Maturidade na gestão das instituições de saúde

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Especialistas concordam que planejamento é caminho para crescimento institucional

Parece óbvio dizer que as entidades maduras podem cumprir seus objetivos de forma sistemática, enquanto as imaturas chegam às metas por esforços individuais ou espontâneos. Embora esse seja um conceito bem difundido em grandes instituições de saúde do exterior, sua chegada no Brasil é recente.

Esse tipo de planejamento estratégico parte de uma boa administração, que seja capaz de interligar governança corporativa, habilidade empresarial, tecnologias de gestão, gerenciamento de processos e gestão de pessoas. Embora a maioria das instituições de saúde sejam informatizadas, um levantamento da GesSaúde aponta que elas só usam cerca de 30 a 40% das soluções disponíveis.

Atingir a maturidade de gestão implica em ganhos econômicos e melhora a qualidade dos serviços. Para discutir o assunto, Roberto Gordilho e Guilherme Gonzaga, levantam pontos importantes e apontam qual o caminho a ser percorrido para se chegar lá.

Roberto Gordilho é Fundador e CEO da GesSaúde, empresa especializada em consultoria para o fomento da maturidade da gestão em instituições de Saúde do Brasil. Professor e palestrante, o entrevistado é autor do livro “Maturidade de gestão hospitalar e transformação digital – os caminhos para o futuro da saúde”.

Guilherme Gonzaga atua há 20 anos com tecnologia para gestão hospitalar. Tendo trabalhado na MV Sistemas como consultor de sistemas e implantação, gerente de projetos e gerente regional de serviços. Atualmente, é diretor de operações na CM Tecnologia.

O que você considera como uma instituição de saúde com alto nível de gestão? O que essas entidades têm em comum e o que fazem de diferente das demais?

Para GORDILHO uma instituição com gestão madura é aquela que possui pessoas qualificadas e capacitadas para utilizar a tecnologia com bons e sólidos processos para execução da estratégia definida, aliada a um sistema de governança que permita o acompanhamento, controle da organização e dos projetos definidos.

Nos últimos 20 anos a maior parte dos investimentos em “melhoria de gestão” foram direcionados para tecnologia, agora precisamos reequilibrar a balança com investimentos em pessoas e processos para entregar os resultados desejados para o paciente e para a instituição. O que essas organizações têm em comum é a consciência de que precisam de resultados. Assim, a gestão empresarial é tão importante quanto a gestão clínica/assistencial, alinhando estratégia, governança, processos, pessoas e tecnologia.

GONZAGA relata que os conceitos de entidade de saúde são variados, principalmente quando consideramos o core business de cada uma delas. Assim, a maturidade de gestão, de forma macro, se equilibra em três pilares:

  1. Financeiro: um dos grandes desafios é a manutenção da saúde financeira da empresa, considerando o desequilíbrio atual do mercado e suas oscilações, principalmente quando falamos sobre o lead time de recebimento entre unidade e operadora de saúde. Percebemos um grande vácuo entre produção e recebimento, isso gera um impacto significativo no processo financeiro da empresa. Por isso, é essencial saber quais são as suas metas, seu orçamento e o resultado mensal. Ter um acompanhamento eficiente desses pontos, traz segurança à tomada de decisão.
  2. Processos: bons métodos de trabalho geram qualidade e acreditação. Porém, não é apenas o setor de qualidade que permite um desenho eficiente de processos, e sim a combinação com uma estrutura organizacional integrada. Os processos são a materialização do funcionamento operacional da instituição, sendo o que gera sinergia entre todas as áreas da instituição.
  3. Indicadores de desempenho: acredito que os indicadores de desempenho são um dos pontos mais relevantes de uma empresa. Eles produzem o que chamamos de gestão a vista, que é o que realmente permite metrificar os processos e produzir o que chamamos de previsibilidade de negócios.

Desta forma, as instituições de saúde com maturidade de gestão têm em comum a visão analítica e operacional de seu negócio, além de uma busca constante na previsibilidade de seus processos, principalmente nos resultados financeiros e processuais.

Para as instituições de saúde que ainda estão engatinhando no processo de gestão, quais seriam os passos para se tornarem mais maduras?

