Como melhorar o desempenho do Product Owner

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O papel do Product Owner (PO) em muitos casos, acaba sendo menosprezado em relação aos outros atores presentes em um projeto Scrum. Se isso acontecer na sua organização, é certo que o projeto não terá o sucesso esperado, por isso esse papel é tão importante quanto os demais e é preciso que o profissional esteja apto a desempenhá-lo.

Para aqueles que não conhecem, o Product Owner (Dono do produto) é o representante do cliente. É aquele que diz o que precisa ser feito e aquilo que é prioritário. É quem orienta toda a equipe ao longo do projeto de desenvolvimento de um novo produto no cenário do scrum.

Se os envolvidos não perceberam relevância do papel do PO o nosso artigo da semana apresenta 5 dicas que irão contribuir para o sucesso no desempenho do papel de Producr Owner.

  1. Confiança é a chave

o PO detém o conhecimento das regras de negócios das histórias do backlog (lista de tarefas que o time se propõe a fazer em um sprint). Porém, por não possuir experiência de desenvolvimento, pode ser que existam histórias no backlog com conhecimentos técnicos que sejam difíceis de entender. A dica aqui é contar com o apoio da equipe de desenvolvimento para explicar os detalhes técnicos de tais histórias, para que o PO possa priorizá-las corretamente.

E mais, se a equipe de desenvolvimento (a partir daqui irei chamar de “time”) sugerir mudanças que o PO pode não ter pensado, provavelmente elas trarão benefícios que podem acelerar o desenvolvimento, tornar o código mais confiável, aumentar a performance do produto. Ou seja, ouvir o feedback do seu time, pois ele pode ser um complemento valioso para o produto.

  1. O trabalho do PO é servir o time

O objetivo final do desenvolvimento é lançar um excelente produto em tempo. O PO deve tentar estar disponível e responder o quanto antes às dúvidas da equipe.

Se o time está trabalhando com Sprints de 2 semanas (10 dias de trabalho), imagine que se houver um impedimento que paralise o trabalho por 1 dia pode significar que 10% do tempo disponível para o trabalho foi jogado fora.

  1. Perspectivas de usuário são essenciais

É essencial para o PO entender as pessoas que irão usar o produto. Quanto melhor for o entendimento do usuário final, melhor poderá ser o direcionamento do produto, suas funcionalidades e regras de negócio. Nada é mais importante do que o tempo gasto entendendo o usuário final.

Embora pareça difícil, o objetivo é conseguir atingir o melhor equilíbrio entre o que você sabe que o produto precisa e o que é valor para os usuários.

  1. Às vezes o time falha

Mesmo que o time seja muito produtivo em uma Sprint e esta seja um sucesso, isso não significa necessariamente que a próxima também será. Os altos e baixos do processo de desenvolvimento são normais, imprevisíveis e podem ocorrer devido a diversos fatores internos e externos.

A verdade é que o sucesso ou falha da Sprint não é tão importante quanto à capacidade do time de entregar valor. Portanto, não há porque se desesperar se nem todas as histórias forem aprovadas ao final de uma Sprint.

Equipes Scrum estão sempre tentando melhorar a cada Sprint. O PO deve confiar no seu time e ter consciência que eventualmente as falhas podem ocorrer porque eles resolveram testar novas técnicas, ou definiram uma meta muito ambiciosa.

  1. PO é diferente de gerente de projeto

Essa dica é para que o PO não queira tentar abraçar o mundo todo com seus braços. Isso é impossível!

O PO não precisa e não deve se preocupar com o calendário do time, como eles alocam seus trabalhos, ou como planejam as Sprints. Seu trabalho é somente definir as prioridades e prover feedback as necessidades do time.

Somente os desenvolvedores entendem completamente os detalhes de seu trabalho. Se o PO tentar controlar aspectos do desenvolvimento além dos que foram aqui mencionados, então o projeto pode estar fadado a um alto nível frustração e infelicidade.

Deixar o time ser auto organizável e confiar em sua maneira de trabalhar irão poupar tempo e tornar mais fácil a vida e o trabalho de todos.

Fonte: Baseado no http://blog.myscrumhalf.com

Oportunidade de trabalho

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Processo Seletivo PMBASIS – VAGAS IT FEVEREIRO/2019

Vagas disponíveis:

ANALISTA DE TESTES – AT 1102S

Requisitos obrigatórios:

·         Formação superior em TI.

·         Conhecimento em automação de testes – Selenium ou similares;

·         Experiência na criação e execução de scripts de testes automatizados;

·         Conhecimentos em Teste de Unidade, Teste de Integração: integração descendentes (top-down) e ascendentes (bottom-up), Teste de Caixa Preta, Teste de Caixa Branca, Teste de Regressão e Teste de Carga.

Requisitos Desejáveis:

·         Java;

·         Inglês técnico (leitura e escrita);

·         Certificação CTFL.

ADMINISTRADOR DE DADOS – AD 1102S

Atribuições e Responsabilidades:

·         Formação superior em TI.

·         Elaborar, propor e manter os modelos de dados;

·         Definir os níveis de integridade e segurança dos dados nos diversos níveis em que a informação solicitada progredir;

·         Elaborar e promover padrões de dados como dicionários, nomes, tipos e outros;

·         Garantir o bom desempenho no acesso e manuseio do banco pelos usuários.

Requisitos Obrigatórios:

·         Experiência como DBA Oracle OU SQL Server OU MySQL OU PostgreSQL;

·         Ferramentas de modelagem;

·         Análise de caso de uso, história de usuário etc;

·         Criação e manutenção de modelo de dados;

·         Elaboração e manutenção de dicionário de dados;

·         Elaboração de scripts para extração de dados (Views);

·         Criação e manutenção de Procedure, Function, Package;

·          Programação em PL/SQL;

·         Técnicas de banco de dados para manipulação de grande volume de dados (uso de índices, particionamento, paralelismo, etc);

·         Técnicas de otimização de consultas;

·         Geração de massa de dados;

·         Conhecimentos de gerenciamento de usuários, roles e objetos do BD (tabelas, índices, constraints, visões, triggers, sequences etc.).

·         Ferramentas de versionamento de código como GIT, SVN ou TFS;

·         Metodologias ágeis (SCRUM e Kanban)

 

ANALISTA DE REQUISITOS (Profissionais Pleno e Sênior) – AR 1102S

Requisitos obrigatórios:

·         Graduação completa em TI

·         Entendimento, análise e mapeamento de processos de negócio;

·         Técnicas de licitação, análise, especificação, documentação e validação das necessidades dos stakeholders;

·         Captura e modelagem de requisitos em uma linguagem formal de requisitos;

·         Definição de funcionalidades e regras para o desenvolvimento do software;

·         Gestão de Mudanças;

·         Gerenciamento de Requisitos;

·         Prototipação;

·         Documentação dos requisitos funcionais e não funcionais de acordo com metodologias ágeis e RUP;

·         Modelagem UML;

·         Ferramentas de versionamento de código como GIT, SVN ou TFS;

·         Metodologias ágeis (SCRUM e Kanban).

