Quais são os objetivos de um planejamento estratégico empresarial

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Planejar é estar preparado: é estabelecer objetivos, criar planos, e definir a orientação a ser seguida. Na atualidade, com a globalização, o avanço da tecnologia, e o nível de competição cada vez mais alto, o ambiente em que as organizações estão inseridas é muito propício a mudanças e a preparação correta pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso.

Sendo assim, todas as formas que puderem ser encontradas para manter-se preparado, com o objetivo de receber as mudanças da melhor maneira possível, com uma equipe de trabalho que realize suas atividades de forma coesa e não sinta com tanto impacto as transformações que acontecem a todo instante, é fundamental para ter uma empresa que resista a crises e demais desafios que venham a surgir em meio à sua trajetória.

Tendo isso em mente, hoje vou abordar os objetivos que fazem com que um planejamento estratégico empresarial seja tão importante de ser implementado nos mais diversos tipos de empresas, sejam elas pequenas, médias ou grandes.

O que é um planejamento estratégico empresarial?

O planejamento estratégico empresarial é uma poderosa ferramenta de gestão e se destaca bastante neste processo de preparação ao qual me referi no início do artigo. Isso porque trata-se de uma metodologia utilizada para estabelecer metas, levantar recursos, mobilizar ações e contribuir para uma tomada de decisão mais assertiva, visando o alcance de objetivos que sejam benéficos para a empresa, contribuindo, assim, para que esta seja bem-sucedida como almeja.

Dessa forma, é fundamental que empresas de todos os portes e segmentos se mobilizem e invistam tempo e energia para elaborar um plano que seja preciso e esteja totalmente de acordo com os objetivos que se pretende alcançar, em curto, médio e longo prazos.

Como elaborar um planejamento estratégico empresarial eficiente

Para que o planejamento estratégico da sua empresa seja realmente eficiente, é necessário que ela siga os seguintes passos e coloque em prática as atividades abaixo, já que é somente dessa maneira, que será possível alcançar os propósitos estabelecidos.

Ponderação sobre o cenário atual e os possíveis cenários futuros

O primeiro passo é analisar o cenário em que a empresa se encontra o onde ela deseja estar em determinado período do tempo. Tendo esta consciência, você, ao lado de sua equipe de gestores e colaboradores, poderá visualizar os possíveis cenários que irão se configurar no futuro, ou seja, no momento em que a organização alcançar os objetivos que almeja.

Este ponto é essencial também para analisar quais os possíveis desafios que podem surgir enquanto o planejamento está sendo executado. Assim, existe a chance de elaborar estratégias eficientes, que ajudem a empresa a superar cada um deles, sem se sentir abalada e sem fazer com que a equipe queira desistir no meio do caminho.

Definição de objetivos para todos os níveis hierárquicos da empresa

Aqui é o momento em que serão definidos os participantes deste processo, bem como o papel de cada para que os objetivos sejam alcançados conforme o planejado no início. É importante que todos tenham clareza do que se espera de cada um e do quanto vão precisar se esforçar para que as metas saiam do papel e ganhem vida.

Dessa maneira, haverá mais chances de envolvimento e engajamento por parte dos colaboradores, já que eles vão se sentir parte de algo maior que está sendo construído, não só em benefício da empresa, mas em benefício deles próprios.

Estabelecimento de planos de ação para atingir esses propósitos

Agora que os protagonistas deste processo foram definidos, é chegado o momento de determinar os planos de ação que deverão ser implementados, para que as metas e objetivos sejam alcançados conforme o planejamento avança.

Dependendo do tamanho do planejamento estratégico, deverão ser elaborados vários planos de ação, que serão de responsabilidade de equipes de trabalho distintas. Essas equipes vão precisar executar cada uma das atividades inerentes ao plano e ao planejamento como um todo, para que os propósitos deste sejam devidamente alcançados.

Programação das atividades do plano de ação

Outro ponto extremamente importante para que o planejamento seja altamente assertivo, é a elaboração de um cronograma que define os prazos para a entrega de cada uma das atividades relacionadas aos planos de ação.

Isso porque, todo planejamento que se preze necessita de início, meio e fim, para que assim, você e sua equipe tenham noção do quanto e de quanto tempo vão precisar trabalhar e se esforçar para entregar as atividades e finalizar tudo o que foi proposto com excelência.

Depois de definidos os prazos, se, ao longo da execução do planejamento, for observado que não é possível entregar determinada atividade no período estabelecido, é necessário que os líderes e responsáveis sejam devidamente notificados, para que os prazos sejam readequados.

Os objetivos do planejamento estratégico empresarial

Por meio do cumprimento de cada uma das atividades citadas acima, o planejamento estratégico empresarial objetiva fornecer à organização melhorias em diversos sentidos, como:

Capacidade de adaptar-se diante das mudanças no cenário interno e externo

Um dos grandes objetivos da elaboração de um planejamento estratégico empresarial é a possibilidade que ele oferece às empresas de se adaptarem às mudanças que ocorrem constantemente no mercado em que atua. Imagine o quão ruim é ser pego desprevenido e ser obrigado a elaborar estratégias para não se engolido pelas transformações às pressas.

Com certeza a sua empresa e nem os seus funcionários merecem passar por este contratempo não é mesmo?! Por isso se faz extremamente necessário investir tempo e energia para se antecipar e, quando as mudanças ou crises acontecerem, ter a possibilidade de passar por elas com um pouco mais de tranquilidade.

Orientação aos negócios da empresa

Quando nós voltamos para a construção de um planejamento estratégico, é porque nos importamos com os rumos que queremos que os nossos negócios tomem, conforme o tempo for passando. Por isso, entre tantos outros objetivos, este tipo de planejamento faz com que empresários e empreendedores mantenham-se sempre orientados aos negócios que já possuem e aos que ainda desejam construir por meio de sua ou de suas empresas.

Maximizar o potencial produtivo considerando os recursos disponíveis

Por meio deste tipo de planejamento é possibilitado a empresários, gestores, líderes e colaboradores aumentar, de forma considerável, o seu potencial produtivo. Isso acontece, pois, o planejamento dá a todos uma visão macro da empresa, sendo assim, conseguem visualizar os recursos que possuem, tanto financeiros, de capital humano, quanto de infraestrutura, para que assim aumentem sua produtividade de maneira geral.

Esta é uma das melhorias e dos objetivos que considero mais importantes entre que as que foram citadas até o momento, pois oferece a todos a possibilidade de trabalharem de maneira organizada, utilizando o máximo do potencial produtivo que existe na empresa. Com isso, é possível alcançar, cada vez mais, resultados extraordinários nos negócios.

Traçar planos de ação e os planos emergenciais

Como eu disse anteriormente, os planos de ação são fundamentais ao longo de todo este processo. Isso porque, ao serem concluídos, eles fazem com que todos estejam sempre mais próximos do objetivo final a ser alcançado.

Outro ponto importante é que ao serem elaborados, eles permitem que seja feita uma projeção para lidar com as possíveis adversidades que venham a surgir no meio do caminho. Assim, é possível construir planos de ação emergenciais para ligar com todos os desafios que aparecerem.

Levando em consideração esses aspectos, o planejamento estratégico empresarial é um instrumento poderoso para o gestor, e visa garantir que a organização perdure ao longo do tempo, desenvolvendo seu potencial lucrativo continuamente.

Fonte: https://www.ibccoaching.com.br

Porquê empresas perdem seus melhores funcionários

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Toda empresa quer manter seus melhores talentos pelo maior tempo possível, mas os funcionários de alto desempenho costumam ser um dos primeiros a sair. Isso é prejudicial para a organização e afeta também as pessoas de suas equipes. Se você deseja que seus melhores funcionários permaneçam, examine de perto os seis fatores a seguir que afetam sua decisão de sair.

Eles estão sobrecarregados.

Estar sobrecarregado é a principal razão pela qual os funcionários desistem, especialmente os de melhor desempenho. Quando você tem um funcionário de alto desempenho, é fácil cair no padrão de trabalho extra. Há uma linha tênue para caminhar até aqui – você tem que encontrar o equilíbrio entre trabalho extra e excesso de trabalho. Há uma diferença entre dar mais trabalho a um funcionário porque ele é a melhor pessoa para lidar com isso e acumular tarefas extras continuamente. Nada é mais frustrante para um profissional de melhor desempenho do que dar consistentemente trabalho extra porque seus colegas não conseguiram concluí-lo.

Se você confia consistentemente em seus funcionários de melhor desempenho para fazer mais e ter maiores responsabilidades, deve considerar dar a eles algum tipo de promoção. Idealmente, isso incluirá um aumento, mas se isso não for possível, um novo título de trabalho que destaque sua responsabilidade crescente e os coloque em um caminho para um aumento no futuro próximo também é suficiente. Se você simplesmente aumentar sua carga de trabalho sem alterar nada, eles encontrarão outro empregador que atenderá melhor às suas necessidades.