O desenvolvimento da maturidade de gestão é um processo que pode e deve ser acelerado. O mercado da saúde está mudando muito rápido, existem novos modelos de remuneração e monetização, falta atualização da tabela SUS, transformação digital, chegada da geração Y na liderança e consolidação de grandes redes, diz GORDILHO.

Neste novo cenário, a fórmula de gestão do século XIX já não serve mais. E, para acelerar o processo de maturidade de gestão, minhas sugestões são:

  1. Defina uma estratégia avaliando todo o cenário.
  2. Capacite os líderes para o desenvolvimento de novas habilidades.
  3. Revise os processos para reorganizar a operação com base em dois caminhos de fluxos horizontais: o do paciente e o do dinheiro.
  4. Defina indicadores com base na estratégia e nos processos.
  5. Treine todos os colaboradores nos novos processos.
  6. Acompanhe sistematicamente a estratégia, corrija o rumo, reavalie e aprenda a rodar o PDCA de forma rotineira e sistemática.
  7. Institucionalize o método para todos os níveis de gestão.

Uma consultoria pode ser considerada quando o gestor avaliar que não tem expertise e/ou tempo para estruturar tudo sozinho. Como consequência do aumento da maturidade, há a transformação cultural. É preciso entender que implantar novos processos e desenvolver foco em resultados muda o pensamento e a forma de atuação de todos os colaboradores, por isso essa transformação vai acontecer de forma muito natural.

Nesse processo, a adoção de softwares será uma necessidade crescente, já que os novos modelos de trabalho exigem ferramentas mais inteligentes e mais focadas na experiência do paciente. Acabou o tempo em que o foco da gestão era a melhoria da operação

GONZAGA enfatiza que para o processo de amadurecimento, considera-se a implantação de um software de gestão importante, mas não determinante, principalmente quando se entende que, independente de qual seja o ERP ou EMR que a instituição escolha, não é a ferramenta que determina os melhores processos ou fluxos a serem seguidos.

É o fator recursos humanos que tem influência considerável no desenvolvimento de um sistema de gestão, lembrando que essas soluções são estáticas, configuráveis e possuem dependência de usabilidade.

A consultoria de sistemas alinhada à consultoria de negócio é determinante para que a adoção do software faça sentido para a organização. Sendo um fator de impulsionamento da maturidade de gestão, a consultoria de negócios traz uma visão de mercado e principalmente das melhores práticas com métodos e processos (BPMN), alinhado a profissionais bem capacitados e com conhecimento multidisciplinar de negócios.

Entretanto, é importante entender que nada disso é eficiente se a empresa não introduzir esse pensamento em sua cultura funcional, operacional e principalmente administrativa. A mudança de mindset é determinante e essencial para evolução empresarial.

Qual a sua opinião sobre a utilização da metodologia BPM — Business Process Management — nos hospitais?

GORDILHO acredita que é necessário revisar todos os processos para transformar o modelo vertical em modelo horizontal. O hospital é uma coleção de processos, não o estruturar desta forma gera os altíssimos índices de desperdício e ineficiência observados atualmente.

O BPM é uma ferramenta que pode auxiliar no cumprimento desta atividade, mas com certeza não é a única. O importante não é a ferramenta, é o método. A oportunidade é “o que”, não “como”, por isso é preciso realizar a revisão completa dos processos da instituição para ganhar eficiência, agilidade e proporcionar um atendimento seguro, humano e de qualidade ao paciente.

Hoje em dia, essas metodologias não oferecem apenas oportunidades de crescimento, sendo também fundamentais para a sobrevivência das instituições. Quem não aumentar sua maturidade de gestão e focar em resultados, vai desaparecer.

Para GONZAGA ao falar em metodologia BPM dentro de uma instituição de saúde é muito importante entender como funcionam as estruturas operacional e organizacional, cultura de mudança, o quanto os profissionais estão abertos a receber novas ideias e quanto a alta gestão está disponível a patrocinar mudanças. O BPM, por si só, não quer dizer nada se o método de aplicação não for bem recebido por todos os colaboradores. Não é o método que traz benefícios, mas sua aplicabilidade.

Como é possível perceber que a instituição de saúde tem um alto nível de gestão?

GORDILHO destaca que um bom indicador do alto nível de gestão são os resultados obtidos no atendimento aos pacientes e na organização da instituição. A conversa com diretores e o atendimento médico podem até dar um indício de como as coisas estão progredindo, mas é por meio do balanço, do volume de infecção hospitalar, da taxa de giro de leitos e do nível de satisfação dos usuários que se terá certeza.