 

ANALISTA DE MÉTRICAS – AM 1102S

·         Graduação completa em TI

·         Certificação ativa obrigatória: CFPS

·         Experiência em contagens detalhadas utilizando CPM + SISP

·         Experiência em contagens estimadas utilizando a NESMA

·         Modelagem de dados

·         Contagem utilizando casos de uso, histórias de usuário, documento de visão, ou documentos de manutenção

·         Contagem de projetos e manutenções evolutivas, corretivas, adaptativas

 

Para cadastro de currículos clique aqui.

Dúvidas e informações talentos@pmbasis.com.br

Como gerenciar os riscos?

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Gerenciamento de riscos, ou gestão de riscos, é um processo sistemático de planejamento estratégico dentro das empresas, que tem como objetivo identificar, analisar e responder aos riscos aos quais ela está sujeita.

Seu propósito é minimizar ou mesmo eliminar a possibilidade de esses riscos terem um impacto negativo sobre a corporação e seus projetos.

O gerenciamento de riscos corporativos adota medidas e políticas buscando o equilíbrio entre a prevenção dos riscos e os custos para evitá-los. Ele depende da tomada de decisões por parte dos responsáveis, que é mais efetiva quando baseada em um bom sistema de controle.

O que são riscos nas empresas?

Riscos são acontecimentos, condições ou circunstâncias futuras que podem provocar impacto, normalmente negativo, em um projeto ou empreendimento, como prejuízos ou danos.

O conceito de risco leva em consideração tanto a probabilidade e a frequência com a qual ele poderá ocorrer como a gravidade de suas consequências.

Os tipos de riscos aos quais uma empresa está vulnerável dependem de sua atividade. Podemos citar como exemplos:

  • Perdas de estoque ou de fornecedores
  • Perda de receitas
  • Elevação de custos
  • Perda de funcionários importantes
  • Fraudes de colaboradores ou terceiros
  • Má gestão das contas
  • Dificuldades logísticas na distribuição
  • Falta de oferta de crédito
  • Multas e processos na Justiça
  • Perda de reputação da marca
  • Acidentes de trabalho
  • Acidentes ambientais

O que são riscos financeiros?

Todas as empresas estão sujeitas a riscos financeiros, que são aqueles que podem afetar a saúde de suas contas. Esses riscos podem ocorrer tanto por fatores internos como externos.

No caso dos fatores externos, podemos citar como exemplos as crises econômicas, a instabilidade nas taxas de câmbio e mudanças no mercado no qual a empresa atua ou nas políticas governamentais.

Já os fatores internos são derivados da própria atuação da companhia. Uma má gestão de caixa ou problemas na produção e na logística são exemplos de riscos que podem ter impacto direto nas contas e, consequentemente, no seu valor de mercado.

Controlar esse tipo de evento negativo é um dos objetivos dos processos de gerenciamento de risco de projetos.

Como é feito o gerenciamento de risco de projetos?

Existem várias metodologias que têm como objetivo gerenciar os riscos de um projeto. É possível, entretanto, identificar alguns pontos em comum entre elas.  Uma política de gestão de riscos adota normalmente os seguintes passos:

1 – Identificação dos riscos

Busca criar uma lista de todos os riscos que possam impactar o sucesso de um projeto ou o desempenho de uma atividade. É a etapa em que se busca identificar quais as possíveis fontes de risco.

O mapeamento é uma etapa crucial do processo de gestão de riscos e, deve mapear de forma detalhada todos os processos importantes para o bom desempenho da empresa, como a cadeia de suprimentos, o setor financeiro, os recursos humanos, as instalações e os processos de comercialização e venda ou prestação de serviço, que são a base da geração de receitas.

2 – Análise dos riscos

Nessa etapa, se avalia qual a probabilidade de que cada risco efetivamente ocorra e qual seria o seu grau de impacto. Essas informações são necessárias para criar parâmetros de classificação dos riscos.

3 – Priorização dos riscos

O objetivo dessa fase é criar um ranking, classificando os riscos de acordo com a análise feita na etapa anterior. Riscos com maior probabilidade de ocorrer e impactos mais graves devem ter prioridade na prevenção.

4 – Planejamento das respostas aos riscos

Define as ações a serem tomadas para eliminar a probabilidade de um risco ocorrer ou minimizar o seu impacto, definindo, para isso, os procedimentos e técnicas a serem adotadas para cada caso.

5 – Monitoramento e controle dos riscos

Acompanha as atividades das empresas e o andamento dos projetos visando aplicar as medidas que foram desenhadas para evitar os riscos já analisados e identificar novas ameaças, tomando ações corretivas sempre que necessárias.

Se você precisa de ajuda para gerenciar seus riscos, a PMBASIS conta com profissionais capacitados para identificar todos os possíveis impactos em seus projetos. Para mais informações entre em contato conosco comercial@pmbasis.com.br

Fonte: Dicionário Financeiro

Hábitos que você não percebe, mas podem estar lhe custando uma promoção

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Se você deseja subir na carreira de sua empresa, evite esses erros, pois eles podem custar a promoção que você esperava.

Você não tem iniciativa

A menos que você seja um funcionário de nível básico, provavelmente seu chefe e sua empresa o contrataram para garantir algum nível de independência em sua função. Em outras palavras, esperar que seu chefe micro gerencie e lhe diga cada passo seguinte pode custar-lhe uma promoção. “Como empregador, procuro funcionários que possam agregar valor à minha organização, economize tempo ou dinheiro e faça uma contribuição positiva para a empresa e seus clientes”, diz Jessica Hernandez, especialista em branding, especialista em carreira e presidente da Great Britain. Retoma rápido. “Se eu tiver que checar constantemente para ter certeza de que um funcionário está fazendo seu trabalho ou tomando o próximo curso lógico de ação, estou perdendo tempo e energia que eu poderia estar investindo em outro projeto que trará valor ou gerará receita.” E se seu chefe é um micro manager? Aqui estão nove sinais – e o que você pode fazer sobre isso.

Você não está motivada

Apenas aparecer para trabalhar não é nem metade da batalha – espera-se que você participe de todas as conversas relacionadas ao trabalho, principalmente em reuniões. Sentado lá, enquanto o resto da equipe conversa e discute negócios oficiais, mostra que você não é apaixonado pelo seu trabalho. “Se você quer essa promoção, demonstre consistentemente a paixão e o desempenho que fará com que os líderes seniores se posicionem e prestem atenção”, diz Don Rheem, autor de Thrive By Design e CEO da E3 Solutions.

Você mistura trabalho com prazer

Os romances de escritório acontecem – eis o que você precisa saber sobre como sair com um colega de trabalho. A maioria dos empregadores desestimula seus funcionários a desenvolver relacionamentos românticos porque, bem, pode ficar confuso, e provavelmente afetará seu lugar no escritório, bem como a dinâmica de toda a sua equipe. “Seu romance terá um impacto sobre promoções, projetos, construção de equipe e responsabilidades”, diz o treinador de carreira, Kim Jones. “O relacionamento pode tornar mais difícil para o seu departamento – e, dependendo da sua posição, a sua empresa para operar de forma eficaz.”