Eles não estão sendo desafiados.

Os melhores funcionários ficam desocupados quando não estão sendo desafiados no trabalho. Eles prosperam no trabalho em direção a metas e são empurrados para fora de suas zonas de conforto. Defina metas estendidas para que elas sejam atingidas e elas trabalharão muito para atendê-las. Não lhes dê nada além de tarefas fáceis de realizar, e eles rapidamente se cansam. Crie um trabalho estimulante e seus melhores desempenhos irão prosperar.

Tenha cuidado para que você não esteja simplesmente acumulando trabalho extra, já que isso não é um desafio, mas é um incômodo para o funcionário. O desafio deve ser algo que os estimule intelectualmente ou criativamente. Faça com que os melhores desempenhos trabalhem em um projeto que não está indo bem e que eles descubram maneiras de melhorá-lo. Crie oportunidades para eles exercitarem sua inteligência e utilizarem suas habilidades.

Eles estão sendo sufocados.

Os profissionais com melhores desempenhos são apaixonados pelo trabalho que fazem. Eles ansiosamente assumem a liderança de um projeto ou lideram uma nova iniciativa. Eles querem ser capazes de buscar oportunidades e explorar novas ideias no trabalho. Muitas vezes essa paixão é sufocada e eles são instruídos a deixar suas ideias de lado e se concentrar apenas nas tarefas que lhes são dadas. Isso é prejudicial em uma infinidade de maneiras, principalmente para o engajamento dos funcionários. Isso também acontece duas vezes – se eles estão sendo sufocados, provavelmente também não serão desafiados.

Não force seus funcionários de melhor desempenho a trabalhar de uma determinada maneira, a menos que seja absolutamente necessário que eles sigam um processo específico. Isso os frustra, pois eles sabem que podem realizar a tarefa e se concentrar em suas ideias sem diminuir o desempenho. Se o resultado for bem-sucedido, não importa como eles obtiveram seus resultados. Permita que eles explorem diferentes abordagens para fazer as coisas e exercitem sua criatividade, pensamento crítico e habilidades para resolver problemas.

Eles não recebem oportunidades de desenvolvimento.

Para o desenvolvimento de alto desempenho, não se trata apenas de aprender novas habilidades, mas sim de oportunidades para expandir seus conjuntos de habilidades e traduzir essas habilidades em novas oportunidades. O desenvolvimento de habilidades pode passar despercebido para os de melhor desempenho porque eles já são talentosos. Só porque eles são capazes de fazer coisas incrivelmente bem, não significam que não estão procurando oportunidades para aprender e crescer.

Ofereça-lhes oportunidades ricas de desenvolvimento, como acompanhar alguém em uma função sênior, fazer cursos para aprender uma nova habilidade técnica ou associá-la a um mentor. Essas oportunidades de desenvolvimento mostram que você está investindo em seu futuro. Também ajuda a desenvolver habilidades que podem colocá-los um passo mais perto de uma promoção ou outro avanço no trabalho.

Eles não são apreciados.

Nada desmotiva mais um funcionário do que sentir que seu trabalho não está sendo reconhecido. Para os de melhor desempenho, isso é ainda mais importante, já que eles costumam fazer mais trabalhos de alto risco. Se eles estiverem consistentemente apresentando desempenho acima da média, mas sem obter reconhecimento, duas coisas acontecerão. Primeiro, eles deixarão de se esforçar tanto no trabalho e, dois, começarão a procurar outro emprego.

A apreciação pode ser tão simples quanto dizer a um funcionário que ele fez um bom trabalho. Esse “tapinha” nas costas ajuda muito a mantê-los motivados. Vá um passo além e descubra o que motiva cada funcionário pessoalmente. Para algumas pessoas, isso é reconhecimento público, para outros, é privado. Personalizar a maneira como você demonstra apreço torna isso muito mais sincero e será muito mais apreciado.

Eles não são compensados ​​de forma justa.

Seus melhores funcionários são altamente talentosos, motivados e motivados, e eles sabem disso. Se eles não estiverem sendo compensados ​​de forma justa, eles procurarão um novo emprego mais rápido do que você pode perguntar por quê. Os melhores desempenhos sabem o seu valor e usam isso para sua vantagem quando procuram emprego. Isso também faz com que eles comecem a procurar novos trabalhos mais rapidamente do que outros funcionários, pois se sentem mais confiantes em sua capacidade de conseguir outro emprego.

Compensação não é apenas sobre dinheiro. Muitas vezes, o orçamento da empresa não permite um aumento significativo no salário. Por isso, é importante pensar em outros fatores que agreguem valor ao funcionário. Esta pode ser uma mudança de título que vem com maior responsabilidade, acesso a liderança sênior para mentoring, ou recompensas como dias de férias de bônus ou um horário flexível.

O que realmente importa é que você não pode considerar seus talentos ou funcionários como garantidos. Se você quer que as pessoas permaneçam na sua empresa, você precisa ter certeza de que está atendendo às necessidades delas e dando a elas uma razão para não sair.

*Fonte: Forbes.com l Autora: Ashira Prossack

Como colocar em prática a gestão sustentável de projetos?

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A sustentabilidade no gerenciamento é essencial no século 21. Internamente, ela ajuda a garantir a eficiência da organização. E, do ponto de vista do relacionamento com o público externo, é importante para que a companhia cumpra seu papel social e ambiental. “O desenvolvimento sustentável atende às necessidades da empresa no presente, sem comprometer a habilidade das gerações do futuro diante de suas demandas”, explica Alonso Mazini Soler, mestre em estatística e finanças empresariais e professor na pós-graduação em Gestão de Projetos de Negócios do Insper. “Projetos sustentáveis se apoiam num tripé: eficiência econômica, equidade social e equilíbrio ambiental”, resume.

Novas tarefas
E o que significa fazer gerenciamento sustentável de projetos?

Quem responde é Adriana Keiko Nishida, aluna do professor Soler no Insper: “O desenvolvimento sustentável não diz respeito unicamente às questões ambientais, mas também aos aspectos financeiro e social, sob uma perspectiva sistêmica”, diz ela, que é graduada em ciências biológicas e informática para negócios.

“Não se trata simplesmente de um cronograma, de um custo a ser reduzido ou da qualidade esperada de um produto ou serviço quando realizo uma entrega”, ela continua. “É mais do que isso: trata-se da forma como penso em cumprir esse cronograma, do respeito que emprego, da forma como ajudo a desenvolver pessoas, da responsabilidade e dos impactos das minhas ações e escolhas ao optar por um ou outro produto/fornecedor, do que faço com o material que não será mais utilizado ou até mesmo da maneira que evito sua utilização.”

Ou seja, o desenvolvimento sustentável implica fazer uso razoável de recursos e calcular impactos, seja por obrigação ou por visão de longo prazo. “A abrangência do desenvolvimento sustentável não se limita às iniciativas de ação social de caráter assistencialista e filantrópico. Não se restringe a simplesmente cumprir marcos regulatórios, legais ou normativos”, diz o professor Soler. “É um novo paradigma de gestão que, incorporado e difundido, estará colocando o poder de influência dos negócios a serviço de uma sociedade sustentável e principalmente mais justa”, completa.

Nova organização
Dentro de uma empresa, essa mudança de pensamento começa na hora de organizar as equipes encarregadas de cada iniciativa, afinal existem tarefas de todos os tipos envolvidas nos projetos: mapeamento das necessidades, comunicação, aquisições, controle de custos, avaliação de riscos, gestão do cronograma etc.

E para que tudo isso funcione de forma equilibrada é fundamental haver um gerenciamento de integração. Em cada um desses grupos, é possível rever processos. Por exemplo, a aquisição de material pode privilegiar fontes renováveis e produtores locais certificados, ou as viagens, para realizar reuniões presenciais, podem ser substituídas por videoconferências. A formação de pessoal também é uma área com grande capacidade de gerar impacto na comunidade local, já que moradores do entorno da sede e das filiais podem contar com emprego e formação qualificada.

Atualização sempre
Para assimilar essa nova forma de pensar e agir dentro de uma empresa, estudar é fundamental. Os envolvidos em projetos, de diferentes posições hierárquicas de uma organização, precisam se manter atualizados com cursos de especialização voltados exatamente para a área de gerenciamento sustentável. O Insper oferece um curso de educação executiva de Gestão Estratégica de Projetos, além de uma pós-graduação em Gestão de Projetos de Negócios.

“É muito bom saber que essa ideia se irradia aos poucos e ver o potencial transformador que ela tem”, afirma Adriana Keiko Nishida. “O desenvolvimento sustentável de projetos é uma outra forma de ver o mundo, em que tudo se conecta.”

