Hyperloop implanta centro de pesquisa para transporte do futuro em Contagem/MG

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Modal pretende transportar passageiros e cargas seriam transportados em cápsulas num tubo de baixa pressão. Com isso, viagens entre cidades passariam a demorar minutos.

Imagine entrar numa cápsula e ser lançado, por terra, ao Rio de Janeiro ou São Paulo, numa viagem de cerca de 20 minutos. O que parece cena de filme futurista é o que propõe a Hyperloop Transportation Tchnologies (HyperloopTT), que quer revolucionar a mobilidade mundial, a partir de um novo meio de transporte.

A empresa escolheu Minas Gerais para se estabelecer no Brasil e firma parceria com o governo do estado para a criação de novo Centro Global de Inovação e Logística, em Contagem, na região metropolitana.

Orçado em R$ 26 milhões, o centro será lançado oficialmente nesta sexta-feira e consiste em parceria público-privada (PPP) para desenvolver soluções em logística, com destaque para o transporte de carga. O governo investirá R$ 13 milhões no projeto e a HyperloopTT e outros investidores privados a outra metade.

A prefeitura de Contagem cedeu o espaço de 22 mil metros quadrados onde será implantado o centro de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias. “Essa escolha nos honra e nos estimula. Significa que estamos no caminho correto. O modelo de desenvolvimento econômico que escolhemos é o modelo do futuro”, afirmou o governador Fernando Pimentel (PT).

Assim como o automóvel, o trem e o avião, o hyperloop, que leva o nome da empresa, é um meio de transporte. No centro da ideia está um sistema modal que usa velocidade de avião em meio terrestre, de forma segura.

Passageiros e cargas seriam transportados em cápsulas num tubo de baixa pressão. Com isso, viagens entre cidades passariam a demorar minutos, em vez de horas.

Cada cápsula, de cerca de 30 metros de comprimento, pode transportar de 28 a 40 passageiros, num total de 160 mil passageiros por dia numa só linha. O hyperloop trabalha como um imã, fazendo uso de propulsão eletromagnética.

O sistema já está em teste em Toulose, na França. Há iniciativas em torno da tecnologia em vários outros países, como Estados Unidos, Indonésia, Índia, além dos Emirados Árabes Unidos.

O detalhamento do projeto no Brasil será apresentado nesta sexta-feira e contará com a presença do presidente da empresa, Bipop Gresta, e da embaixadora da HyperloopTT, a astronauta da Nasa Yvonne Cagle.

Entre 140 países, a HyperloopTT selecionou o Brasil para implantar o centro de pesquisa e desenvolvimento e encontrou em Minas Gerais o ambiente propício para o projeto. Isso porque, segundo Gresta, o estado conta com grande presença de talentos, além de empresas internacionais e sistema político preparado para a inovação.

“Vimos no Brasil uma incrível oportunidade por ser um país com longas distâncias, densidade populacional e uma lacuna de infraestrutura. A ideia é passar de uma infraestrutura de transporte antiquada para uma tecnologia do século 21”, diz Gresta.

Atualmente, o modelo está em fase de testes e, assim que obter o aval para a operação, a expectativa é de que leve cerca de três anos até transportar o primeiro passageiro.

As pesquisas em torno desse novo meio de transporte tiveram início em 2013 e contou com adesão de mais de 100 pesquisadores, incluindo a agência espacial norte-americana Nasa.

“Acredito que não seja a solução para hoje ou amanhã, mas, para os próximos anos, não tenho a menor sombra de dúvidas até porque hoje não tem nada criado que nos leva a esse caminho”, reforça o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Miguel Corrêa Júnior.

Como usa como modelo as linhas férreas, o secretário enxerga grande potencial do novo sistema de transporte em Minas. “Naturalmente, um país com forte produção de commoditie, grãos, agricultura, minério. O modelo é a linha férrea, o que permite aproveitar ativos”, afirma.