GONZAGA salienta a importância de não confundir o alto nível de gestão com qualidade de atendimento. Ainda que possuam relação, não quer dizer que esse seja um índice de maturidade. Se analisarmos friamente a qualidade de um serviço, vamos perceber que ele está ligado à forma que o gestor trata seu negócio, se dirige aos seus colaboradores e trata seus clientes.

Só a conversa com os diretores não é um indicador eficiente, já que teoria sem prática é verbalismo. Por isso, um bom indicador de maturidade, está na forma como a instituição armazena e disponibiliza suas informações. Se os colaboradores de áreas diferentes estiverem com o pensamento organizacional unificado, além de entenderem as entradas e saídas de cada processo, possivelmente trata-se de uma instituição madura.

Como a tecnologia contribui para a gestão eficiente?

 A tecnologia é um dos fatores de maturidade de gestão, e é o equilíbrio que leva ao aumento dos resultados. Os últimos 20 anos mostram que a tecnologia pela tecnologia não resolve problemas e não aumenta a qualidade administrativa, mas em conjunto com as outras disciplinas é fundamental.

Usar bem as ferramentas melhora a gestão de pessoas, processos, estratégia e governança. É preciso trabalhar para aumentar a maturidade, aumentando consequentemente os resultados e a sustentabilidade das instituições, destaca GORDILHO.

GONZAGA ressalta a tecnologia, como objeto transformador, é um dos fatores determinantes para a evolução e maturidade operacional. As inovações permitem que cada área institucional ganhe escalabilidade na gestão, captação e transação de informações. É preciso entender que criar métodos sem uma inteligência de negócio amparada por sistemas eficientes muito provavelmente não trará resultados satisfatórios.

Os softwares e hardwares de alta disponibilidade são, muitas vezes, soluções rápidas e eficientes para problemas constantes de operação na instituição de saúde.

*Fonte: http://gestorsaude.cmtecnologia.com.br/gestao/gordilho-gonzaga-discutem-maturidade-de-gestao/

O que eu faço para gerir minha carreira?

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Como gerenciar sua carreira

Não há escassez de livros alegando revelar a verdade secreta por trás das carreiras de sucesso. Além de todos os podcasts, palestras do TED, palestrantes motivacionais de fim de noite e os sábios conselhos de seus parentes. Qual a linha de fundo da maioria desses conselheiros? Uma carreira bem-sucedida exige administrar a pessoa no espelho – superando suas tendências e hábitos que podem minar os esforços para encontrar a felicidade no trabalho. Professores e pesquisadores sugerem:

Construa uma base forte

Existem alguns fundamentos importantes para a construção de uma carreira de sucesso que você deve saber se está apenas começando ou se está se aproximando a aposentadoria. E eles se aplicam a todas as esferas da vida – se você é um açougueiro, um padeiro ou um analista de sistemas.

As seguintes estratégias testadas e comprovadas terão pouco impacto no que você faz todos os dias. Eles não necessariamente o ajudarão a cumprir uma tarefa devida até a manhã de sexta-feira ou a preencher uma lista de tarefas a fazer.

Em vez disso, eles são fundações que lhe darão uma base sólida na qual construir uma carreira de sucesso que possa resistir a mudanças inesperadas. Essas ideias também ajudarão você a colocar o trabalho e a carreira na perspectiva correta, porque há muito mais na vida além da rotina diária.

O VALOR DO NETWORKING

Há quase um acordo unânime entre os pesquisadores de que construir e cultivar relacionamentos com pessoas – atuais, antigos colegas e pessoas que respeitamos nos negócios – fornece um meio forte para uma carreira vibrante e uma proteção para quando o imprevisto acontecer.

NOÇÕES BÁSICAS DE REDE

A boa notícia é que você já desfruta dos benefícios das redes, tanto formais quanto informais. Pense nas pessoas com quem você trabalha todos os dias, nas pessoas que você perguntará: “Por que a impressora não está funcionando?” Ou “Já experimentou o novo café na rua?” Pense nisso como sua rede local.

Os colegas de trabalho que você encontra regularmente; São pessoas com quem você tem uma relação de trabalho e conhece bem o suficiente para ter uma conversa ocasional. Você pode chamá-los de seu círculo exterior.