SOBRE O INSPER
Insper é uma instituição independente e sem fins lucrativos dedicada ao ensino e à pesquisa nas áreas de administração, economia, direito, engenharia, marketing e políticas públicas. Tem como missão ser um centro de referência, explorando complementaridades nessas áreas. Suas atividades de ensino abrangem cursos para todas as etapas de uma trajetória profissional. Em seu campus, na Vila Olímpia (São Paulo, SP), oferece desde cursos de graduação (economia, administração e engenharia) até de pós-graduação (MBA, certificates, mestrados profissionais e doutorados) e de educação executiva (programas customizados e de curta e média duração).

*Fonte: Exame

Construindo e Gerenciando uma Equipe Remota

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Você sabe que as pessoas estão realmente trabalhando?

Essa é uma pergunta que você recebe muito quando é líder de equipe em uma empresa remota. Implícita na pergunta está a suposição de que, se você puder ver as pessoas fisicamente no escritório, elas estão trabalhando.

Porém, as pessoas fazem todo tipo de coisa no escritório que não tem nada a ver com trabalho – checar as redes sociais, participar de reuniões improdutivas, ser sugada por e-mails quando deveriam estar trabalhando em um relatório importante. Na verdade, a pesquisa mostra que os assalariados fazem apenas 3 horas de trabalho real por dia.

As empresas remotas – apesar de toda a sua tecnicidade inovadora – prendem-se às suas próprias versões de “bunda na cadeira = trabalho”. As ferramentas de mensagens têm indicadores on-line verdes para mostrar que você está “no trabalho”. Responder imediatamente às mensagens mostra que você está “trabalhando”. Algumas empresas até exigem que seus funcionários instalem softwares de rastreamento em seus computadores para acompanhar o que estão fazendo.

A expectativa de que os funcionários remotos estejam constantemente disponíveis durante o horário de trabalho nega um dos maiores benefícios do trabalho remoto: a capacidade de desconectar para se concentrar em realizar tarefas e responder quando você está pronto para se reconectar (também conhecido como comunicação assíncrona).

Gerenciar uma equipe remota com eficiência não significa monitorar o tempo que os membros da equipe gastam on-line (na verdade, essa é uma ótima maneira de eliminar a autonomia e a motivação dos funcionários). Trata-se de criar e apoiar uma equipe que não precisa ser micro gerida em primeiro lugar.

Nos últimos anos, Brenna Loury como Chefe de Marketing em uma grande empresa e  trabalhou para obter um equilíbrio saudável entre ser um gerente prático / participativo de uma equipe totalmente remota. Normalmente ela só enxergava os membros da equipe na vida real uma vez por ano no retiro da empresa, o que significa que preciso contar com um conjunto exclusivo de ferramentas para garantir que os membros da minha equipe estejam alinhados e trabalhando para nossa empresa. visão ao mesmo tempo, tendo tempo para desconectar e recarregar no final do dia.

Começa com a contratação das pessoas certas em primeiro lugar.

Crescendo em popularidade como pode ser, o trabalho remoto ainda não é “mainstream”. Para cada oferta de trabalho legítimo que você publica, os prospectos encontrarão outras cinco postagens como o inferno que prometem “trabalhe em casa e ganhe dinheiro de verdade, rápido!” Por outro lado, para todo candidato genuíno que se aplica à sua postagem, você provavelmente vasculhará outro grupo de candidatos que não estão prontos para o trabalho remoto (geralmente os que mencionam na primeira linha de sua carta de apresentação que estão “interessados ​​em trabalho remoto” e claramente não sabem nada sobre sua empresa específica).

Estas são as qualidades que aprendemos a procurar ao contratar um candidato remoto:

Eles demonstram um entusiasmo sem remorso por hobbies e / ou projetos paralelos ativos.

Hobbies e projetos paralelos demonstram uma sede de aprendizado e um impulso inerente ao excel – características que são importantes para qualquer trabalho, mas que são absolutamente vitais em um ambiente remoto.

Brenna relata que uma de suas minhas maneiras favoritas de avaliar esse tipo de entusiasmo é fazer uma pergunta aparentemente simples no final de cada entrevista: “Quais são alguns de seus aplicativos favoritos no seu telefone?” A resposta “certa” incluiria uma dose sólida de entusiasmo. e consideração pensativa. Algo como: “Sou um leitor muito voraz, por isso gosto de usar o Audible e o Kindle para iOS. Eu também tenho um projeto de leitura no meu aplicativo Todoist onde eu salvo links para novos livros e há um aplicativo muito legal chamado Blinkist que … etc. ”Ao contrário de uma resposta como:“ Bem, o Instagram é muito divertido. Eu ouço música no Spotify, e eu uso o Uber às vezes… etc.”

Eles têm experiência trabalhando de forma independente.

A curva de aprendizado para um novo trabalho – tanto técnico quanto emocional – pode ser ampliada em um ambiente remoto, e é por isso que a experiência anterior é uma vantagem. Mas como o trabalho remoto ainda é um pouco incomum, pode ser difícil encontrar pessoas que já trabalharam com sucesso em uma equipe remota.

Uma maneira de contornar essa limitação é ficar de olho nas pessoas que têm experiência em outras situações que dependem de uma responsabilidade pessoal profunda, como alguém que criou sua própria empresa, liderar projetos do início ao fim, ter sido um freelancer de sucesso ou um projeto paralelo em que eles trabalham durante seu tempo livre.

Eles vão notavelmente acima e além quando completam seu projeto de teste.

Brenna descreve que o processo de contratação de sua empresa inclui um projeto de teste. Além de avaliar a perícia técnica, um projeto de teste oferece um vislumbre de como os candidatos refletem e resolvem os problemas, bem como sua disposição de ir além.

Esqueça que a “paixão pelo trabalho remoto” pode realmente ser uma bandeira vermelha.

Pode parecer completamente não intuitivo, mas, os candidatos que estão “explicitamente” procurando uma posição remota “ou” gostam de viajar “são bandeiras vermelhas”, diz Jan, chefe de Windows. A motivação para se candidatar a um emprego deve vir de uma conexão profunda com os valores da empresa e um entusiasmo pelos desafios do trabalho, e não com a facilidade de uso remoto. Acreditar no produto e compartilhar uma visão com a empresa contribui para um dia de trabalho feliz.

Estabelecendo fundações saudáveis ​​desde o primeiro dia

Depois de encontrar a pessoa certa para contratar, é hora de estabelecer fundamentos claros e saudáveis ​​para seu sucesso profissional e pessoal em sua equipe e dentro da empresa.

A base mais importante para sua equipe remota é a criação de confiança em um nível pessoal.

“A maioria das pessoas, desde que conseguiu o primeiro emprego, foi instruída a ser” profissional “. Com muita frequência, esse é o código para deixar sua humanidade em casa. Mas para construir relacionamentos fortes, você tem que cuidar pessoalmente. Você tem que trazer todo o seu ser para o trabalho diz Kim Scott, autor do livro Radical Candor

Quando você se esforça para acompanhar a vida pessoal de sua equipe, isso abre as portas para um vínculo mais profundo além do “escritório”. Por sua vez, essas conexões pessoais ajudam você a cultivar um relacionamento mais sincero e um senso de equipe mais forte.

Configurar sua equipe remota para o sucesso também significa estabelecer algumas fundações profissionais básicas, mas essenciais.

Como gerente de uma equipe remota, é útil aprender de forma proativa:

Como (e com que frequência) cada membro da equipe gosta de se comunicar. Nunca espere uma resposta imediata de nenhum dos membros da minha equipe. Dito isso, é útil estar ciente das cadências de comunicação das pessoas para que você possa adaptar seu estilo de gerenciamento às preferências de cada pessoa. Ser dispensado com uma pessoa pode não funcionar tão bem com outra. “Algumas pessoas precisam de mais, outras menos. Certifique-se de perguntar aos membros da sua equipe sobre isso logo no início ”, diz Jan.

Os diferentes estilos de trabalho dos membros da sua equipe. Qualquer pessoa que trabalhe remotamente deve gastar algum tempo intencional pensando em como configurar seus hábitos de trabalho para se adequar à sua personalidade e necessidades. Isso mostra um nível de autoconsciência que é realmente necessário quando você está trabalhando sozinho. Incentive os membros de sua equipe a experimentar sua configuração de trabalho remoto e compartilhar seus pensamentos com você. Dessa forma, você, como gerente, sabe que está sendo intencional em como eles trabalham e como melhor apoiá-los no ambiente de trabalho / programação que preferem.

A diferença entre delegar tarefas e abandonar responsabilidades.