Aparecendo tarde ou saindo cedo

Mesmo que você tenha certeza de que seu chefe não se importa, outras pessoas tomam conhecimento da sua chegada atrasada e ida para casa cedo – especialmente se você estiver fazendo isso o tempo todo. “Chegar ao trabalho atrasado envia uma mensagem de que seu trabalho não é uma prioridade para você e que você não respeita o tempo de outras pessoas”, diz Jones. “Adquira o hábito de aparecer na hora certa e continuar a prática se quiser uma promoção e o respeito daqueles que trabalham com você.”

Reclamando

Ninguém gosta de estar perto de um “reclamante” – mesmo que concordem com as reclamações que saem da boca dessa pessoa. Claro, a vida profissional tem suas frustrações e há momentos em que o que você está fazendo no trabalho é menos do que ideal, mas reclamar não conserta nada, explica Jones. Na verdade, as reclamações constantes podem fazer com que seus colegas de trabalho vejam você como uma pessoa negativa e, por sua vez, levem a avaliações menos do que estelares ou mesmo a uma repreensão de seus superiores. “Aprenda a lidar com cada situação e pare de reclamar, ninguém vai querer você em sua equipe com toda a negatividade que vem de você”, diz ela. “Se você não gosta de algo conserte, mas evite reclamações.”

Não entender claramente as metas e os objetivos da sua organização

Reuniões de grandes empresas, especialmente aquelas programadas no início da madrugada, podem não ser as suas favoritas, mas se você for um membro valioso da organização, deve estar realmente interessado em ouvir sobre relatórios e metas anuais. “Mesmo em empresas menores, é muito importante ouvir o que seu líder está dizendo sobre seus planos de crescimento”, diz Rhian Sharp, presidente e CEO da Sharp Medical Recruiting e HR Consulting. “Se você quer ser promovido, faça anotações do que a sua empresa planeja fazer para os próximos um a cinco anos.” Dessa forma, ela explica, você pode descobrir quais conjuntos de habilidades você precisa melhorar para ajudar a empresa.

Você é um opositor

Se você é alguém que tem o hábito de apostar por que um plano, ideia ou estratégia que não funciona, quase como um método de defesa, é bem provável que você não consiga essa promoção. “É importante ter um equilíbrio ao oferecer feedback ou compartilhar críticas construtivas”, explica Hernandez. “Se você está constantemente negando ou discutindo com ideias criativas, soluções e estratégias de outras pessoas, isso pode sufocar o crescimento, o avanço e um ambiente aberto dentro da empresa.”

 Você frequentemente chuta pedidos e tarefas adicionais

Se você desativar imediatamente as solicitações de trabalho que não estão totalmente na descrição do seu cargo, ou que exigem que você entre cedo, não será um membro da equipe. “Se o seu empregador começa a ver um padrão em seu declínio para ajudar ou assumir projetos como atribuído, isso certamente pode custar-lhe uma promoção”, diz Hernandez. Ninguém deve esperar que você tenha que dizer sim a cada pedacinho de trabalho extra que vem à sua frente, mas você deve estar aberto para ajudar de vez em quando, mesmo quando você não precisa. Essa disposição para ajudar, enquanto comunicativo de tudo o que você tem no seu prato, é como você progride, acrescenta Hernandez.

Você tende a transferir a culpa ou a não aceitar a responsabilidade

Algumas pessoas têm o hábito de culpar automaticamente os outros ou de dar desculpas quando erram, explica Hernandez. Mas nada o torna menos promissor do que não aceitar a responsabilidade quando você comete um erro – ou transfere a culpa para outra pessoa ou circunstância. “Os empregadores querem funcionários que saibam como assumir responsabilidade quando cometem um erro – pessoas que oferecem uma solução para o problema, corrigem-no e avançam com um plano para evitar que o erro aconteça novamente”, diz ela. “Todos cometemos erros – é assim que aprendemos e crescemos -, mas é o que fazemos com relação ao erro e como avançamos, que pode ser o fator determinante entre conseguir uma promoção ou não.” Tente algumas dessas maneiras fáceis de conseguir seu chefe.

Você se veste muito pouco profissionalmente

Mesmo que o seu local de trabalho não tenha um código de vestimenta, você deve tentar seguir este conselho de sucesso. “Boa aparência é a chave”, diz Jones. “Mesmo que o seu local de trabalho seja casual, certifique-se de estar banhado e vestindo roupas limpas.” Lembre-se do ditado: vista-se para o emprego que você quer, não para o trabalho que você tem. É aqui que entra em jogo. “Se você quer subir, vista-se para o papel que você quer. Mude sua aparência.

*Fonte:  Readers Digest l Autor: Jenn Sinrich

6 hábitos que mudarão seus resultados em 2019

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O ano está começando, após as festividades e férias também chega o planejamento para 2019. Fahen Carvalho adotou alguns hábitos que a ajudaram a melhorar e aprimorar o seu trabalho e, consequentemente, sua vida pessoal. Para Fahen é necessário começar a planejar os nossos hábitos da vida pessoal com a vida profissional, já que o nosso corpo é um só, nossa mente é uma só e os resultados serão apenas um.

Por isso, nada melhor do que selecionar e listar quais atitudes podem ajudar você a gerar mais resultados em 2019. Não falo apenas de atitudes dentro do escritório, mas hábitos da vida, que indiretamente acabam influenciando a nossa rotina de trabalho.

É importante ressaltar que todos esses hábitos deram certo para Fahen. É claro que nem tudo vai dar certo para todo mundo, cada um tem o seu horário e a sua maneira de viver.

6 hábitos que ajudaram a dar um up nos resultados da Fahen Carvalho

#1 Descubra quais são as melhores fontes de informação

Ler é importante, mas ler as informações certas é ainda mais. Este ano, eu fui atrás dos melhores lugares para ter informações sobre os assuntos relevantes para o meu trabalho e para minha vida. O que eu preciso ler para aprimorar o meu trabalho e o que eu deveria ler para melhorar minha qualidade de vida? Não poderia mais perder tempo em sites que falassem mais do mesmo. Chega uma hora que você vai querer estar à frente de tudo e todos.

Portanto, comece a pesquisar e descubra quais são os sites que merecem a sua atenção. Digo sites, mas pode ser algum autor, blogueiro, empreendedor, qualquer fonte que irá agregar com a sua informação. Anote e acesse todos os dias, sério, todos os dias mesmo. Leia o melhor, vá na fonte mais verdadeira e oficial possível. Essa rotina é essencial para que você crie o hábito.

#2 A sua mente vai se cansar, desconecte-se

O cansaço mental é exaustivo. Faz com que você perca a memória (é real), fique confuso, não consiga se organizar sozinho. Você vai ter tanta informação na cabeça, que não vai mais se lembrar das reuniões, dos compromissos, do jantar que você marcou com os amigos ou qualquer coisa do tipo. Eu sofro muito com isso (triste realidade). Existem os dias de treva, minha cabeça vira um turbilhão, é muita coisa ao mesmo tempo que eu preciso pensar e executar. Isso fez com que eu começasse a meditar.

Antes de dormir ou ao acordar, tento esvaziar a minha cabeça de qualquer enxurrada de informações que queiram passar por ali. Me concentro em nada (parece impossível), penso em coisas boas, que me acalmem. Não é fácil, a gente está acostumado a pensar o tempo todo e pensar em nada, é pensar em algo, eu sei. A diferença é o estado que a sua mente vai estar nesse momento.