Questionado sobre a viabilidade da implantação, numa cidade que sequer conseguiu ampliar seu metrô, Côrrea Júnior afirma que o projeto é de iniciativa privada, embora necessite de concessão pública.

“O Uber não é público e é hoje o responsável pelo maior trasporte público de Belo Horizonte. Usar ativos já existentes, qualificá-los com um projeto inovador e ofertar à população. O Estado entende a importância disso para a população. Imaginem tirar todos os caminhões da BR-381”, afirma.

*Fonte: Estado de Minas

Conheça nossa história

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Em 2014 o professor e consultor Gustavo Teixeira sonhou em oferecer ao mercado um serviço que as consultorias tradicionais ainda não eram capazes de entregar. A saída encontrada foi criar serviços que reunissem o que há de mais moderno no mundo, trazendo a pegada de startups que revolucionaram o mercado hoje, junto das boas práticas reconhecidas mundialmente na gestão de mudanças e projetos.

Percebemos uma lacuna de serviços oferecidos por empresas tradicionais, onde soluções antigas não mais geram os resultados esperados por seus clientes. Nasceu então a PMBASIS com a missão de resolver problemas de um mercado cada vez mais conectado.

Muitos cafés, reuniões e contratos depois, criamos uma empresa que reflete o que acreditamos: uma plataforma  em que podemos entregar valor aos nossos clientes, com uma estrutura flexível, sem burocracia e que prima pela inovação.

Criamos então nosso jeito de prestar serviço, baseada nos pilares de uma estrutura:

Crescemos mais de 100% no último ano, nesta jornada grandes empresas acreditaram também nesta visão e hoje ampliamos a prestação de serviços para os setores de mineração, automotiva, tecnologia, saúde e cooperativas.

Com aquele frio na barriga, em 2017 convertemos todos os nossos serviços em duas frentes únicas. Chamamos de PMConverse, que une dois conceitos chave: PMOaaS – escritório de projetos como serviço e PMeXperience – experiência de formação.  Nesta visão posicionamos a empresa como uma prestadora de serviços de alto valor agregado e flexível.

Em 2018 o nosso maior patrimônio são as pessoas que selecionamos para nos apoiar nesta missão, criamos uma estrutura única de governança de serviços garantindo contexto e autonomia para nossos profissionais, independentemente da quantidade de projetos em andamento.

Para o futuro temos a certeza que enfrentaremos novos desafios que nos impulsionarão para novas formas de prestar serviços.

A única certeza é que estamos no caminho certo, errando bastante  mas com a certeza de evoluirmos as relações profissionais com serviços de alto valor agregado, com os melhores recursos de mercado por um preço justo.

 

GP – 5 motivos para investir em ferramentas digitais

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Já estamos em 2018, mas algumas empresas de construção civil continuam utilizando o velho papel e caneta para a realizar a gestão de projetos. No entanto, em um setor cada vez mais tecnológico e integrado, a utilização de ferramentas digitais pode ser a diferença entre projetos bem ou mal sucedidos – um estudo mundial mostrou que 90% dos projetos de infraestrutura terminam atrasados ou com o orçamento extrapolado.

Confira a seguir 5 motivos para investir nas ferramentas de gestão de projetos e veja como elas podem ajudar a sua empresa a melhorar processos dentro e fora do canteiro de obras:

1. Redução de despesas

Você já parou para pensar na quantidade de ligações para telefone fixo, celular e envio de mensagens a sua empresa faz por mês? Com uma ferramenta digital de gerenciamento – onde seja possível trocar informações – esses custos podem ser reduzidos drasticamente.

Além disso, o processamento manual de assuntos logísticos (como pedidos de materiais, vendas e relação com clientes) também consome uma parte significativa dos recursos da empresa, e isso pode ser facilmente resolvido com o uso de uma ferramenta de gestão, principalmente as do tipo ERP (Sistema de Gestão Empresarial). Se manter preso aos métodos tradicionais de comunicação e gestão pode parecer uma economia, mas acaba podendo atrasar os projetos e gerar mais despesas do que o necessário.