Para qualquer um que esteja no nível térreo de uma nova empresa, uma equipe em crescimento significa que é hora de começar a “doar seus legos” para que a empresa possa construir uma torre ainda mais impressionante. Em um determinado momento, depois que um novo funcionário se junta à sua equipe, ele precisa ter suas próprias responsabilidades e ser uma parte impactante dos projetos. Como gerente, dar um salto de fé não apenas delegar, mas renunciar à responsabilidade capacita os membros de sua equipe a assumirem a ocasião e lhes dar espaço para crescer de forma criativa e independente (e até fracassar – o que geralmente acontece quando aprendemos mais ).

Claro, esse tipo de comunicação não é uma coisa única.  E quando você não vê seus colegas de trabalho pessoalmente, é fácil supor que está tudo bem quando não está. É seu trabalho como gerente faz com que estabeleça confiança e comunicação regular para detectar problemas precocemente.

A ferramenta mais importante em seu arsenal como gerente remoto será reuniões 1: 1 em tempo real. Priorize-os. Use-os para conversar pessoalmente, discutir triunfos e desafios relacionados ao trabalho, garantir que as pessoas tenham clareza sobre as prioridades e se sintam seguras em seu lugar na equipe e, de modo geral, mantenha um dedo no pulso de como sua equipe está funcionando.

Com essas práticas de contratação para equipes remotas, você será um grande passo à frente ao se preparar para liderar o grupo de pessoas apaixonadas e motivadas.

*Fonte: https://blog.doist.com l Autora: Brenna Loury

Qualidade vem com o propósito

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O autor Jeison Arenhart relata sua perspectiva sobre a qualidade no cenário atual.

A busca pela qualidade se perdeu em alguma esquina das normas, estatísticas e métodos. E infelizmente as pessoas não buscam a qualidade, buscam fugir da culpa. Então, Jeison voltou a estudar Deming, um indivíduo incrível nascido em 1900.

Ele tem contato direto com organizações de diversos tamanhos, com líderes, diretores, gestores também com consultores que atendem essas organizações. Muitas vezes, percebe que a qualidade continua sendo perseguida como uma obrigação, um fardo que precisa ser carregado.

Pior que isso é a chantagem a que as empresas recorrem para obter qualidade. Sim, uma verdadeira chantagem que pode ser feita por meio do “bônus” ou do “medo”. Mas calma, é possível esclarecer:

Medo: “Ou fazemos isso ou vamos perder a certificação”

Essa é uma chantagem comum nas empresas, baseada no medo; assim como, “Se perdermos este certificado, não vendemos mais para aquele cliente” ou ainda “quem vai explicar isso pro chefe?”, e por aí vai.

Neste cenário, geralmente temos uma equipe que entrega algum resultado, mas está assustada e desmotivada. Que faz qualquer coisa para o conseguir o certificado, o que é muito diferente de fazer o que se acredita e fazer as coisas certas para obter a qualidade.

E mais, aqui não adianta esperar criatividade da equipe, muito menos inovação, tudo que se pode ter é conseguir o que foi definido como objetivo ou meta. Além de que as pessoas raramente vão se orgulhar do que fazem, já que fizeram por medo.

Bônus: “Se fizermos isso, teremos a certificação”

Outra chantagem comum, e do tipo que fazemos com criança pequena. Se fizer isso, ganha aquilo. Sei que muita gente acredita nisso, mas isso cria um comportamento confuso, chega uma hora que não temos mais bônus. Já somos certificados, e agora? O bônus vai ser outra certificação? E agora, qual será a motivação?

Será que necessário precisar ficar inventando certificações todo ano para que a qualidade progrida (ou até mesmo exista) na organização?

Deming pregava o fim gestão baseada nas metas. Sempre parece loucura no começo, mas pense: o que um colaborador que bateu a meta pode tentar depois disso? Se tudo que ele tinha como propósito era a meta, ele nem sabe se deve tentar algo novo, a meta era tudo que ele via, era tudo que lhe era oferecido e cobrado. Isso diminui a paixão pelo trabalho. O mesmo vale para a qualidade, ela deve ser mais que um certificado na parede, nós sabemos que ela pode ser muito, mas muito maior que isso!

Os dois conceitos (o medo e o bônus) valem, funcionam, mas não acredito neles! Nos dois casos, é possível conseguir o certificado, o selo, a meta, até mesmo melhoria de qualidade. Mas e quando a gente chegar lá, o que acontece? A coisa fica vazia, sem sentido, sem intenção. E o único caminho que resta é a dúvida: E agora, acabou?

Propósito: a palavra da moda

Qualidade com propósito tem a ver com a busca incessante pela melhoria, está intimamente ligada a excelência e a satisfação em fazer o melhor. Em 1982, Deming escreveu seus 14 princípios da Qualidade, e até hoje pouca gente entendeu do que ele estava falando.

Claro, existem exceções, mas minha experiência diz que a maioria busca na qualidade apenas o selo. Quer a meta, quer chegar lá. E as vezes até chegam, pelo motivo errado, com o engajamento errado, e muitas vezes do jeito errado; e aí a coisa não se sustenta.

O primeiro destes 14 princípios é “Constância de Propósito”. É chocante, em 1982 Deming já falava disso, e agora propósito é a palavra da moda. Mas deixando o modismo de lado, ter propósito é algo fantástico e motivador, e você pode chamar como quiser: propósito, missão, causa etc.

O fato é que você vai mais longe quando guiado por algo maior, algo superior que te mostra uma direção que faça sentido. Isso vale para você, para sua empresa; e para a qualidade, é a mesma coisa. Então, tenha um propósito claro, inclusive para a qualidade! Enquanto o foco da qualidade for a norma, estaremos trabalhando baseados na chantagem e ferindo os 14 princípios de Deming. Vários deles inclusive!

Mas existe nas empresas PESSOAS que acreditam na qualidade como algo maior, que veem propósito em uma entrega superior para seus clientes. Do mesmo jeito, é comum vê-los tolhidos, quando não colocados de lado, já que as empresas optam por colocar metas, selos, e até mesmo slogans a frente do verdadeiro propósito da qualidade.

E sinceramente, ver pessoas assim de mãos amarradas é o que mais me entristece, pois a empresa tem (ou tinha) alguém para promover uma verdadeira TRANSFORMAÇÃO, muitas vezes para começar a mudar toda a filosofia da organização, e isso não acontece…

Os 14 princípios de Deming são modernos?

Listamos os 14 princípios de Deming, e convidamos você a refletir se na sua empresa vocês praticam isso.

  1. Crie constância de propósito
  2. Adote a nova filosofia – vivemos em uma nova era econômica
  3. Não dependa da inspeção para atingir a Qualidade
  4. Pare de aprovar orçamentos com base nos preços
  5. Aperfeiçoe constante e continuamente os processos da empresa (melhoria continua)
  6. Institua treinamento no local de trabalho
  7. Adote e estabeleça lideranças
  8. Elimine o Medo
  9. Quebre as barreiras entre os departamentos
  10. Elimine slogans, exortações e metas da força de trabalho
  11. Elimine quotas (padrões de trabalho) e metas numéricas
  12. Remova as barreiras que roubam das pessoas o direito de orgulhar-se de seu trabalho
  13. Estabeleça um programa rigoroso de educação e auto-aprimoramento
  14. Coloque a empresa toda para trabalhar pela transformação

Esses 14 princípios não foram feitos para serem adotados e seguidos como um checklist, você não pode escolher adotar 12 deles, ou 11, eles devem ser buscados, aplicados e utilizados todos juntos, de maneira sistêmica!

Jeison passou por consultorias, processos de liderança, treinamentos e processos de educação dos mais diversos. Por isso, enfatiza que os processos que valem a pena, os bons, os que funcionam e contribuem de verdade, não fazem NADA DIFERENTE do que esses 14 princípios pregam. Eles não só são atuais, eu ainda acho, como estão à frente do nosso tempo.

Defendo a qualidade que faz sentido, que tem propósito!

O que defendo aqui é a busca de uma qualidade com propósito claro, que esteja ligada a fazer o melhor, sempre. Não em atender uma norma simplesmente. Eu adoro normas, somos certificados ISO 9001, estamos implantando a 27001 e nos preparando para a 37001. Mas atender as normas não é nosso propósito.

Por exemplo, na ISO 27001, o propósito é garantir a segurança da informação para o nosso cliente. Ele confiou na gente, precisamos buscar práticas que nos impeçam de falhar.

Na ISO 37001, o propósito é ter uma empresa ética, com alto compliance, uma equipe com comportamento moral exemplar e que ajude a espalhar isso pela nossa comunidade.

Na ISO 9001, queremos buscar um negócio próspero, que gere receitas, riqueza, renda e empregos, e ainda que encante as diversas partes interessadas do nosso negócio.