Meus hábitos sempre foram ligados ao celular: acordou? Pega o telefone. Vai dormir? Dá uma olhadinha no celular antes. Hoje tento me desligar dele alguns minutos antes de dormir e depois de acordar. Antes de dormir é essencial, sinto que minha cabeça não descansa quando fico conectada, então comecei a dosar para guardar minhas energias mentais para o momento do trabalho. No trabalho sim, eu vou estar conectada 100% do tempo.

#3 Você precisa dormir, não adianta fugir disso

A rotina às vezes nos faz ficar acordados até altas horas. Trabalho, leitura, planejamentos, projetos que nos tiram o sono. Acontece que o dia seguinte vai exigir de você a energia de quem teve uma noite de sono bem dormida, então é melhor que você realmente faça isso por si. Dormir não é privilégio, é uma necessidade do organismo. Quando eu estava na faculdade, dormi diversas noites por 3 horas, acordava de manhã e seguia para o estágio, levava numa boa.

Agora, trabalhando muito mais do que eu estava acostumada nos anos anteriores, a carga de responsabilidade e de tarefas para serem feitas simplesmente triplicaram. Eu não posso me dar o luxo de não dormir, pelo menos 6 horas e meia (que não é o ideal) por noite. Por mais que eu consiga acordar no horário quando durmo pouco, minha mente não irá trabalhar na mesma velocidade e eu não posso ter um rendimento menor. Esteja 100% entregue no trabalho, depois de uma bela noite de sono.

#4 O lazer é importante

Programar-se para ter momentos relaxantes é essencial. Eu trabalho praticamente todos os finais de semana, mas em todos eles eu separo momentos para fazer absolutamente nada. Nem que sejam 5 horas para eu escolher entre passear com a Jô (minha cachorrinha), dormir, assistir Netflix, não importa. Posso fazer qualquer coisa que não esteja relacionada ao trabalho. Isso faz com que a minha cabeça dê uma oxigenada sem pensar em trabalho e me ajude a ter novas ideias. Parece papo para “boi dormir”, mas ficar um tempo relaxada me ajuda a solucionar problemas que às vezes parecem não ter nenhuma saída. Faça seus planejamentos de trabalho, mas também de lazer.

#5 Transforme sua bolha em uma peneira

A gente vive dentro de uma bolha. Isso não é uma opção individual ou uma decisão consciente. Vivemos em rotinas esquematizadas, fazemos as mesmas coisas durante todas as semanas, mas já pensou no quanto poderíamos aprender se não vivêssemos em uma bolha? Tente transformar a sua bolha em uma peneira.

A ideia é basicamente viver dentro da sua rotina, fazendo suas coisas normalmente, mas enxergando o que acontece no mundo ao seu redor. As coisas acontecem, as transformações chegam, o público muda de comportamento, as tendências mudam e você nem vê. Está na hora de prestar atenção no que acontece enquanto estamos fechados em nosso mundinho. Viver com intensidade a nossa própria rotina é incrível, a gente se doa e entra de cabeça no que assume, mas não podemos de maneira alguma ignorar o que acontece ao nosso redor. Lembre-se que o Facebook coloca no seu feed o que você gostaria de ver, não acabe na ilusão de que todas as pessoas pensam como você na internet. Existem outras formas de pensar, outras músicas para ouvir, outros canais para assistir e você está preso na sua rotina.

Abra espaço para experimentações, pesquisas, vamos dar chance para o novo fazer parte das nossas vidas. Esse conselho fica válido principalmente para quem trabalha com comunicação, nós precisamos conhecer o que é novo também.

#6 A sua alimentação vai interferir nos seus resultados

Alimentação é um negócio muito pessoal, vai muito de acordo com a rotina, gosto, hábitos familiares; enfim, não é algo que muda da noite pro dia, eu sei. Esse ano eu mudei radicalmente minha alimentação, de apaixonada por churrascarias, me tornei vegana.

Veganos não consomem nada que contenha ingredientes ou substâncias de origem animal, ou seja: carne, ovos, leite, couro, etc. Isso fez com que minha visão e postura diante dos alimentos mudasse bastante.

Passei a ver a alimentação não só como uma refeição, mas algo que vai manter o meu corpo vivo. Minha disposição melhorou, meu corpo funciona melhor, minha energia mudou, me tornei uma pessoa com muito mais empatia pelos outros e pelos animais, enfim, tudo mudou para melhor.

Não sou nutricionista e não vim aqui dizer qual deve ser o seu cardápio da próxima semana, mas vim compartilhar que ao me tornar vegana, me tornei uma pessoa melhor no trabalho. Chego com mais disposição, volto do almoço com energia para enfrentar o período da tarde e não tenho mais aquela preguiça depois de me alimentar.

O que eu quero dizer com este tópico é que não adianta você trabalhar feito louco, comer um Mc Donald’s e voltar correndo para o escritório e entregar aquele relatório atrasado até às 14h. O seu organismo não vai estar no mesmo ritmo que a sua cabeça e ambos precisam andar de mãos dadas para realizar um bom trabalho.

Qual é a dica? Faça um acompanhamento nutricional, consulte seu médico, veja o que combina melhor para a sua rotina e seu gosto. É importante que o momento da refeição seja uma hora feliz, uma hora de relaxar e degustar aquele alimento. Não são aqueles 15 minutos que você engole uma coxinha e volta ao trabalho.

Ufa, acabou! Foram 6 hábitos que adquiri este ano e me ajudaram a melhorar minha postura e rotina de vida. Meu trabalho continua o mesmo, o que mudou foi a minha forma de lidar com minhas tarefas, meus horários e meu rendimento.

A gente precisa parar de ver o trabalho como aquele período que estamos dentro do escritório, sendo que tudo o que fazemos fora dele irá fazer diferença.

A maneira que você está estressado em casa, vai refletir na sua reunião amanhã de manhã. Entende? Todas as dicas são maneiras alternativas de melhorar a qualidade da sua rotina e transformar a sua postura no trabalho.

Autora: Fahen Carvalho

 

Barack Obama e Bill Gates recomendam que você leia estes livros

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Sempre é bom ter um livro por perto! Além de ser uma excelente forma de entretenimento, a leitura também é uma fonte inesgotável de conhecimento e um hábito comum de muitas pessoas de destaque em diversas áreas. É algo que deve ser cultivado por qualquer estudante; e, felizmente, não faltam livros interessantes para se ler. Mas isso também pode acabar tornando a escolha de leitura mais difícil.

Para dar algumas dicas, listamos abaixo algumas sugestões de leitura citadas por pessoas de sucesso inegável: o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o ex-CEO da Microsoft, Bill Gates. Muitos dos títulos indicados por eles estão disponíveis em português também. Mas os que não estão, além de serem obras interessantes, são também ótimas oportunidades para treinar a leitura e adquirir vocabulário em inglês! Confira:

Livros para ler nas férias, segundo Barack Obama e Bil Gates

O ex-presidente dos EUA compartilhou sua lista de leitura de férias por meio do Facebook, e ela é bem diversa, incluindo romances, memórias e títulos mais acadêmicos.

