto. Estes gráficos (também chamados de gráfico de Gantt, gráfico de barras, cronograma) estão comumente presentes nos softwares de gerenciamento de projetos. Ambos legaram enormes contribuições e foram mesmo precursores de ferramentas e técnicas, como a WBS , PERT e CPM.

No pós guerra

Mas seria mesmo por volta da Segunda Guerra Mundial que o gerenciamento de projetos começaria a se tornar como hoje o conhecemos, ou seja, como uma disciplina. A construção da bomba atômica foi resultado do Projeto Manhattan, que envolveu mais de 100 mil pessoas – um projeto de pesquisa e desenvolvimento distribuído em treze locais diferentes e que em três anos apenas traria ao mundo um resultado que deixaria assustados até mesmo os envolvidos.

Já em 1969, durante a Guerra Fria, consequência da Segunda Guerra Mundial, os EUA disputando a Corrida Espacial com a então URSS colocam o primeiro homem no solo da lua, resultado do Projeto Apollo. Coincidência ou não, foi neste mesmo ano de 1969 que um grupo de profissionais de gerenciamento de projetos se reuniria para discutir as melhores práticas de sua profissão e então acabariam por fundar o Project Management Institute – PMI®, a mais influente organização mundial em gerenciamento de projetos da atualidade.

Desse modo, tanto a disciplina quanto o título de gerente de projeto surgiram apenas no século XX.

BERNARDO, André. A História do Gerenciamento de Projetos. Responsabilidade do autor do vídeo. YouTube, 2013. Duração: 5min52seg. Disponível em:<https://www.youtube.com/watch?v=le0GTYjlvl4>. Acesso em: novembro de 2017.

Fonte: Webinsider

 

IBM revela 5 previsões sobre a vida em 2022

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As 5 previsões da IBM para 2022

De acordo com a empresa, em apenas cinco anos presenciaremos avanços importantes nos campos da inteligência artificial, Internet das Coisas e medicina. Os benefícios nestas áreas vão desde a saúde e o meio ambiente até a nossa compreensão da Terra e do Universo.

1. Com inteligência artificial, nossas palavras serão uma janela para a nossa saúde mental

Segundo a IBM, em 2022 usaremos Machine Learning e processamento de linguagem natural para prever e monitorar doenças mentais. Sistemas de AI identificarão sinais reveladores de transtornos mentais a partir da análise do discurso do paciente ou mesmo observando palavras escritas.

Dispositivos móveis terão a capacidade de “ouvir” os padrões de fala e, em seguida, analisá-los com um algoritmo de análise de texto para, então, identificar quaisquer problemas. Em 2022, tudo o que dizemos e escrevemos será usado como indicador de nossa saúde mental e bem-estar físico.

Em 2022, usaremos inteligência artificial para prever e monitorar doenças mentais.

A tecnologia ajudará médicos a identificar tratar doenças como depressão, esquizofrenia, Parkinson e Alzheimer ou condições como autismo e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDHA).

2. Hiperimagem e inteligência artificial nos darão visão de super-herói

Em apenas cinco anos, seremos capazes de enxergar amplamente, além do domínio da luz visível. Segundo a IBM, poderemos ver microondas, ondas milimétricas e imagens infravermelhas. E tudo isso através de dispositivos pequenos o suficiente em nossos bolsos.

Equipamentos portáteis e acessíveis, que combinam tecnologia de hiperimagem e inteligência artificial, nos ajudarão a ver informações valiosas ou perigos em potencial que, de outro modo, jamais seriam conhecidos. A visão de “super-herói” seria parte de nossas experiências diárias.

IBM vision

Em 2022, seremos capazes de enxergar amplamente, além do domínio da luz visível (Crédito; Shutterstock)

Os cientistas da IBM estão construindo uma plataforma de hiperimagem compacta que “vê” em diferentes porções do espectro eletromagnético. Incorporada em nossos smartphones, a tecnologia nos forneceria uma supervisão e nos autorizaria a explorar uma infinidade de itens.

A supervisão nos permitiria, por exemplo, avaliar o valor nutricional de alimentos, ou mesmo se estes alimentos são seguros para ser consumidos; detectar se determinado medicamento é verdadeiro ou fraudulento; e, ainda, conduzir veículos com segurança mesmo sob neblina ou chuva.

3. Os macroscópios nos ajudarão a entender a complexidade da Terra em detalhes infinitos

Em 2022, algoritmos e softwares de aprendizagem mecânica nos ajudarão a organizar a informação do mundo, para que possamos compreender a complexidade dos dados coletados por bilhões de dispositivos todos os dias. Estes sistemas são chamados pela IBM de macroscópios.

Estas ferramentas organizarão todos os dados do mundo – sejam coletados por microscópios ou telescópios. Os macroscópios revelarão novos conhecimentos sobre alguns dos problemas mais fundamentais que enfrentamos, como a disponibilidade de alimentos, água e energia.