As normas são ótimos instrumentos e contribuem para que busquemos nossos objetivos, mas nosso propósito está além disso, além de conseguir a certificação da norma, vai acontecer nesse caminho, mas estamos perseguindo algo maior.

Autor: Jeison Arenhart De Bastiani  l  Fonte: http://www.blogdaqualidade.com.br

7 rotinas matinais de pessoas bem-sucedidas

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força de vontade é o hábito mais importante para o sucesso. Ela prevê o desempenho acadêmico de forma mais robusta do que o QI. Tranquiliza os indivíduos com doses saudáveis ​​de autoestima e autoconfiança. Nos capacita com um senso de propriedade e responsabilidade pelas próprias vidas, evitando espaço para desculpas improdutivas. Basicamente permite que as pessoas projetem e alcancem sua melhor vida e se tornem sua melhor versão.

Os estudos sobre força de vontade eram bastante escassos até meados dos anos 1960. Os psicólogos a consideravam parte da chamada autorregulação, mas não havia grande foco nela. A partir do famoso experimento do marshmallows – uma série de estudos de recompensa retardada – realizado na Standford University, os cientistas começaram a realizar testes para descobrir como fortalecer as habilidades de autorregulação.

Por volta de 1980, a força de vontade começou a ser entendida como uma habilidade que pode ser aprendida, e que pode ser tão difícil para as crianças quanto a matemática. No entanto, em meados dos anos 1990, um grupo de psicólogos da Case Western começou a se perguntar por que, se a perseverança é uma habilidade, ela não permanece constante de um dia para outro. Para responder a essa pergunta, eles realizaram um experimento com base em cookies de chocolate e rabanetes e concluíram que a força de vontade não é apenas uma habilidade. É um músculo. E assim como os músculos dos braços e das pernas, que trabalham demais, ele também se cansa. Há, portanto, uma grande verdade no conselho que diz que é preciso começar o dia realizando as coisas mais importantes.

Mas exercitar os músculos da força de vontade também os torna mais fortes? Conclusões de um experimento realizado em 2006 por dois pesquisadores australianos confirmam isso. Após dois meses acompanhando duas dúzias de pessoas em um programa de exercícios físicos, eles perceberam que o aumento da força de vontade na academia resultava no aumento da força de vontade também em casa. Ou seja, à medida que ela se torna mais forte, atinge todos os campos.

 “A força de vontade é a chave para o sucesso. Pessoas bem-sucedidas se esforçam, não importa o que sentem, aplicando sua vontade de superar a apatia, dúvida ou o medo”, diz Dan Millman, escritor especializado em obras de auto-ajuda. Uma perseverança robusta requer exercícios fortes. Quanto melhor treinamos a nossa vontade, mais capazes seremos de alcançar grandes coisas.

As pessoas que acumulam conquistas são muito conscientes do trabalho e da dedicação por trás de cada passo. Mas todo mundo também sabe que grandes realizações são construídas com base em pequenas metas atingidas diariamente.

Veja, na galeria de fotos abaixo, 7 rotinas matinais que as pessoas bem-sucedidas adotam para fortalecer sua força de vontade:

  1. Coloque o despertador todos os dias no mesmo horário – inclusive aos finais de semana e dias de folga

Ao acordar na mesma hora, todos os dias, seu ritmo circadiano (ou relógio biológico) se estabilizará, ajudando a aumentar a sua produtividade, melhorar seu sono e diminuir uma possível insônia ou privação de sono. Também é cientificamente comprovado que reduz a dependência de cafeína, aperfeiçoa o estado de alerta, o foco e a memória de curto prazo, diminui a irritabilidade e a dor, melhora o humor e o funcionamento do sistema imunológico e ajuda a aprimorar a segurança e o desempenho no trabalho.

Porém, acima de tudo, é a melhor maneira de começar o dia com a escolha consciente do exercício e fortalecimento de sua força de vontade. Superar o corpo em sua tendência natural de buscar o calor e a paz dos lençóis é uma das maiores pequenas batalhas que garantirão que sua perseverança esteja totalmente alerta e pronta para um grande dia de conquistas.

  1. Inicie o dia com alguns minutos de meditação

O ato de meditar faz com que a glândula pituitária em seu cérebro secrete endorfina, aumentando a atividade na área associada a emoções e experiências positivas. É comprovado que auxilia a combater a ansiedade e a síndrome da “mente ocupada”, assim como a tolerância à dor.

Há muitos benefícios físicos e psíquicos decorrentes da meditação, nenhum deles comparado com a grande oportunidade de fortalecer a força de vontade. Dedicar seus primeiros pensamentos do dia a entender o mundo como ele é, aceitar o que você não pode mudar, lutar pelo que deve ser aperfeiçoado e trazer sua vida para uma perspectiva bem orientada trará a motivação certa. Quando visualizamos como nosso trabalho e sacrifícios são parte necessárias na construção de uma vida melhor, esses minutos logo no início do dia acabam se tornando a coisa certa a fazer e tornam o esforço muito mais fácil e prazeroso.

  1. Estabeleça uma rotina de treinos matinais

Atividade física regular pode aumentar a produção de hormônios que fazem você se sentir mais feliz e ajudam a dormir melhor. Há também um impacto positivo na aparência da sua pele, controle de peso e diminui o risco de doenças crônicas. Os treinos matinais são claramente bons para o seu corpo e sua alma.

Não importa se você é um ótimo profissional de negócios ou uma mãe que permanece em casa – começar o seu dia com uma rotina personalizada de treinos vai aumentar a sua força de vontade. Como vivemos em um ambiente estressante e temos milhares de outras tarefas para fazer, é crucial exercitar nossa força de vontade, abrindo espaço para o que normalmente não temos tempo de fazer. Não é sobre a hora que você vai investir ou as calorias que vai queimar – trata-se da decisão consciente de criar espaço para o que nos ajuda a melhorar a partir de uma perspectiva holística.

  1. Sente-se para o café da manhã com a família

Encontrar o momento certo para reunir as pessoas que amamos em torno da mesa, durante as horas corridas da manhã, vai ajudá-lo a se distanciar do estresse e valorizar o que realmente importa. Começar o dia priorizando as pessoas e tendo uma perspectiva correta sobre a inércia exigirá algum esforço, mas você será recompensado. Além disso, pode acarretar em uma dieta e estilo de vida muito mais saudáveis, assim como desempenho no trabalho.

  1. Dedique algum tempo para a autoaprendizagem

Há sempre algum espaço para um livro em nossa bolsa de trabalho. Aprendizagem ao longo da vida é uma forma de desenvolvimento pessoal, um objetivo. Nós não sabemos tudo – na verdade, sabemos muito pouco. Não se importe com o tempo que leva para chegar ao trabalho ou levar as crianças para a escola – estes são momentos perfeitos para aprender alguma coisa em alguns minutos.

  1. Diga “bom dia” para as pessoas no caminho para o trabalho

Uma das maiores energias que nossa força de vontade poderia exigir é escolher os outros antes de nós mesmos. Praticar exercícios, meditar ou aprender algo novo acaba tornando-se fácil porque sabemos que há um bom impacto em nossos corpos e mentes. Contudo, fica muito mais difícil quando somos solicitados a colocar nossos esforços em fazer algo sem um único benefício diretamente visível. No entanto, sabemos que, se os outros são deixados para trás, não há sucesso, mas apenas dinheiro, fama ou poder.

Conceder um “bom dia” sorridente para todos aqueles que cruzam seu caminho, indo para o trabalho, é um ótimo exercício para projetar nosso dia com mais do que apenas nós em perspectiva.

  1. Comece o seu dia de trabalho escrevendo uma lista de tarefas

Quando finalmente chegar ao seu local de trabalho, sente-se, relaxe e aproveite o dia! Preparar uma lista clara e ambiciosa – mas realista – de tarefas é a única maneira de gerenciar com sucesso suas 24 horas, garantindo pouco nível de estresse e altos níveis de desempenho. Isso exercerá claramente a sua força de vontade, que terá que escolher a ordem das suas prioridades com base na importância e no gosto pessoal ou propensão a uma ou outra tarefa. Vai, também, auxiliar a priorizar o importante em detrimento do urgente e direcionar melhor sua energia para a materialização da melhor versão possível do seu dia.

Fonte: Forbes

TI precisa migrar de gestão de projetos para gestão de produtos

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Até pouco tempo, projetos tinham começo, meio e fim. Parece natural e até mesmo lógico, mas a nova era exige uma reformulação completa desse conceito. Esse quadro fará com que empresas migrem da gestão de projetos para a gestão de produtos. “Projetos executados há anos pela TI são realizados e acabam. Pense em seu celular, se você nunca fizer uma atualização, ele ficará parado no tempo. Produtos evoluem sempre e TI terá de, a partir de agora, tratar projetos como produtos. Em vez de ter um final, ele evolui sempre”, ensinou Donald Feinberg, VP e analista distinto do Gartner.