A Menina da Montanha, de Tara Westover

O título é um texto autobiográfico de Westover, uma moça do estado de Idaho nos EUA que pisou pela primeira vez numa escola aos 17 anos de idade, mas estudou até adquirir um Ph.D. pela Universidade de Cambridge. Trata-se, segundo Obama, de um “notável memorial de uma jovem criada em uma família sobrevivente de Idaho que luta por educação e, ao mesmo tempo, mostra um grande entendimento e amor pelo mundo que deixa para trás”. Já disponível em português.

Gates também recomenda a leitura das memórias de Westover, não apenas por seu conteúdo, mas pela qualidade do texto da autora. “Nunca achei que me identificaria com uma história sobre crescer numa casa sobrevivente mórmon, mas ela é uma escritora tão boa que me fez refletir sobre minha própria vida enquanto eu lia sobre sua infância extrema”, considerou.

Warlight, de Michael Ondaatje

Um livro novo do autor de O Paciente InglêsWarlight é, de acordo com Obama, “uma meditação sobre os efeitos duradouros da guerra sobre a família”. Por enquanto, ele só está disponível em inglês.

Uma Casa Para o Sr. Biswas, de V. S. Naipaul

Obama conta que resolveu reler esse romance por conta do falecimento de seu autor em 2018. A obra, vencedora do Prêmio Nobel de literatura em 2001, conta as peripécias do Sr. Biswas para realizar o sonho da casa própria, e segundo o ex-presidente dos EUA, fala sobre “crescer em Trinidad e o desafio da identidade pós-colonial”. Já existe, em português, até uma versão pocket desse livro.

An American Marriage: A Novel, de Tayari Jones

“Um comovente retrato dos efeitos de uma crença equivocada em um jovem casal afro-americano” é a maneira como Obama descreve essa obra. O casal do livro, Roy e Celestial, tem uma vida típica e tranquila, até que Roy é condenado a 12 anos de prisão por um crime que Celestial sabe que ele não cometeu.

Factfullness, de Hans Rosling

Rosling, nesse texto, mostra como temos pouco conhecimento da nossa realidade social, propõe uma explicação para isso acontecer e sugere que o mundo pode ser melhor do que imaginamos. “Um livro esperançoso sobre o potencial humano para progresso quando trabalhamos em cima de fatos e não sobre nossos preconceitos inerentes”, diz Obama.

Army of None, de Paul Scharre

O livro de Scharre tem como tema as armas autônomas, dispositivos capazes de buscar, identificar e atacar alvos por si próprios, aos quais ao menos trinta nações já têm acesso. Segundo Gates, o livro trata de “um tema imensamente complicado, mas Scharre oferece explicações claras e apresenta os pontos positivos e negativos da guerra feita por máquinas”.

Bad Blood, de John Carreyrou

Você se lembra de ouvir falar da empresa Theranos, que arrecadou bilhões de dólares e depois sumiu? Bad Blood conta a história da ascensão e queda da empresa, gerando um texto bem interessante. “A história é ainda mais louca do que eu esperava, e eu não consegui largar o livro depois de ter começado”, conta Gates.

21 lições para o Século 21, de Yuval Noah Harari

O autor de Sapiens e Homo Deus fala nesse livro sobre os desafios atuais da nossa sociedade, como crises ambientais, guerras nucleares e disrupções tecnológicas. Nas palavras do criador do Windows, “se 2018 te deixou sobrecarregado com o estado do mundo, 21 Lições oferece um ponto de vista útil para processar as notícias e pensar nos desafios que enfrentamos”. Já disponível em português.

The Headspace Guide To Mindfullness and Meditation, de Andi Puddicombe

A escolha mais curiosa da lista de Gates é esse livro sobre meditação e mindfullness, escrito por um professor de meditação que largou a faculdade para se tornar um monge budista. “Tenho certeza de que aos 25 anos eu teria dado risada desse livro, mas eu e Melinda [esposa de Gates] nos interessamos por meditação recentemente”, comentou o ex-CEO da Microsoft sobre sua escolha.

*Fonte: estudarfora.org.br

Como escolher os participantes de uma reunião produtiva

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Existe uma série de fatores que determinam a qualidade de uma reunião. Fatores que vão desde a preparação da equipe até a montagem da pauta. Entretanto, neste artigo apresentamos um aspecto importantíssimo para ter uma reunião produtiva: convidar as pessoas certas!

Convidar as pessoas sem levar em conta alguns critérios vai tornar sua reunião desfocada e pouco contributiva. Sabe aquelas reuniões em que 1 ou 2 pessoas falam e as outras pessoas presentes no local apenas escutam? É disso que eu estou falando.

Quem pode contribuir para uma reunião produtiva?

Vamos apresentar aspectos essenciais de qualquer participante de reunião. Sempre que você tiver dificuldades para definir quem chamar para discutir esse ou aquele assunto, pode usar esses aspectos como filtro, facilitando a sua tomada de decisão.

1º filtro: envolvimento do colaborador com o assunto da reunião

Imagine que você precisa convocar uma reunião produtiva para reformular o processo de vendas. Para fazer isso, você precisará de pessoas que conhecem muito bem o dia a dia e as rotinas dessa área.

Perceba que isso não significa, necessariamente, convidar as pessoas de acordo com a posição hierárquica delas. Você precisa convidar as pessoas que estão envolvidas no processo, projeto ou ação, pois elas conhecem detalhes e particularidades que muitas vezes nem mesmo os gestores do processo sabem.

2º filtro: capacidade/conhecimento técnico do participante

Se você aplicar o 1º filtro, já estará muito mais próximo de ter uma reunião produtiva. Porém, ainda é possível refinar mais essa lista, afim de obter o máximo de contribuição de todos.

Os processos geralmente exigem competências diferentes das pessoas. Em um mesmo processo, um colaborador pode entender tudo a respeito da 1ª fase de execução, mas não saber absolutamente nada da 2ª fase. Então, você precisa avaliar quais conhecimentos serão necessários nessa reunião e filtrar as pessoas acordo com suas competências.

Imagine, por exemplo, uma empresa que comercializa 2 produtos muito diferentes, com especificações muito distintas. Nessa empresa há duas equipes de vendedores, uma para cara linha de produto. Se você for promover uma reunião para falar sobre o processo de vendas, talvez seja interessante convocar todos os vendedores. Entretanto, se você for discutir um problema pontual de uma das linhas de produtos, convocar todos para uma reunião pode não ser uma boa ideia, pois nem todo mundo vai conseguir contribuir tecnicamente a respeito do problema.

3º filtro: maturidade necessária para tomar as decisões

Às vezes, as pessoas têm muita competência sobre determinados assuntos, mas não têm maturidade para tomar certas decisões. E isso pode acontecer por elas ainda não terem desenvolvido visão sistêmica dentro da organização; por não conhecerem muito bem os impactos do trabalho em outros departamentos; por não conhecerem a fundo o processo, entre outros motivos. Motivos, inclusive, que vão depender muito do assunto da reunião e do tipo de decisão que vai ser tomada.