IBM macroscópio

Em 2022, os macroscópios nos permitirão analisar tudo sob novas perspectivas (Crédito: Shutterstock)

A tecnologia do macroscópio transformará muitas indústrias. Ao agregar, organizar e analisar dados sobre o clima, as condições do solo, os recursos hídricos e sua relação com as práticas de irrigação, por exemplo, uma nova geração de agricultores terá insights para melhorar a colheita.

Estas ferramentas poderão também analisar dados coletados por telescópios para prever as colisões de asteroides. Astrofísicos conhecerão ainda mais o espaço. Ao reunir todos os dados complexos da Terra juntos, os macroscópios nos permitirão analisar tudo sob novas perspectivas.

4. ‘Labs on a chip’ servirão como detetives de saúde para rastrear doenças em nanoescala

Na maioria dos casos médicos, quanto mais cedo uma doença é diagnosticada, mais provável é que ela seja curada ou bem controlada. Contudo, doenças como câncer ou Parkinson são muitas vezes difíceis de detectar, pois se escondem em nossos corpos antes que os sintomas apareçam.

IBM chip

Em 2022, poderemos rastrear doenças em nanoescala (Crédito: Shutterstock)

De acordo com a empresa IBM, a tecnologia Lab-on-a-chip teria fundamental importância no processo de detecção de doenças, sendo capaz de rastrear pistas invisíveis em nossos fluidos corporais para nos informar se há ou não necessidade de consultarmos um profissional da área médica.

Os chips enviarão informações de forma segura para a nuvem, sendo então analisados por sistemas de AI. Doenças que normalmente só poderiam ser detectadas em laboratórios de grande escala serão agora identificadas com a tecnologia Lab-on-a-chip. Em resumo: um laboratório completo de bioquímica na palma da mão.

5. Sensores inteligentes detectarão poluição ambiental à “velocidade da luz”

Em 2022, seremos capazes de detectar poluição ambiental quase que instantaneamente. Sensores inteligentes incorporados no solo ou equipados com drones poderão identificar poluentes em tempo real, sem precisar transferir as amostras de volta para um laboratório.

IBM poluição

Em 2022, poderemos detectar poluição ambiental quase que instantaneamente (Crédito: Shutterstock)

Estas novos dispositivos serão instalados próximos a poços de extração de gás natural, em torno de instalações de armazenamento e no interior de tubulações. Ao identificar qualquer perigo, alertarão as autoridades responsáveis, diminuindo o risco de eventos catastróficos.

Com os sensores, seremos capazes de detectar vazamentos químicos em tempo real; analisar e extrair dados de sensores para obter novos conhecimentos sobre a disseminação de poluentes; combinar dados para detectar novos poluentes; e identificar doenças respiratórias.

Prevendo o futuro

Embora ninguém tenha a capacidade de prever o futuro, as tecnologias referidas já estão bem desenvolvidas por equipes de pesquisa no mundo inteiro, o que leva a IBM a acreditar que concretizar todos estes avanços não é uma questão de se, mas de quando. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

 

Fonte:

  • https://futuroexponencial.com/previsoes-ibm-2022/

10 Mandamentos do Gerenciamento de Projetos

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O gerenciamento de projetos é um assunto que está em voga, e artigos sobre o tema circulam por todas as mídias.

A ComputerWorld não foge à regra, e publicou na sua seção Management um interessante artigo propondo os 10 mandamentos do gerenciamento de projetos.

Segundo o artigo, estes mandamentos vão levar sua organização à terra prometida da cultura baseada em projetos. No entanto não devemos fazer uma afirmação tão ampla, mas podemos afirmar com certeza que esses mandamentos irão provocar algumas reflexões interessantes.

Por ser produto da ComputerWorld e ter como autor James M. Kerr, cuja carreira foi na gestão de TI, o texto tem forte inclinação para os aspectos que afetam a área de tecnologia nas organizações. Mas mesmo que não seja o seu caso, certamente você pode adaptar grande parte das propostas à sua realidade.

Aparentemente, o artigo “The Ten Commandments of Project Management” ainda não foi traduzido pela ComputerWorld brasileira. Mas abaixo você encontra uma tradução parcial publicada pelo portal efetividade, com algumas adaptações e flexões para melhor adaptar o texto à realidade brasileira.

Os 10 mandamentos do gerenciamento de projetos

I – Estreitarás teus escopos. Nada é pior do que um projeto interminável. Ele pode sugar todos os recursos e esgotar até mesmo a equipe mais motivada. Para manter os projetos firmes e orientados, concentre seus maiores esforços em projetos menores, que tenham entregas (“deliverables“) alcançáveis e que possam cumprir seus prazos. A longo prazo, uma série de vitórias pequenas tem mais impacto sobre a organização do que uma gigantesca orquestra sinfônica que nunca chega a tocar.