Feinberg entende que essa mudança, contudo, é uma grande transformação e mexe mais com a cultura do que com processos. “Essa alteração na forma de trabalhar não significa contratar dezenas de pessoas. Pode-se contratar um a dois talentos e treinar pessoas na empresa para esse novo pensamento. É uma grande transição cultural que precisa ser feita”, revela.

E esse novo papel, pelo menos por enquanto, não será tão fácil de compreender na estrutura corporativa. Feinberg alerta que esse profissional não é nem de TI, nem de negócios. “Ele é o dono do produto, é o dono do budget, é o gerente de produto”, contou, promovendo uma reflexão de que hoje talvez essa função esteja espalhada em diversas áreas da empresa, como marketing e operações. “O melhor perfil que se pode ter como referência é um gerente de produto de uma empresa de software”, completou.

Cenário de TI para 2019

Falando sobre os desafios dos CIOs para 2019, Feinberg ressaltou que os gastos com TI no Brasil deverão saltar nos próximos anos e alertou para um fato que já vinha sendo ressaltado pela empresa há alguns anos. Em 2017, os gastos com hardware eram da ordem de US$ 2,1 bilhões em solo nacional.

Em 2022, a expectativa é de que o número caia para US$ 1,9 bilhão, um reflexo direto da crescente adoção da nuvem. “Um dos analistas do Gartner escreveu recentemente sobre a morte do data center. Ele está com os dias contados, pois tudo está indo para a nuvem”, sentenciou.

No outro oposto está o crescimento do investimento software, de US$ 4,8 bilhões em 2017 para US$ 7,8 bilhões em 2020, e serviços, de US$ 15,6 bilhões em 2017 para US$ 19,5 em 2022. O gasto com nuvem pública saltará no período de US$ 2,5 bilhões para US$ 5,2 bilhões.

O executivo comentou, ainda, que cada vez mais as áreas de negócios, que o Gartner batizou de line of business (LOB), terão poder para mais investimentos, sendo os grandes financiadores de tecnologia.

5 desafios para 2019

Valentin Sribar, vice-presidente sênior do Gartner, comentou que para o próximo ano, o Gartner identificou cinco desafios-chave para os líderes de TI, em um ciclo que o instituto de pesquisas batizou de “ContinousNext”, uma estratégia para vencer em um mundo em constantes mudanças.

São os pilares desses desafios: a gestão no melhor estilo produto, e não mais projeto, privacidade, cultura, inteligência aumentada e gêmeos digitais. Este último, uma tendência que começou a ser vista neste ano, que faz com que empresas testem no ambiente digital seus produtos para em seguida levar para o ambiente físico, reduzindo tempo e dinheiro. “Líderes de TI devem ser capazes de formatar, mudar e compartilhar essa nova realidade”, finalizou Valentin.

*Fonte: ITForum 365

Por que Gerenciamento do Tempo não vai resolver seus problemas de tempo

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Becky Kane sugere neste artigo uma estratégia para conseguir fazer mais com o mesmo tempo que temos.

“Estou tão ocupado.”

Quantas vezes você ouviu um amigo ou colega dizer isso? Talvez em um tom de exaustão, mas com um indício detectável de orgulhoso auto martírio? Quantas vezes você mesmo disse?

No mundo acelerado de hoje, medimos nossa própria importância – e a importância das pessoas ao nosso redor – em quanto podemos incluir em nossos dias. Nós tentamos superar, superar e superar um ao outro. Ou aparecer de qualquer maneira.

Parece que estamos no meio de uma epidemia de ocupação. O estresse e a sobrecarga de toda essa ocupação são literalmente contagiantes.

Então, qual é o antídoto? Como podemos criar mais tempo em nossas vidas? Neste ponto, a maioria de nós se volta para o gerenciamento do tempo como uma bala de prata para nossos estressores. Se pudéssemos usar nosso tempo de maneira mais eficiente, teríamos mais disso. Nós poderíamos fazer tudo e sentir menos estressados.

Há apenas um problema com essa teoria: já temos mais tempo do que nunca. Muito mais. No geral, as pessoas nos países desenvolvidos estão trabalhando muito menos horas do que nas décadas passadas. Isso é válido até mesmo nos famosos Estados Unidos com inclinação para o trabalho; em 1940, a semana média de trabalho americano registrou 43.3 horas. Em 2016 foram apenas 34,4 horas. Ainda nos sentimos mais ocupados do que nunca.

Uma explicação contra intuitiva: muito tempo de lazer. O Atlântico chama isso de “ironia da abundância”:

“… Sabendo que há 10 grandes programas de TV que você deve assistir, nove livros importantes para ler, oito habilidades burguesas que seu filho não domina, sete maneiras de se exercitar errado, seis maneiras pelas quais você não tirou proveito da cidade, etc. Saber exatamente o que estamos perdendo nos faz sentir culpados ou ansiosos sobre os limites do nosso tempo e nossa capacidade de usá-lo efetivamente”.

Desta forma, criar mais tempo é como ganhar mais dinheiro – quanto mais você tem, mais você quer gastar.

Você a gastar seu tempo de forma mais intencional. Mas quando se trata de se sentir menos ocupado, o gerenciamento do tempo tem claramente suas limitações. Aqui estão 9 sugestões para recuperar os “ocupados aholics”. Para começar:

  1. Identifique os valores que você está sacrificando para a ocupação

Enquanto a sociedade de hoje vê a ocupação como uma virtude, o filósofo dinamarquês Søren Kierkegaard do século 19 provavelmente descreveria isso como uma aflição:

“De todas as coisas ridículas, o mais ridículo parece para mim, estar ocupado – ser um homem que está animado com sua comida e seu trabalho … O que, eu imagino, essas pessoas ocupadas são feitas?”

Como Stephen Evans, um professor de filosofia da Universidade Baylor, disse à revista Quartz:

“Kierkegaard via a ocupação como um meio de se distrair de questões realmente importantes, como quem você é e para que serve a vida. Pessoas ocupadas preenchem seu tempo, sempre encontram coisas para fazer, mas não têm princípios que guiem suas vidas. Tudo é importante, mas nada é importante”.

Isso não quer dizer que tudo que você atualmente passa tempo não tem sentido. Mas, se estivermos ocupados demais para perguntar se nossos valores direcionam nossas ações, a inércia da ocupação pode nos levar a um caminho muito diferente do que pretendíamos.

Você valoriza o tempo ao ar livre, mas na verdade não sai para passear fora daqui a meses? Você valoriza a aprendizagem, mas não tem tempo para praticar uma nova habilidade? Você valoriza relacionamentos com amigos, familiares e colegas de trabalho, mas está apressado demais para estar totalmente presente quando passa algum tempo com eles?

Talvez valha a pena sacrificar um pouco de eficiência para criar espaço para as coisas que você decidiu serem importantes.

  1. Aceite que você não pode fazer tudo

Em vez de deixar que dúzias de tarefas inacabadas e indutoras de ansiedade surjam na sua lista de afazeres dia após dia, basta tirá-las. O colunista do Guardian Oliver Burkeman descreve a liberdade de aceitar que você não fará tudo:

“Você pode se voltar, em vez disso, para a questão muito mais maleável sobre quais coisas deliberadamente negligenciar. A aspiração? A reunião semanal com a qual ninguém se importa? Parta do pressuposto de que algo tem que dar e concentre-se em descobrir o que.

  1. Faça uma coisa de cada vez (mesmo as coisas desagradáveis)

Com os nossos agendamentos já sobrecarregados, é tentador acumular mais e mais em menores quantidades de tempo. Respondemos e-mails enquanto tentamos fazer o trabalho. Nós navegamos na internet enquanto comemos. Nós conversamos ao telefone enquanto dirigimos. Nós mudamos de tarefa para tarefa em um estado quase constante de atenção parcial. Um estudo de Harvard com 2.250 adultos descobriu que passamos pouco mais de metade do nosso tempo focando em uma coisa.

No entanto, o mesmo estudo também revelou que estamos mais felizes quando nos concentramos no que estamos fazendo no momento.

“A perambulação mental é um excelente preditor da felicidade das pessoas”, diz Matthew Killingsworth, o principal pesquisador do estudo. “De fato, quantas vezes nossas mentes deixam o presente e onde elas tendem a ir é um melhor preditor de nossa felicidade do que as atividades em que estamos envolvidos.”

Pare e envolva sua cabeça por um segundo. O que estamos fazendo é menos importante para nossa felicidade do que como nossas mentes estão presentes enquanto estamos fazendo isso. Ficamos mais felizes quando nos concentramos em apenas lavar a louça do que quando lavamos a louça, enquanto planejamos o que faremos para o jantar, contemplamos a lista de tarefas do dia seguinte, ou nos perguntamos se aquele comentário feito na reunião hoje foi sincero ou sincero. um insulto por trás.