Em seguida, antigos colegas e antigos chefes. Eles podem ser seu círculo estendido. São apenas três redes muito generalizadas. Você pode ter muito mais. As redes fornecem uma conexão com os colegas de trabalho, uma ligação emocional com alguém que nos conhece. Mas eles também fornecem uma fonte de informações ou informações comerciais sobre seu departamento, sua empresa ou sua indústria.

Na verdade, muitas vezes, os links distantes em suas redes fornecem o máximo de valor, como ajudá-lo a encontrar um emprego. O sociólogo Mark Granovetter faz uma distinção entre laços fortes (amigos íntimos, família, colegas de trabalho) e laços fracos (ex-colegas, ex-colegas, pessoas que conhecemos, mas não bem). Em “The Strength of Weak Ties”, ele mostra como esses links mais distantes fornecem portas para outras redes às quais normalmente não teríamos acesso.

Seu objetivo é atender a esses diferentes relacionamentos da maneira que você pode cuidar de um jardim. Eles requerem algum cuidado, alguns dando para receber. Em outras palavras, preste atenção e coloque em algum tempo.

COMO COMEÇAR

Se você sentir que os músculos da sua rede precisam de algum exercício, aqui estão algumas maneiras de começar. Em todos esses casos, você frequentemente terá que ser o iniciador. Então, acostume-se a essa ideia.

1 – Quando você se deparar com um ex-colega de trabalho no seu local de trabalho, diga mais que um rápido alô. Tente tirar um momento e descubra como eles estão indo. Empregos e responsabilidades estão sempre mudando e, francamente, é bom quando alguém tem um interesse sincero em nossas vidas.

2 – Convide pessoas para beber depois do trabalho ou para se juntar a você em um esforço voluntário patrocinado pela empresa. A coisa aqui é apenas conhecer pessoas um pouco melhor além do horário de trabalho.

3 – A mídia social é justamente criticada por tantos motivos, mas não há dúvida de que pode ser uma ferramenta de carreira eficaz. O LinkedIn e o Facebook podem fornecer uma maneira eficaz e relativamente indolor de alcançar pessoas conhecidas, especialmente aquelas que mudaram de emprego. Pense em um colega ou colega de classe com quem você perdeu contato e entre em contato com uma simples mensagem “o que há de novo?”. Relacione um pouco (não mais do que algumas frases!) Sobre o que você tem feito e pergunte como eles estão indo. A coisa a evitar aqui é soar, bem, carente ou assustador – isso apenas confirma os piores estereótipos das redes.

Apenas seja sincero: você está tentando restabelecer conexões com alguns antigos colegas de trabalho. E não leve para o lado pessoal se você não ouvir de volta; se o seu colega quiser escrever de volta, ele ou ela o fará. Lembre-se de manter seus perfis atualizados. Quaisquer que sejam seus sentimentos em relação às mídias sociais, um perfil desatualizado não está fazendo nenhum bem.

REDE SOZINHO NÃO É BASTANTE

O tipo de rede descrito aqui é uma expansão lenta e constante de seus contatos sociais em sua empresa e indústria. Tem benefícios emocionais e melhora o seu conhecimento de negócios. Mas isso não trará instantaneamente aos candidatos a emprego uma entrevista com a C.EO., ou a chance de lançar uma ideia de start-up para os capitalistas de risco.Não que isso não seja possível.

Seu amigo da faculdade pode conhecer alguém que conhece alguém, mas muitas vezes quando ouvimos falar de pessoas que tiveram uma grande oportunidade porque criaram algo que foi notado. Em um ensaio recente, Adam Grant, professor da Wharton School, insistiu que fazer um trabalho impressionante pode ser tão importante quanto as habilidades em rede: “Na vida, certamente ajuda a conhecer as pessoas certas. Mas quão duro eles vão bater em você, até que ponto eles esticam seus pescoços para você, depende do que você tem para oferecer. Construir uma rede poderosa não exige que você seja um especialista em rede. Apenas requer que você seja um especialista em alguma coisa ”.

FIQUE INFORMADO

As carreiras prosperam quando as pessoas acompanham as mudanças em seus campos. Em todos os empreendimentos, há novas tecnologias, novas “melhores práticas”, mudanças nas regulamentações e desafios previamente imprevistos. Isso se aplica tanto ao pedreiro experiente quanto ao arquiteto de torres de escritórios.