II – Não tolerarás equipes inchadas. Uma boa maneira de começar com o pé direito é garantir que a equipe do projeto terá o tamanho certo. Equipes maiores são mais difíceis de motivar e administrar, e as personalidades podem ficar no meio do caminho, atrapalhando o trabalho. Não existe um tamanho ideal para a equipe, mas uma boa regra empírica é ter uma pessoa para cada papel e um papel para cada pessoa. Se alguns integrantes tiverem que desempenhar mais de um papel, tudo bem – se você for errar o dimensionamento, erre a favor de uma equipe menor.

III – Exigirás dedicação de todas as áreas envolvidas. Se a área de TI aceitar um prazo apertado, mas parte dos documentos de projeto precisar ser aprovado pelas demais áreas da organização, e elas não estiverem comprometidas da mesma forma, o projeto acaba virando uma gincana. Se as áreas de negócio aceitam um prazo apertado, mas dependem de um aplicativo a ser desenvolvido pela área de TI, que não está comprometida da mesma forma, o projeto também acaba virando uma gincana. O gerente de projeto deve se posicionar de forma a que todas as áreas diretamente envolvidas no sucesso do projeto estejam comprometidas, e disponíveis na medida da necessidade, desde o princípio.

IV – Estabelecerás um comitê para analisar o andamento. O comitê de acompanhamento, qualquer que seja seu título oficial, é o corpo diretivo do projeto. Ao mesmo tempo em que lida com questões relacionadas às políticas e estratégias da empresa, ele pode e deve remover as lombadas e obstáculos do caminho do projeto. Um arranjo típico envolve reuniões quinzenais das áreas de gerência intermediária envolvidas no projeto, para analisar seu andamento e verificar como se envolver das formas descritas acima.

V – Não consumirás tua equipe. O ‘burnout’, ou esgotamento físico e mental dos membros da equipe, causado pelo stress e esforço das atividades, não é incomum. Fique atento às necessidades das pessoas e evite este efeito que reduz a efetividade da equipe – não planeje de forma que o envolvimento das pessoas vá exigir sacrifícios incomuns e continuados. Em particular, evite o efeito do envolvimento serial: o popular efeito “sempre os mesmos” – pessoas que se destacam por resolver bem os problemas que recebem, e assim acabam sendo envolvidos em mais projetos do que seria racional, gerando stress para elas, e disputa de recursos para os projetos.

VI – Buscarás apoio externo quando necessário. Adotar consultores em gerenciamento de projetos é uma forma de prevenir o esgotamento. Além de aumentar as equipes, os especialistas externos muitas vezes podem trazer valiosas novas idéias, perspectivas e energias. É essencial trazer o profissional certo no momento certo: especialistas nos aspectos técnicos e de mercado não são a mesma coisa que especialistas em gerenciamento de projetos. Considere as características do projeto e da equipe antes de definir o tipo de apoio externo necessário.

VII – Darás poder às tuas equipes. Equipes de projeto que já estejam se esforçando para cumprir seus escopos e prazos não precisam ter preocupações adicionais com questões formais como o preenchimento de formulários de registro de atividades para seus departamentos, ou participação em reuniões periódicas de seu órgão de origem. Ao invés disso, eles devem ter o poder discricionário de dedicar-se às atividades essenciais e que agregam valor ao projeto, e a estrutura deve se esforçar para adaptar-se a estas condições. Mas é importante que os membros da equipe correspondam a esta confiança, saibam claramente o que se espera deles e de que forma devem usar sua iniciativa.

VIII – Usarás ferramentas de gerenciamento de projetos. Tarefas mundanas de gerenciamento de projetos podem ser automatizadas. Procure ferramentas que ofereçam acompanhamento do andamento, gerenciamento de tarefas, gerenciamento do fluxo de trabalho e análise de recursos, e que funcionam em uma plataforma de Intranet que promova o compartilhamento e a comunicação. Mas lembre-se de que usar tecnologias que acrescentem uma camada extra de complexidade a um projeto já desafiador por si pode não ser uma boa idéia.

IX – Reconhecerás o sucesso. Todos os participantes do projeto devem ser reconhecidos de forma positiva pelo esforço que praticaram. As recompensas não precisam ser extravagantes. É fundamental que a origem real do reconhecimento – seja a Presidência, a direção da filial regional, o principal patrocinador do projeto ou o seu gerente – fique clara para todos, e que se manifeste de forma tão individual e personalizada quanto possível.

X – Não tolerarás gambiarras. Políticas sólidas de gerenciamento de projetos devem eliminar antecipadamente a tentação de recorrer a alternativas rápidas e rasteiras, que só levam a erros, desperdício, retrabalho e frustração.