2. Entrega mais rápida de projetos

O gerenciamento digital acelera os processos de forma significativa porque facilita a automação e a transmissão de informações. No final das contas, as decisões são tomadas muito mais rápido, e o projeto pode ser entregue dentro do prazo ou até antes.

Para entender como isso acontece, basta imaginar quantas horas por semana são gastas em uma atividade que poderia ser gerenciada por uma ferramenta digital, ou o tempo entre a ocorrência de um problema, a comunicação do mesmo ao gestor e a tomada efetiva da ação para corrigi-lo. Em um ambiente onde imprevistos são frequentes, essa demora acaba atrasando outras atividades no canteiro de obras e causa dificuldade em cumprir os prazos junto aos clientes.

3. Redução de erros

A eliminação de processos manuais diminui a possibilidade de erros, melhorando a qualidade do gerenciamento e dos projetos em questão. Com a exposição clara dos dados e atividades dos profissionais, também é possível controlar o que está sendo executado e prever erros, imprevistos e alterações necessárias para o bom andamento das obras.

4. Integração em tempo real

A troca instantânea de informações é uma das grandes vantagens do uso de ferramentas digitais de gestão de projetos. A relação entre escritório e canteiro de obras é intensificada, facilitando a resolução de pendências e agilizando questões que poderiam levar dias para chegar até o responsável e serem concluídas.

5. Dados confiáveis

As ferramentas de gerenciamento permitem uma visão real e apurada do status de cada obra ou projeto, garantindo transparência e confiabilidade entre os profissionais envolvidos e até mesmo entre os clientes. Além disso, essas informações são trocados de forma mais clara, eficiente e podem ser atualizadas instantaneamente.

Assim, o controle das atividades em campo é efetivo principalmente para os gestores, que geralmente mantém uma rotina longe das obras.

O time PMBASIS é formado por profissionais altamente qualificados na área de gestão de projetos.  Para mais informações entre em contato conosco.

*Fonte: CONSTRUCT

Como funciona a metodologia SCRUM?

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O scrum é uma ferramenta que permite controlar de forma eficaz e eficiente o trabalho, potencializando as equipes que trabalham em prol de um objetivo em comum.

Esta metodologia é essencial para muitas empresas atualmente, porque não apenas facilita a definição de objetivos, como também ajuda a cumprir os prazos estabelecidos.

No scrum se trabalha com o chamado product backlog, um registro que contém as áreas do produto que devem ser desenvolvidas. Do product backlog é criado o release backlog, que é a junção dos requisitos do product backlog que vão ser trabalhados, de acordo com a prioridade de cada um. O release backlog é um ponto para a criação do sprint backlog, que representa o espaço de tempo em que uma tarefa (chamada de user story) vai ser concluída.

O tamanho de cada sprint é adequado à empresa em questão e aos seus projetos. A sprint pode demorar entre uma a quatro semanas. O processo de scrum costuma ser controlado em um quadro, onde é possível ver as tarefas que estão em desenvolvimento, as que foram trabalhadas, mas que ainda precisam ser verificadas ou testadas, e as que são consideradas concluídas.

Alguns dos elementos que fazem parte do processo do Scrum são:

  • Product owner: é o dono do produto ou projeto que vai ser trabalhado, sendo responsável pela direção a seguir, definindo quais requisitos vão fazer parte do product backlog e quais devem ser abordados pela equipe. Representa os usuários ou clientes do produto em questão;
  • Scrum Master: é o elemento que faz a ligação entre o product owner e a equipe. Tem a responsabilidade de organizar reuniões, fazer o acompanhamento do trabalho e se certificar que cada integrante da equipe tem as ferramentas necessárias para cumprir a sua função da melhor maneira possível.
  • Team (equipe): É a equipe que trabalha para o desenvolvimento do projeto ou produto.