Você não precisa meditar para estar mais presente na vida (embora não possa doer) – transforme atividades cotidianas como limpar, comer e cozinhar em atividades conscientes. Quando você perceber que seus pensamentos estão vagando pela apresentação que você está certa de ter estragado ontem ou as pilhas de trabalho que tem esperando por você amanhã, respire fundo e volte sua atenção para o que você está fazendo no momento. Acima de tudo, seja paciente consigo mesmo. Como qualquer habilidade, quanto mais você pratica atenção plena, mais fácil ela se torna.

  1. Invista em atos de criatividade sem objetivo

Quando o tempo parece escasso, é tentador preencher nossos dias com tarefas que parecem urgentes e imediatamente úteis. Mas atos de criatividade sem objetivo podem não ser inúteis, afinal.

Um estudo de 13 dias com 658 jovens adultos descobriu que as pessoas que se envolviam em atividades criativas em um dia eram mais propensas a experimentar emoções positivas e maior “florescimento” – termo que os pesquisadores usam para se referir a um senso geral de propósito e envolvimento na vida. – o dia seguinte.

Aproveite o tempo para fazer algo criativo apenas por sua própria causa. Cozinhar algo novo. Escreva uma carta ou um diário. Faça um quebra-cabeças ou quebra-cabeças. Qualquer coisa que tire você da agitação do dia e tenha uma mentalidade mais criativa e curiosa.

  1. Leia um livro real, honesto-a-bondade

Até mesmo os vendedores de livros são vítimas das distrações da Internet. Escritor, empreendedor e “tecnólogo literário” Hugh McGuire escreve sobre sua experiência “afogando-se em uma enxurrada de informações [digitais] fáceis”:

“Eu estava distraído quando estava no trabalho, distraído quando estava com a família e amigos, constantemente cansado, irritado e sempre nadando contra uma onda de estresse ambiental induzida pela minha constante coceira por informações digitais.”

Embora ele tenha construído uma carreira em torno de livros, McGuire percebeu que tinha lido apenas 12 no ano passado. Foi quando ele decidiu que precisava de uma mudança. Agora, quando ele chega em casa à noite, ele guarda o telefone e o laptop. (“Raramente há um e-mail enviado às 19h30 que não pode esperar até amanhã de manhã”.) Em vez de ligar a TV ou abrir o Netflix ou navegar na Internet, ele lê um livro.

“Ler livros novamente me deu mais tempo para refletir, pensar e aumentou tanto meu foco quanto o espaço mental criativo para resolver problemas de trabalho. Meus níveis de estresse são muito menores e os níveis de energia aumentam. ”

Em vez de fazer uma tentativa fútil de acompanhar todo o conteúdo da Internet, arrume tempo para formas mais lentas de consumir informações.

  1. Passe tempo com amigos na vida real

Se você quiser ser lembrado de quanto tempo você está fazendo, confira o Facebook. Feeds de mídia social estão cheios de colegas que são mais felizes, mais bem-sucedidos, mais satisfeitos e mais mundanos. A pesquisa faz o backup do que muitos de nós já acham que é verdade – estar nas mídias sociais é estressante. Pela própria admissão do Facebook, a rolagem passiva dos posts nos faz sentir pior.

Por outro lado, numerosos estudos mostram que as amizades verdadeiras oferecem uma proteção mental e emocional contra as pressões diárias em nossas vidas. Sentir-se amparado por nossos relacionamentos reduz nossos níveis de cortisol e a pressão arterial – dois indicadores fisiológicos fundamentais do estresse. Então, da próxima vez que receber um convite de um amigo e estiver ocupado demais para aceitar, talvez você esteja ocupado demais para não aceitar.

  1. Dê o seu tempo

Stress e busyness têm uma maneira de transformar nossos pensamentos e preocupações para dentro – é difícil cuidar dos outros quando você sente que está mal mantendo sua própria cabeça acima da água. No entanto, pelo menos um estudo mostra que as pessoas que dão tempo acabam se sentindo como se tivessem mais, não menos. Cassie Mogilner, professora de administração da Wharton, explica esse efeito contra intuitivo:

“A explicação que surgiu em nossos resultados é que as pessoas que dão tempo se sentem mais capazes, confiantes e úteis. Eles sentem que realizaram algo e, portanto, podem realizar mais no futuro. E esse auto eficácia faz com que eles sintam que o tempo é mais expansivo”.

Em vez de acumular o seu tempo escasso, tente entregá-lo a outra pessoa – seja voluntário, ajude um colega de trabalho, faça um favor a um amigo.

  1. Passe 15 minutos ao ar livre

É de se surpreender que o nosso crescente estresse esteja intimamente correlacionado com um aumento nos estilos de vida sedentários e internos? De acordo com uma pesquisa da Agência de Proteção Ambiental, o americano médio gasta 93% de seu tempo em ambientes fechados – 87% em edifícios fechados e 6% em veículos fechados. No entanto, ter sido mostrado ao longo do tempo para ter um efeito relaxante exclusivo em nossos sistemas nervosos.

Um estudo conduzido na Universidade de Chiba, no Japão, descobriu que indivíduos que passaram 15 minutos andando na mata apresentaram reduções significativas nos principais sinais fisiológicos de estresse – uma redução de 16% no cortisol, um hormônio do estresse, uma queda de 2% na pressão arterial e 4% de queda na frequência cardíaca.

Quanto tempo você gasta fora? Existem maneiras de incorporar pequenas quantidades de natureza à sua rotina diária? Acorde com uma caminhada de 15 minutos pela manhã. Estacione mais longe do seu escritório. Saia para fora durante a sua pausa para o almoço. E talvez, apenas talvez, deixe seu telefone para trás.

  1. Reserve espaço para a quietude e a solidão

No mundo constantemente conectado de hoje, nunca precisamos gastar tempo com nossos próprios pensamentos. Nós andamos por aí com um bufê 24 horas por dia, sete dias por semana, de distrações em nossos bolsos. O escritor de viagens Pico Iyer sugere um antídoto para as ocupações que poucos de nós consideram: Não vá a lugar nenhum. Fazer nada.

Em sua palestra TED intitulada A Arte da Quietude, Iyer descreve “ficar parado como uma maneira de se apaixonar pelo mundo e por tudo o que há nele”:

“Acho que muitos de nós têm a sensação – eu certamente acho – de estar a cerca de cinco centímetros de uma tela enorme, barulhenta e lotada, e isso está mudando a cada segundo, e essa tela é a nossa vida. E é apenas dando um passo para trás e, em seguida, mais para trás e ainda segurando que podemos começar a ver o que a tela significa e para capturar o quadro maior … “

Eu realmente não posso superar a eloquência do Sr. Iyer, então vou deixar por aí mesmo.

Eu reconheço a ironia em escrever uma lista de coisas para fazer para se sentir menos ocupado – eles provavelmente acabarão como mais itens em nossas listas que nos sentiremos culpados por não ser feito. Mas eu já escrevi este artigo e você já leu, então eu vou deixar você com algumas regras simples para tratar a vida menos como uma lista de tarefas de Sísifo e mais como a fonte inesgotável de admiração, alegria, e o significado pode ser:

O que te enche? O que deixa você se sentindo exausto? Faça mais do primeiro e menos do último.

Tente não levar muito a sério seus pensamentos ocupados. Pode ser pedir demais para fazê-los calar a boca, mas você pode sorrir para eles e depois voltar para o que estava fazendo antes de serem rudemente interrompidos.

Passe algum tempo todos os dias longe das telas.

Resista à tentação de se distrair constantemente.

Veja o tempo livre não como uma falha moral – ou uma oportunidade para otimizar ainda mais sua vida – mas como um presente.

Nosso tempo é finito. Em vez de sempre administrar a merda, vamos dar a nós mesmos permitiremos para desacelerar e saborear a vida.

Autora: Becky Kane l *Fonte: Blog doist

Como construir uma equipe orientada a soluções

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Chris Myers é Cofundador e CEO da BodeTree (plataforma de soluções financeiras) relata que se considera uma pessoa bastante equilibrada. No entanto, uma coisa que realmente o deixa com raiva: quando as pessoas interagem com problemas presentes, mas não oferecem soluções.

Para Chris qualquer um pode apontar a existência de um problema; essa é a parte fácil. As pessoas que trazem soluções para a mesa ao abordar um problema são as pessoas que realmente movem o mundo para frente.