Estes são os mandamentos da gestão de projetos segundo James Kerr. A PMBASIS te mostra o caminho do sucesso em Projetos, venha conhecer nosso portfólio de projetos e descubra quais metodologias e práticas que transformarão o seu negócio.

*Fonte: Portal Efetividade

MG será a capital da inovação entre os dias 31/out e 04/nov

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A feira mais inovadora da América Latina acontecerá entre os dias 31 de outubro a 04 de novembro no EXPOMINAS – BH/MG.

O lugar certo para fazer conexões e desenvolver novas ideias

Após o grande sucesso de 2016, Minas Gerais se prepara para receber a segunda edição da FINIT! A Feira reúne, em um só lugar, grandes e consolidados eventos e um público bem diverso na capital mineira.

Grandes eventos em um só lugar

A FINIT 2017 comportará a segunda Campus Party Minas Gerais, repleta de atividades para os campuseiros mineiros; a Arena de Negócios, conectando grandes empresas e startups; a Arena Experience, promovendo atividades de divulgação científica; e a Arena Criativa, ambiente dedicado à criatividade e inovação.

Minas Gerais: o lugar certo para inovar

Minas Gerais já se firmou como um dos maiores polos de fomento à inovação e ao empreendedorismo do Brasil. Sua capital vai abrigar novamente a FINIT e tem grandes motivos para isso!

Confira como foi a FINIT 2016

Em novembro de 2016, Belo Horizonte recebeu a primeira edição da feira mais inovadora da América Latina. Um grande hub de negócios que reuniu diversos eventos em um só local, com o objetivo de incentivar a inovação, buscando a troca de informações, soluções e oportunidades

Para fazer sua inscrição acesse: www.finitmg.com.br/inscreva-se

*Fonte: www.finitmg.com.br

 

Como funciona o modelo de negócios do Rock In Rio

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O Rock In Rio pode é considerado um dos maiores eventos de música do mundo. Mas para que tudo ocorra perfeitamente o evento conta com muito planejamento, treinamento, gestão de processos, administração de conflitos e profissionais qualificados.

Segundo o CEO do grupo, Luis Justo, o grande desafio do RiR é entregar com excelência a “prolongação” de momentos de felicidade às pessoas. Engenheiro de formação, ele recorre a Freud para sustentar o argumento de que o Homem vive de momentos de felicidade e que a busca desses momentos é fruto de uma insatisfação que a humanidade vive. O Rock in Rio vem preencher essa lacuna e busca fazer isso com excelência no compartilhamento de felicidade. Para isso, Justo afirma que há muito treinamento dos quase 16 mil colaboradores que atuam na Cidade do Rock e a gestão de talentos é feita de forma criteriosa através de uma liderança compartilhada, porém, claramente estabelecida, ou seja, há uma hierarquia bem definida e integrada. Em todas as áreas ou bairros da Cidade do Rock há coordenadores que se reportam para outros líderes até chegar no board do grupo. A excelência é levada a sério conferindo ao RiR a ISO 20121, uma certificação internacional de sustentabilidade que somente o Comitê organizador das Olimpíadas de Londres tinha obtido até então.

Através do Canvas, Justo apresentou o modelo de negócios do Rock in Rio:

  • Proposta de valor: a experiência, a plataforma de comunicação e o conteúdo exclusivo.
  • Relacionamento com clientes é feito por: sites, redes sociais e na Cidade do Rock.
  • Canais utilizados: site, ticketeria, mídias próprias e parceiros, Cidade do Rock.
  • Segmentos de clientes: fãs de música, patrocinadores e empresas de mídia.
  • Atividades-chave: seleção artística, concepção de experiências e campanhas, gestão de projetos e infra-estrutura.
  • Recursos-chave: Bandas, Cidade do Rock.
  • Parcerias-chave: agentes das bandas, media partners, fornecedores de infra e serviços, governo.
  • Estrutura de custo: bandas, infraestrutura e serviços de produção.
  • Fontes de renda: ingressos, patrocínios e licenciamentos.
 
Imagem – Modelo de Negócio ROCK IN RIO, PMBASIS.
 
 
 

Artigo GP: Tomada de opinião especializada

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A tomada de opinião é importante para decisão na formação de um juízo especializado, podendo ter seus resultados potencializados quando se tem um processo estruturado. Segundo o PMI, o julgamento de especialistas em gerenciamento de projetos prevê restringir a lacuna da teoria-prática, veja a seguir:

1 – Enquadre o problema.
2 – Planeje o esclarecimento de dúvidas de especialistas.
3 – Selecione os especialistas apropriados.
4 – Faça um sumário aos especialistas para que eles possam contribuir efetivamente.
5 – Elimine suas opiniões / julgamentos.
6 – Analise e combine as informações para criar seu julgamento especializado.
7 – Documente e comunique os resultados.

Como você toma opiniões especializadas em suas demandas ?