Dependendo do que vai ser discutido na reunião, envolver uma pessoa em uma tomada de decisões para a qual ela não está preparada pode deixá-la mais confusa do que engajada no processo. Então, na dúvida, quando estamos chamando todo mundo para decidir qualquer coisa, provavelmente estamos errando.

4º filtro: impacto das decisões na rotina de trabalho das pessoas

Pode ser que o assunto da sua reunião seja algo completamente novo na empresa. Que você está discutindo a implantação de uma nova norma de gestão ou de um software para gestão da qualidade. Se for esse o caso, pode acontecer de o colaborador não se encaixar nos filtros anteriores.

De qualquer forma, inclusive para garantir o engajamento, é preciso entender que as decisões tomadas em certas reuniões vão impactar muitas pessoas dentro da organização. Então é importante que essas pessoas estejam presentes.

Em muitos casos, não é possível envolver todo mundo. Entretanto é possível, por exemplo, envolver um dos gestores do setor que será impactado e, depois, garantir que o repasse das informações seja feito.

5º filtro: Analise o contexto e o objetivo da sua reunião

Essas são só algumas indicações relevantes. Portanto, esses filtros não são, de forma alguma, uma verdade universal. Muito menos precisam obrigatoriamente ser aplicados todos ao mesmo tempo. Se uma pessoa não passar por algum, não significa que ela seja total e automaticamente desqualificada para a reunião.

Em alguns casos, inclusive, as pessoas convidam pessoas de outro setor ou até mesmo empresa para certas reuniões, afim de encontrar opiniões de alguém de fora. Isso pode ajudar, por exemplo, a identificar pontos cegos nos processos ou nos problemas enfrentados. Pode ser bastante útil.

Não há problema algum nesse tipo de prática, desde que você avalie que isso é importante para a ocasião. Seja pela capacidade técnica da pessoa ou pela experiência de mercado por exemplo. Cabe ressaltar que, se isso estiver acontecendo demais, pode ser interessante reavaliar se essas presenças são realmente necessárias.

6º filtro: Organize reuniões altamente produtivas

Apenas convidar as pessoas certas não garante que você terá reuniões produtivas. Você também precisa garantir que todas as pessoas que forem participar da reunião tenham as informações necessárias para entender e se preparar para o encontro.

Se todos não estiverem “na mesma página”, o nível de discussão vai cair e, provavelmente, as pessoas não conseguirão contribuir tanto quanto poderiam. Por isso, você precisa reunir todos os dados e informações e disponibilizá-las para as pessoas certas.

7º filtro: Não desperdice o seu tempo e os recursos da sua empresa

Acima de tudo, precisamos entender que as pessoas são o ativo mais valioso da empresa, sempre serão. Se você as parar para participarem de reuniões intermináveis e sem sentido, você estará impedindo sua empresa de prosperar. Então, é sua responsabilidade garantir que isso não aconteça!

Comece a refletir se suas reuniões tem a quantidade de pessoas que realmente deveriam ter. Se as pessoas que participam delas realmente deveriam estar lá. Tenho certeza de que se você alinhar isso, muitas coisas das quais as pessoas não têm tempo para fazer começarão a sair.

*Fonte: https://blogdaqualidade.com.br l  Autor: Davidson Ramos

Quais são os objetivos de um planejamento estratégico empresarial

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Planejar é estar preparado: é estabelecer objetivos, criar planos, e definir a orientação a ser seguida. Na atualidade, com a globalização, o avanço da tecnologia, e o nível de competição cada vez mais alto, o ambiente em que as organizações estão inseridas é muito propício a mudanças e a preparação correta pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso.

Sendo assim, todas as formas que puderem ser encontradas para manter-se preparado, com o objetivo de receber as mudanças da melhor maneira possível, com uma equipe de trabalho que realize suas atividades de forma coesa e não sinta com tanto impacto as transformações que acontecem a todo instante, é fundamental para ter uma empresa que resista a crises e demais desafios que venham a surgir em meio à sua trajetória.

Tendo isso em mente, hoje vou abordar os objetivos que fazem com que um planejamento estratégico empresarial seja tão importante de ser implementado nos mais diversos tipos de empresas, sejam elas pequenas, médias ou grandes.

O que é um planejamento estratégico empresarial?

O planejamento estratégico empresarial é uma poderosa ferramenta de gestão e se destaca bastante neste processo de preparação ao qual me referi no início do artigo. Isso porque trata-se de uma metodologia utilizada para estabelecer metas, levantar recursos, mobilizar ações e contribuir para uma tomada de decisão mais assertiva, visando o alcance de objetivos que sejam benéficos para a empresa, contribuindo, assim, para que esta seja bem-sucedida como almeja.

Dessa forma, é fundamental que empresas de todos os portes e segmentos se mobilizem e invistam tempo e energia para elaborar um plano que seja preciso e esteja totalmente de acordo com os objetivos que se pretende alcançar, em curto, médio e longo prazos.

Como elaborar um planejamento estratégico empresarial eficiente

Para que o planejamento estratégico da sua empresa seja realmente eficiente, é necessário que ela siga os seguintes passos e coloque em prática as atividades abaixo, já que é somente dessa maneira, que será possível alcançar os propósitos estabelecidos.

Ponderação sobre o cenário atual e os possíveis cenários futuros

O primeiro passo é analisar o cenário em que a empresa se encontra o onde ela deseja estar em determinado período do tempo. Tendo esta consciência, você, ao lado de sua equipe de gestores e colaboradores, poderá visualizar os possíveis cenários que irão se configurar no futuro, ou seja, no momento em que a organização alcançar os objetivos que almeja.

Este ponto é essencial também para analisar quais os possíveis desafios que podem surgir enquanto o planejamento está sendo executado. Assim, existe a chance de elaborar estratégias eficientes, que ajudem a empresa a superar cada um deles, sem se sentir abalada e sem fazer com que a equipe queira desistir no meio do caminho.

Definição de objetivos para todos os níveis hierárquicos da empresa

Aqui é o momento em que serão definidos os participantes deste processo, bem como o papel de cada para que os objetivos sejam alcançados conforme o planejado no início. É importante que todos tenham clareza do que se espera de cada um e do quanto vão precisar se esforçar para que as metas saiam do papel e ganhem vida.

Dessa maneira, haverá mais chances de envolvimento e engajamento por parte dos colaboradores, já que eles vão se sentir parte de algo maior que está sendo construído, não só em benefício da empresa, mas em benefício deles próprios.

Estabelecimento de planos de ação para atingir esses propósitos

Agora que os protagonistas deste processo foram definidos, é chegado o momento de determinar os planos de ação que deverão ser implementados, para que as metas e objetivos sejam alcançados conforme o planejamento avança.

Dependendo do tamanho do planejamento estratégico, deverão ser elaborados vários planos de ação, que serão de responsabilidade de equipes de trabalho distintas. Essas equipes vão precisar executar cada uma das atividades inerentes ao plano e ao planejamento como um todo, para que os propósitos deste sejam devidamente alcançados.

Programação das atividades do plano de ação

Outro ponto extremamente importante para que o planejamento seja altamente assertivo, é a elaboração de um cronograma que define os prazos para a entrega de cada uma das atividades relacionadas aos planos de ação.