Outro conceito relevante nesta área é o daily scrum, ou scrum diário, que consiste em uma reunião organizada pelo Scrum Master. Todos os elementos estão em pé, para que a reunião seja de curta duração (máximo 15 minutos). Esta reunião é uma forma de comprovar que cada elemento está cumprindo o seu papel.

Outra reunião importante no âmbito do scrum é a de planejamento da próxima sprint, onde é definido quanto tempo vai durar cada tarefa. O standard para a medição do tempo de cada tarefa pode ser atribuição de pontos ou tamanhos de camiseta (XL, L, M, S, XS), sendo que uma tarefa que demora mais tem mais pontos. Desta forma, é possível somar os pontos no fim da sprint e averiguar a velocidade de trabalho da equipe.

A monitorização do progresso de cada sprint é feita através da burndown chart (tabela burndown), uma das características que torna o scrum tão popular.

Consiste em uma tabela que permite controlar se um projeto está se desenvolvendo da forma programada. Ela apresenta uma medição diária da quantidade de trabalho que ainda não foi feito em cada sprint ou release. Esta tabela também permite fazer uma estimativa do tempo em que a sprint vai ser concluída. Assim, é possível saber se o projeto está progredindo de acordo com o tempo estimado ou se vai sofrer algum atraso. Essa informação pode ser usada pela equipe para fazer alguns ajustes no seu trabalho, impedindo que o atraso se verifique realmente.

A origem do termo scrum vem do esporte rúgbi, onde scrum define a aglomeração dos jogadores, muitas vezes vista como “formação ordenada”. No scrum, 8 jogadores de cada time estão frente a frente e têm que fazer um esforço para recuperar a bola que se encontra no meio do “aglomerado”.

O time PMBASIS é formado por profissionais altamente qualificados e com certificação Professional Scrum Master.  Para mais informações entre em contato conosco.

*Fonte: Weeke

 

IBM revela 5 previsões sobre a vida em 2022

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As 5 previsões da IBM para 2022

De acordo com a empresa, em apenas cinco anos presenciaremos avanços importantes nos campos da inteligência artificial, Internet das Coisas e medicina. Os benefícios nestas áreas vão desde a saúde e o meio ambiente até a nossa compreensão da Terra e do Universo.

1. Com inteligência artificial, nossas palavras serão uma janela para a nossa saúde mental

Segundo a IBM, em 2022 usaremos Machine Learning e processamento de linguagem natural para prever e monitorar doenças mentais. Sistemas de AI identificarão sinais reveladores de transtornos mentais a partir da análise do discurso do paciente ou mesmo observando palavras escritas.

Dispositivos móveis terão a capacidade de “ouvir” os padrões de fala e, em seguida, analisá-los com um algoritmo de análise de texto para, então, identificar quaisquer problemas. Em 2022, tudo o que dizemos e escrevemos será usado como indicador de nossa saúde mental e bem-estar físico.

Em 2022, usaremos inteligência artificial para prever e monitorar doenças mentais.

A tecnologia ajudará médicos a identificar tratar doenças como depressão, esquizofrenia, Parkinson e Alzheimer ou condições como autismo e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDHA).

2. Hiperimagem e inteligência artificial nos darão visão de super-herói

Em apenas cinco anos, seremos capazes de enxergar amplamente, além do domínio da luz visível. Segundo a IBM, poderemos ver microondas, ondas milimétricas e imagens infravermelhas. E tudo isso através de dispositivos pequenos o suficiente em nossos bolsos.

Equipamentos portáteis e acessíveis, que combinam tecnologia de hiperimagem e inteligência artificial, nos ajudarão a ver informações valiosas ou perigos em potencial que, de outro modo, jamais seriam conhecidos. A visão de “super-herói” seria parte de nossas experiências diárias.

IBM vision

Em 2022, seremos capazes de enxergar amplamente, além do domínio da luz visível (Crédito; Shutterstock)

Os cientistas da IBM estão construindo uma plataforma de hiperimagem compacta que “vê” em diferentes porções do espectro eletromagnético. Incorporada em nossos smartphones, a tecnologia nos forneceria uma supervisão e nos autorizaria a explorar uma infinidade de itens.