Ao longo da minha carreira, ele descobriu que as pessoas se enquadram em duas categorias: fazedores e reclamantes. Nas equipes de maior sucesso, o número de fazedores excede em muito o número de reclamantes. O desafio para os líderes, então, é descobrir como atrair, reter e nutrir os auto iniciantes. Chris nos conta o que aprendeu resumido em 5 pontos:

  • Contrate pessoas que você não precisa gerenciar

Como mencionado antes, “os melhores gerentes se cercam de pessoas que não precisam administrar”.

A melhor maneira, se não apenas, de fazer isso é contratar devagar e atirar rápido. Isto é muito mais fácil dizer do que fazer. Historicamente, ele fez exatamente o oposto. Costumava contratar muito rapidamente e evitava demitir pessoas a todo custo. No entanto, percebeu que esse comportamento é covarde e egoísta.

Ao contratar, é importante nunca apressar o processo. Dedicar um tempo para mergulhar no conhecimento de um indivíduo e realmente conhecê-lo é a única maneira de determinar se ele é material de autocrítica. Mesmo assim, ainda há um certo grau de risco que você tem que aceitar.

Por outro lado, demitir um empregado que se enquadra na categoria de “reclamante” é mais claro. Embora o aspecto pessoal de demitir um funcionário seja infeliz, não importa a situação, o caso de negócios geralmente é claro.

A chave para o sucesso ao atirar é a verdade. Ser claro, conciso e direto ao entregar as más notícias. Se um funcionário não estiver demonstrando a atitude e o comportamento que você espera, será necessário fazer uma mudança rápida e decisiva.

  • Mostre ao seu time como agir, não conte

Para Chris não é segredo que os líderes definam o tom para toda a organização. Ele acredita firmemente que os funcionários não devem ser mantidos em um padrão diferente da liderança. Portanto, é importante que os executivos definam o exemplo correto quando se trata de ser proativo.

  • Chris ganhou o apelido de “o cobertor”.

Isso se deveu à minha tendência de cobrir as pessoas com atenção quando algo precisava ser feito. Se houvesse uma situação difícil que exigisse muita atenção, ele era o homem para o trabalho. Ele mantinha esse comportamento ao longo da minha carreira. Se houver algum problema com o nosso software, ele estava no telefone com as principais partes interessadas imediatamente.

Ele preferia excesso de comunicação sempre que surgisse um desafio. Pode ser irritante às vezes, mas ninguém pode duvidar da dedicação em resolver o problema em questão. Embora nem sempre pareça, os funcionários estão sempre observando o exemplo definido pela gerência. Com o tempo, esse exemplo torna-se arraigado como parte da cultura corporativa e cria raízes.

  • Ofereça feedback em tempo real

Não importa quão boa seja a equipe que você monta e quão bom é o exemplo que você estabelece, as pessoas ainda vão decepcioná-lo de vez em quando. Quando isso acontece, o melhor fornecer treinamento em tempo real.

É importante detectar o mau comportamento quando isso acontece e ajudar a explicar a situação aos membros da equipe que estão com dificuldades. Uma situação relatada por Chris e que um dos membros da sua equipe mais confiável estava preso em um ciclo reativo. Ao invés de esperar até o nosso check-in semanal para trazê-lo para cima, Chris o puxou para o lado e os ajudou a entender que agora era um momento para soluções, não reclamações.

  • A mensagem entrou imediatamente e o comportamento parou.

A pessoa não percebeu que estava sendo menos do que prestativa. Foi simplesmente uma reação natural no final de um longo dia. No entanto, esse lembrete sutil dado por Cris foi suficiente para dar início à sua criatividade, e logo resolveram o problema.

As pessoas têm uma tendência para branquear suas memórias ao longo do tempo. Se você esperar muito tempo para treinar um membro da equipe, é provável que ele se lembre da situação de forma diferente e não responda bem às suas sugestões.

No final do dia, é o trabalho do líder cultivar sua equipe para atingir seu potencial máximo. Incentivar uma cultura orientada para a solução é fundamental para esse sucesso.

*Fonte: Forbes.com / Autor: Chris Myers

O futuro do trabalho é o não-trabalho

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“Ando trabalhando demais”. É bem possível que você se identifique com esse sentimento. Mas repare que, mesmo em dias sem tantas pendências profissionais, há uma mania de eficiência que transforma o tempo em um recurso difícil de usufruir sem culpa. Bem, é exatamente isso que o filósofo italiano Domenico de Masi quer que você tenha a mais: tempo livre. Uma ideia que pode causar algum estranhamento a princípio. Afinal, como pensar em tempo livre se é comum desejarmos justamente o oposto: um dia com mais horas, para produzirmos mais. É que para De Masi esse paradigma da eficiência – produzir o máximo possível, de preferência no menor intervalo de tempo – está ultrapassado, pertence ao século passado. Ele acredita que agora estamos no século do Ócio Criativo; título de um de seus livros.

Para sustentar sua tese, Domenico de Masi afirma que estamos vivendo um daqueles períodos históricos que marcam a transição entre duas Eras. A última vez em que isso aconteceu no mundo foi com a Revolução Industrial, que moldou essa mania de eficiência que temos hoje. Essa revolução teve início em 1850, na Inglaterra, onde diversas indústrias foram construídas no meio do caminho entre o campo e a cidade. Tinham que estar próximas tanto da matéria prima rural quanto do mercado urbano. E como as fábricas precisavam de gente para trabalhar, o governo inglês adotou políticas severas de desestímulo (e, em alguns casos, proibição) de trabalho nos campos, para atrair as pessoas às cidades. E, longe do campo, diante da impossibilidade de plantar, a única saída para ter o que comer era trabalhar no chão de fábrica em troca de algum dinheiro – os ingleses que se recusassem eram queimados a ferro e fogo em praça pública. Foi aí que o trabalho se estabeleceu como o meio de sobreviver na cidade – e deixou de estar ligado à expressão de um potencial ou vocação.

Para o filósofo italiano, carregamos uma porção de heranças desse período. Uma delas é o próprio conceito de trabalho, atrelado a sofrimento – aliás, se examinarmos a etimologia, trabalho vem de tripalium, um antigo instrumento de tortura. A outra é uma certa obsessão pela padronização. Para que tudo desse certo na linha de montagem, os trabalhadores precisavam atuar de maneira padronizada – talentos e vocações individuais eram qualidades indesejadas pelas grandes empresas, fato que se repete com alguma frequência até hoje. E a terceira herança industrial que carregamos é a da segregação entre vida e trabalho. Os funcionários de uma fábrica, ao baterem cartão, viravam uma espécie de chave interna que determinava que, naquele momento, diversão e individualidade eram proibidos. Foco, silêncio e produtividade eram a ordem. A vida ficava para depois do expediente.

Acontece que a Revolução Industrial terminou. E, se naquela época a economia era totalmente lastreada pelos bens de consumo tangíveis, como ouro e petróleo, hoje vemos uma vertente de economia dos intangíveis, também chamada de economia criativa, onde os bens que circulam são serviços, informações, tecnologia e criatividade. É nessa transição que vivemos, diz De Masi. E para a economia dos intangíveis, a lógica do trabalho sofrido, da padronização e da segregação entre trabalho e diversão não interessam.

O filósofo italiano acredita que estamos moldando uma nova ordem mundial, e o Brasil terá um papel importantíssimo nessa história. Ele explica que os dois sistemas político-econômicos mais importantes do mundo ocidental – a social-democracia européia e o neo-liberalismo americano – atravessam uma severa crise porque não funcionam mais. Está na hora de criar um modelo novo, ele acredita. E, dentre as economias emergentes que mais crescem no mundo – Brasil, Russia, Índia, China e África do Sul – o Brasil é o país com menos conflitos étnicos e melhores relações diplomáticas. E, em sua última vinda ao país, esse ano, defendeu: somos um forte candidato a criar uma ordem mundial.

E como será essa nova ordem?

De Masi acredita que a resposta passa necessariamente pela reinvenção do modelo de trabalho. Se na lógica moldada pela revolução industrial havia apenas um caminho profissional correto a seguir – fazer uma boa faculdade, passar por alguns estágios até se estabelecer em uma grande empresa – agora há uma infinidade de caminhos possíveis. Em vez de brigar pelas vagas de emprego existentes, está na hora de inventar novos trabalhos. E a única maneira de fazer isso é deixar de buscar fora de si as respostas profissionais. É da conexão com os talentos e vocações internos e da compreensão de como eles podem ser expressados que nascem novos modelos de trabalho.

Se o filósofo italiano estiver certo, o trabalho deixará definitivamente de ser sinônimo de sofrimento, padronização e tédio. É possível afirmar, seguindo a lógica de Domenico De Masi, que o futuro do trabalho é o “não-trabalho”.

Fonte: https://cidadesparapessoas.com/o-futuro-do-trabalho-e-o-nao-trabalho/