Isso porque, todo planejamento que se preze necessita de início, meio e fim, para que assim, você e sua equipe tenham noção do quanto e de quanto tempo vão precisar trabalhar e se esforçar para entregar as atividades e finalizar tudo o que foi proposto com excelência.

Depois de definidos os prazos, se, ao longo da execução do planejamento, for observado que não é possível entregar determinada atividade no período estabelecido, é necessário que os líderes e responsáveis sejam devidamente notificados, para que os prazos sejam readequados.

Os objetivos do planejamento estratégico empresarial

Por meio do cumprimento de cada uma das atividades citadas acima, o planejamento estratégico empresarial objetiva fornecer à organização melhorias em diversos sentidos, como:

Capacidade de adaptar-se diante das mudanças no cenário interno e externo

Um dos grandes objetivos da elaboração de um planejamento estratégico empresarial é a possibilidade que ele oferece às empresas de se adaptarem às mudanças que ocorrem constantemente no mercado em que atua. Imagine o quão ruim é ser pego desprevenido e ser obrigado a elaborar estratégias para não se engolido pelas transformações às pressas.

Com certeza a sua empresa e nem os seus funcionários merecem passar por este contratempo não é mesmo?! Por isso se faz extremamente necessário investir tempo e energia para se antecipar e, quando as mudanças ou crises acontecerem, ter a possibilidade de passar por elas com um pouco mais de tranquilidade.

Orientação aos negócios da empresa

Quando nós voltamos para a construção de um planejamento estratégico, é porque nos importamos com os rumos que queremos que os nossos negócios tomem, conforme o tempo for passando. Por isso, entre tantos outros objetivos, este tipo de planejamento faz com que empresários e empreendedores mantenham-se sempre orientados aos negócios que já possuem e aos que ainda desejam construir por meio de sua ou de suas empresas.

Maximizar o potencial produtivo considerando os recursos disponíveis

Por meio deste tipo de planejamento é possibilitado a empresários, gestores, líderes e colaboradores aumentar, de forma considerável, o seu potencial produtivo. Isso acontece, pois, o planejamento dá a todos uma visão macro da empresa, sendo assim, conseguem visualizar os recursos que possuem, tanto financeiros, de capital humano, quanto de infraestrutura, para que assim aumentem sua produtividade de maneira geral.

Esta é uma das melhorias e dos objetivos que considero mais importantes entre que as que foram citadas até o momento, pois oferece a todos a possibilidade de trabalharem de maneira organizada, utilizando o máximo do potencial produtivo que existe na empresa. Com isso, é possível alcançar, cada vez mais, resultados extraordinários nos negócios.

Traçar planos de ação e os planos emergenciais

Como eu disse anteriormente, os planos de ação são fundamentais ao longo de todo este processo. Isso porque, ao serem concluídos, eles fazem com que todos estejam sempre mais próximos do objetivo final a ser alcançado.

Outro ponto importante é que ao serem elaborados, eles permitem que seja feita uma projeção para lidar com as possíveis adversidades que venham a surgir no meio do caminho. Assim, é possível construir planos de ação emergenciais para ligar com todos os desafios que aparecerem.

Levando em consideração esses aspectos, o planejamento estratégico empresarial é um instrumento poderoso para o gestor, e visa garantir que a organização perdure ao longo do tempo, desenvolvendo seu potencial lucrativo continuamente.

Fonte: https://www.ibccoaching.com.br

Porquê empresas perdem seus melhores funcionários

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Toda empresa quer manter seus melhores talentos pelo maior tempo possível, mas os funcionários de alto desempenho costumam ser um dos primeiros a sair. Isso é prejudicial para a organização e afeta também as pessoas de suas equipes. Se você deseja que seus melhores funcionários permaneçam, examine de perto os seis fatores a seguir que afetam sua decisão de sair.

Eles estão sobrecarregados.

Estar sobrecarregado é a principal razão pela qual os funcionários desistem, especialmente os de melhor desempenho. Quando você tem um funcionário de alto desempenho, é fácil cair no padrão de trabalho extra. Há uma linha tênue para caminhar até aqui – você tem que encontrar o equilíbrio entre trabalho extra e excesso de trabalho. Há uma diferença entre dar mais trabalho a um funcionário porque ele é a melhor pessoa para lidar com isso e acumular tarefas extras continuamente. Nada é mais frustrante para um profissional de melhor desempenho do que dar consistentemente trabalho extra porque seus colegas não conseguiram concluí-lo.

Se você confia consistentemente em seus funcionários de melhor desempenho para fazer mais e ter maiores responsabilidades, deve considerar dar a eles algum tipo de promoção. Idealmente, isso incluirá um aumento, mas se isso não for possível, um novo título de trabalho que destaque sua responsabilidade crescente e os coloque em um caminho para um aumento no futuro próximo também é suficiente. Se você simplesmente aumentar sua carga de trabalho sem alterar nada, eles encontrarão outro empregador que atenderá melhor às suas necessidades.

Eles não estão sendo desafiados.

Os melhores funcionários ficam desocupados quando não estão sendo desafiados no trabalho. Eles prosperam no trabalho em direção a metas e são empurrados para fora de suas zonas de conforto. Defina metas estendidas para que elas sejam atingidas e elas trabalharão muito para atendê-las. Não lhes dê nada além de tarefas fáceis de realizar, e eles rapidamente se cansam. Crie um trabalho estimulante e seus melhores desempenhos irão prosperar.

Tenha cuidado para que você não esteja simplesmente acumulando trabalho extra, já que isso não é um desafio, mas é um incômodo para o funcionário. O desafio deve ser algo que os estimule intelectualmente ou criativamente. Faça com que os melhores desempenhos trabalhem em um projeto que não está indo bem e que eles descubram maneiras de melhorá-lo. Crie oportunidades para eles exercitarem sua inteligência e utilizarem suas habilidades.

Eles estão sendo sufocados.

Os profissionais com melhores desempenhos são apaixonados pelo trabalho que fazem. Eles ansiosamente assumem a liderança de um projeto ou lideram uma nova iniciativa. Eles querem ser capazes de buscar oportunidades e explorar novas ideias no trabalho. Muitas vezes essa paixão é sufocada e eles são instruídos a deixar suas ideias de lado e se concentrar apenas nas tarefas que lhes são dadas. Isso é prejudicial em uma infinidade de maneiras, principalmente para o engajamento dos funcionários. Isso também acontece duas vezes – se eles estão sendo sufocados, provavelmente também não serão desafiados.

Não force seus funcionários de melhor desempenho a trabalhar de uma determinada maneira, a menos que seja absolutamente necessário que eles sigam um processo específico. Isso os frustra, pois eles sabem que podem realizar a tarefa e se concentrar em suas ideias sem diminuir o desempenho. Se o resultado for bem-sucedido, não importa como eles obtiveram seus resultados. Permita que eles explorem diferentes abordagens para fazer as coisas e exercitem sua criatividade, pensamento crítico e habilidades para resolver problemas.

Eles não recebem oportunidades de desenvolvimento.