A supervisão nos permitiria, por exemplo, avaliar o valor nutricional de alimentos, ou mesmo se estes alimentos são seguros para ser consumidos; detectar se determinado medicamento é verdadeiro ou fraudulento; e, ainda, conduzir veículos com segurança mesmo sob neblina ou chuva.

3. Os macroscópios nos ajudarão a entender a complexidade da Terra em detalhes infinitos

Em 2022, algoritmos e softwares de aprendizagem mecânica nos ajudarão a organizar a informação do mundo, para que possamos compreender a complexidade dos dados coletados por bilhões de dispositivos todos os dias. Estes sistemas são chamados pela IBM de macroscópios.

Estas ferramentas organizarão todos os dados do mundo – sejam coletados por microscópios ou telescópios. Os macroscópios revelarão novos conhecimentos sobre alguns dos problemas mais fundamentais que enfrentamos, como a disponibilidade de alimentos, água e energia.

IBM macroscópio

Em 2022, os macroscópios nos permitirão analisar tudo sob novas perspectivas (Crédito: Shutterstock)

A tecnologia do macroscópio transformará muitas indústrias. Ao agregar, organizar e analisar dados sobre o clima, as condições do solo, os recursos hídricos e sua relação com as práticas de irrigação, por exemplo, uma nova geração de agricultores terá insights para melhorar a colheita.

Estas ferramentas poderão também analisar dados coletados por telescópios para prever as colisões de asteroides. Astrofísicos conhecerão ainda mais o espaço. Ao reunir todos os dados complexos da Terra juntos, os macroscópios nos permitirão analisar tudo sob novas perspectivas.

4. ‘Labs on a chip’ servirão como detetives de saúde para rastrear doenças em nanoescala

Na maioria dos casos médicos, quanto mais cedo uma doença é diagnosticada, mais provável é que ela seja curada ou bem controlada. Contudo, doenças como câncer ou Parkinson são muitas vezes difíceis de detectar, pois se escondem em nossos corpos antes que os sintomas apareçam.

IBM chip

Em 2022, poderemos rastrear doenças em nanoescala (Crédito: Shutterstock)

De acordo com a empresa IBM, a tecnologia Lab-on-a-chip teria fundamental importância no processo de detecção de doenças, sendo capaz de rastrear pistas invisíveis em nossos fluidos corporais para nos informar se há ou não necessidade de consultarmos um profissional da área médica.

Os chips enviarão informações de forma segura para a nuvem, sendo então analisados por sistemas de AI. Doenças que normalmente só poderiam ser detectadas em laboratórios de grande escala serão agora identificadas com a tecnologia Lab-on-a-chip. Em resumo: um laboratório completo de bioquímica na palma da mão.

5. Sensores inteligentes detectarão poluição ambiental à “velocidade da luz”

Em 2022, seremos capazes de detectar poluição ambiental quase que instantaneamente. Sensores inteligentes incorporados no solo ou equipados com drones poderão identificar poluentes em tempo real, sem precisar transferir as amostras de volta para um laboratório.

IBM poluição

Em 2022, poderemos detectar poluição ambiental quase que instantaneamente (Crédito: Shutterstock)

Estas novos dispositivos serão instalados próximos a poços de extração de gás natural, em torno de instalações de armazenamento e no interior de tubulações. Ao identificar qualquer perigo, alertarão as autoridades responsáveis, diminuindo o risco de eventos catastróficos.

Com os sensores, seremos capazes de detectar vazamentos químicos em tempo real; analisar e extrair dados de sensores para obter novos conhecimentos sobre a disseminação de poluentes; combinar dados para detectar novos poluentes; e identificar doenças respiratórias.