A maioria dos empregos cai em um padrão ao longo do tempo – ou pelo menos parece – mas, na verdade, eles estão mudando de formas incrementais. Podemos deixar de antecipar as mudanças ao virar da esquina.

Manter-se a par das mudanças em seu campo pode manter sua carreira no caminho certo e vibrante. Você pode ver uma oportunidade inesperada quando uma abertura de trabalho é publicada. Ou pode dizer que é hora de sair do nosso trabalho, antes que mude para pior.

O objetivo aqui: mantenha a cabeça erguida e evite cair em uma rotina. Algumas maneiras de conseguir isso:

Participe de uma organização profissional e participe de seus eventos. Melhor ainda, participe de diferentes projetos e ajude a fazer apresentações. Você aprenderá mais sobre seu campo, ganhará uma experiência valiosa, aumentará seu perfil e conhecerá novas pessoas em seu setor.

Inscreva-se em workshops e sessões de treinamento. Se eles forem oferecidos no seu local de trabalho, essas oportunidades irão expô-lo a algo novo, mesmo que eles nem sempre se sobreponham ao seu trabalho atual.

Continue sua educação, tendo aulas em seu campo. Existem várias maneiras de fazer isso, desde os muitos cursos on-line gratuitos e relativamente baratos até frequentar uma escola local de tijolo e argamassa. Se você não tem certeza do tipo de curso a ser feito, pergunte a colegas de trabalho ou a seu supervisor. (Se você deseja usar essa classe extra para iniciar uma mudança para outro campo, certifique-se de ter orientação das pessoas nessa área de trabalho.) Você está procurando um diploma ou certificado específico, como um MBA, ou simplesmente procurando uma Claro, preencher uma lacuna em seu conhecimento? Você pode encontrar os dois tipos de cursos, mas não confunda um com o outro. E não se esqueça de verificar se o seu empregador pode ajudar a subscrever a mensalidade. Muitas empresas oferecem esse benefício para aulas relacionadas ao seu trabalho. Se isso for uma opção, certifique-se de que seu plano de curso satisfaça as regras da sua empresa.

Torne-se o professor. Se você tem uma habilidade ou conhecimento especial, considere tornar-se um professor adjunto em seu campo em uma faculdade ou universidade. Instituições de ensino superior contam com adjuntos para ministrar cursos profissionais. Você ganhará algum dinheiro extra e conhecerá outros adjetivos, que lhe darão novas perspectivas em seu campo.

MAS LEMBRE-SE … VOCÊ NÃO É SUA CARREIRA

É importante lembrar que sua carreira não define você. David M. Solomon, co-presidente do Goldman Sachs, talvez o banco mais influente de Wall Street, que gasta seu tempo livre tocando músicas como D.J. D-Sol Ou Mike Esposito, um bom amigo, que era um escultor de madeira premiado quando não estava trabalhando como técnico de linha telefônica.

Interessar-se por algo não relacionado ao seu trabalho pode ser uma maneira de energizar seu interesse em todas as coisas. Estudos têm mostrado que estimular hobbies e interesses correlacionam-se com menos esgotamento e uma maior capacidade de superar adversidades em seu trabalho.

Algumas ideias para você começar:

Pegue atividades criativas como tricô e tecelagem, com seu cônjuge ou um amigo participe de um esporte em que você sempre teve interesse; ou aprenda a tocar um instrumento musical ou junte-se a um coro.

Voluntário por uma causa sobre a qual você se sente fortemente. Procure caminhos criativos para abordar os problemas em que você está trabalhando.

Se você preferir a estimulação intelectual, faça cursos em matérias que você sempre quis ter na faculdade, mas pulou – história da arte, astronomia, história, o que quer que seja.

Você não está necessariamente explorando uma carreira alternativa, mas deixando que sua curiosidade não trabalhista floresça por um tempo.

Não é difícil prever que o interesse externo tornará as dificuldades do dia de trabalho mais fáceis de lidar, aliviando algumas das pressões auto induzidas e abrindo alguma energia criativa que pode ser direcionada às suas tarefas de trabalho.

Fonte: Autor Kevin Granville – https://www.nytimes.com