Para o desenvolvimento de alto desempenho, não se trata apenas de aprender novas habilidades, mas sim de oportunidades para expandir seus conjuntos de habilidades e traduzir essas habilidades em novas oportunidades. O desenvolvimento de habilidades pode passar despercebido para os de melhor desempenho porque eles já são talentosos. Só porque eles são capazes de fazer coisas incrivelmente bem, não significam que não estão procurando oportunidades para aprender e crescer.

Ofereça-lhes oportunidades ricas de desenvolvimento, como acompanhar alguém em uma função sênior, fazer cursos para aprender uma nova habilidade técnica ou associá-la a um mentor. Essas oportunidades de desenvolvimento mostram que você está investindo em seu futuro. Também ajuda a desenvolver habilidades que podem colocá-los um passo mais perto de uma promoção ou outro avanço no trabalho.

Eles não são apreciados.

Nada desmotiva mais um funcionário do que sentir que seu trabalho não está sendo reconhecido. Para os de melhor desempenho, isso é ainda mais importante, já que eles costumam fazer mais trabalhos de alto risco. Se eles estiverem consistentemente apresentando desempenho acima da média, mas sem obter reconhecimento, duas coisas acontecerão. Primeiro, eles deixarão de se esforçar tanto no trabalho e, dois, começarão a procurar outro emprego.

A apreciação pode ser tão simples quanto dizer a um funcionário que ele fez um bom trabalho. Esse “tapinha” nas costas ajuda muito a mantê-los motivados. Vá um passo além e descubra o que motiva cada funcionário pessoalmente. Para algumas pessoas, isso é reconhecimento público, para outros, é privado. Personalizar a maneira como você demonstra apreço torna isso muito mais sincero e será muito mais apreciado.

Eles não são compensados ​​de forma justa.

Seus melhores funcionários são altamente talentosos, motivados e motivados, e eles sabem disso. Se eles não estiverem sendo compensados ​​de forma justa, eles procurarão um novo emprego mais rápido do que você pode perguntar por quê. Os melhores desempenhos sabem o seu valor e usam isso para sua vantagem quando procuram emprego. Isso também faz com que eles comecem a procurar novos trabalhos mais rapidamente do que outros funcionários, pois se sentem mais confiantes em sua capacidade de conseguir outro emprego.

Compensação não é apenas sobre dinheiro. Muitas vezes, o orçamento da empresa não permite um aumento significativo no salário. Por isso, é importante pensar em outros fatores que agreguem valor ao funcionário. Esta pode ser uma mudança de título que vem com maior responsabilidade, acesso a liderança sênior para mentoring, ou recompensas como dias de férias de bônus ou um horário flexível.

O que realmente importa é que você não pode considerar seus talentos ou funcionários como garantidos. Se você quer que as pessoas permaneçam na sua empresa, você precisa ter certeza de que está atendendo às necessidades delas e dando a elas uma razão para não sair.

*Fonte: Forbes.com l Autora: Ashira Prossack

Como colocar em prática a gestão sustentável de projetos?

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A sustentabilidade no gerenciamento é essencial no século 21. Internamente, ela ajuda a garantir a eficiência da organização. E, do ponto de vista do relacionamento com o público externo, é importante para que a companhia cumpra seu papel social e ambiental. “O desenvolvimento sustentável atende às necessidades da empresa no presente, sem comprometer a habilidade das gerações do futuro diante de suas demandas”, explica Alonso Mazini Soler, mestre em estatística e finanças empresariais e professor na pós-graduação em Gestão de Projetos de Negócios do Insper. “Projetos sustentáveis se apoiam num tripé: eficiência econômica, equidade social e equilíbrio ambiental”, resume.

Novas tarefas
E o que significa fazer gerenciamento sustentável de projetos?

Quem responde é Adriana Keiko Nishida, aluna do professor Soler no Insper: “O desenvolvimento sustentável não diz respeito unicamente às questões ambientais, mas também aos aspectos financeiro e social, sob uma perspectiva sistêmica”, diz ela, que é graduada em ciências biológicas e informática para negócios.

“Não se trata simplesmente de um cronograma, de um custo a ser reduzido ou da qualidade esperada de um produto ou serviço quando realizo uma entrega”, ela continua. “É mais do que isso: trata-se da forma como penso em cumprir esse cronograma, do respeito que emprego, da forma como ajudo a desenvolver pessoas, da responsabilidade e dos impactos das minhas ações e escolhas ao optar por um ou outro produto/fornecedor, do que faço com o material que não será mais utilizado ou até mesmo da maneira que evito sua utilização.”

Ou seja, o desenvolvimento sustentável implica fazer uso razoável de recursos e calcular impactos, seja por obrigação ou por visão de longo prazo. “A abrangência do desenvolvimento sustentável não se limita às iniciativas de ação social de caráter assistencialista e filantrópico. Não se restringe a simplesmente cumprir marcos regulatórios, legais ou normativos”, diz o professor Soler. “É um novo paradigma de gestão que, incorporado e difundido, estará colocando o poder de influência dos negócios a serviço de uma sociedade sustentável e principalmente mais justa”, completa.

Nova organização
Dentro de uma empresa, essa mudança de pensamento começa na hora de organizar as equipes encarregadas de cada iniciativa, afinal existem tarefas de todos os tipos envolvidas nos projetos: mapeamento das necessidades, comunicação, aquisições, controle de custos, avaliação de riscos, gestão do cronograma etc.

E para que tudo isso funcione de forma equilibrada é fundamental haver um gerenciamento de integração. Em cada um desses grupos, é possível rever processos. Por exemplo, a aquisição de material pode privilegiar fontes renováveis e produtores locais certificados, ou as viagens, para realizar reuniões presenciais, podem ser substituídas por videoconferências. A formação de pessoal também é uma área com grande capacidade de gerar impacto na comunidade local, já que moradores do entorno da sede e das filiais podem contar com emprego e formação qualificada.

Atualização sempre
Para assimilar essa nova forma de pensar e agir dentro de uma empresa, estudar é fundamental. Os envolvidos em projetos, de diferentes posições hierárquicas de uma organização, precisam se manter atualizados com cursos de especialização voltados exatamente para a área de gerenciamento sustentável. O Insper oferece um curso de educação executiva de Gestão Estratégica de Projetos, além de uma pós-graduação em Gestão de Projetos de Negócios.

“É muito bom saber que essa ideia se irradia aos poucos e ver o potencial transformador que ela tem”, afirma Adriana Keiko Nishida. “O desenvolvimento sustentável de projetos é uma outra forma de ver o mundo, em que tudo se conecta.”

SOBRE O INSPER
Insper é uma instituição independente e sem fins lucrativos dedicada ao ensino e à pesquisa nas áreas de administração, economia, direito, engenharia, marketing e políticas públicas. Tem como missão ser um centro de referência, explorando complementaridades nessas áreas. Suas atividades de ensino abrangem cursos para todas as etapas de uma trajetória profissional. Em seu campus, na Vila Olímpia (São Paulo, SP), oferece desde cursos de graduação (economia, administração e engenharia) até de pós-graduação (MBA, certificates, mestrados profissionais e doutorados) e de educação executiva (programas customizados e de curta e média duração).

*Fonte: Exame