Prevendo o futuro

Embora ninguém tenha a capacidade de prever o futuro, as tecnologias referidas já estão bem desenvolvidas por equipes de pesquisa no mundo inteiro, o que leva a IBM a acreditar que concretizar todos estes avanços não é uma questão de se, mas de quando. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

 

Fonte:

  • https://futuroexponencial.com/previsoes-ibm-2022/

MG será a capital da inovação entre os dias 31/out e 04/nov

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A feira mais inovadora da América Latina acontecerá entre os dias 31 de outubro a 04 de novembro no EXPOMINAS – BH/MG.

O lugar certo para fazer conexões e desenvolver novas ideias

Após o grande sucesso de 2016, Minas Gerais se prepara para receber a segunda edição da FINIT! A Feira reúne, em um só lugar, grandes e consolidados eventos e um público bem diverso na capital mineira.

Grandes eventos em um só lugar

A FINIT 2017 comportará a segunda Campus Party Minas Gerais, repleta de atividades para os campuseiros mineiros; a Arena de Negócios, conectando grandes empresas e startups; a Arena Experience, promovendo atividades de divulgação científica; e a Arena Criativa, ambiente dedicado à criatividade e inovação.

Minas Gerais: o lugar certo para inovar

Minas Gerais já se firmou como um dos maiores polos de fomento à inovação e ao empreendedorismo do Brasil. Sua capital vai abrigar novamente a FINIT e tem grandes motivos para isso!

Confira como foi a FINIT 2016

Em novembro de 2016, Belo Horizonte recebeu a primeira edição da feira mais inovadora da América Latina. Um grande hub de negócios que reuniu diversos eventos em um só local, com o objetivo de incentivar a inovação, buscando a troca de informações, soluções e oportunidades

Para fazer sua inscrição acesse: www.finitmg.com.br/inscreva-se

*Fonte: www.finitmg.com.br

 

Como funciona o modelo de negócios do Rock In Rio

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O Rock In Rio pode é considerado um dos maiores eventos de música do mundo. Mas para que tudo ocorra perfeitamente o evento conta com muito planejamento, treinamento, gestão de processos, administração de conflitos e profissionais qualificados.

Segundo o CEO do grupo, Luis Justo, o grande desafio do RiR é entregar com excelência a “prolongação” de momentos de felicidade às pessoas. Engenheiro de formação, ele recorre a Freud para sustentar o argumento de que o Homem vive de momentos de felicidade e que a busca desses momentos é fruto de uma insatisfação que a humanidade vive. O Rock in Rio vem preencher essa lacuna e busca fazer isso com excelência no compartilhamento de felicidade. Para isso, Justo afirma que há muito treinamento dos quase 16 mil colaboradores que atuam na Cidade do Rock e a gestão de talentos é feita de forma criteriosa através de uma liderança compartilhada, porém, claramente estabelecida, ou seja, há uma hierarquia bem definida e integrada. Em todas as áreas ou bairros da Cidade do Rock há coordenadores que se reportam para outros líderes até chegar no board do grupo. A excelência é levada a sério conferindo ao RiR a ISO 20121, uma certificação internacional de sustentabilidade que somente o Comitê organizador das Olimpíadas de Londres tinha obtido até então.

Através do Canvas, Justo apresentou o modelo de negócios do Rock in Rio:

  • Proposta de valor: a experiência, a plataforma de comunicação e o conteúdo exclusivo.
  • Relacionamento com clientes é feito por: sites, redes sociais e na Cidade do Rock.
  • Canais utilizados: site, ticketeria, mídias próprias e parceiros, Cidade do Rock.
  • Segmentos de clientes: fãs de música, patrocinadores e empresas de mídia.
  • Atividades-chave: seleção artística, concepção de experiências e campanhas, gestão de projetos e infra-estrutura.
  • Recursos-chave: Bandas, Cidade do Rock.
  • Parcerias-chave: agentes das bandas, media partners, fornecedores de infra e serviços, governo.
  • Estrutura de custo: bandas, infraestrutura e serviços de produção.
  • Fontes de renda: ingressos, patrocínios e licenciamentos.
 
Imagem – Modelo de Negócio ROCK IN RIO, PMBASIS.