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Metodologia de projetos: o que é e como escolher a ideal?

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Os desafios da gestão de projetos começam cedo, logo ao escolher a metodologia de projetos mais adequada ao trabalho que precisa ser feito. Entre tantos processos, documentos e prazos, pode ser complicado saber quais práticas são mais efetivas, certo?

Neste post, vamos te explicar o conceito de metodologia de projeto, os tipos existentes e dar algumas dicas para você escolher a metodologia perfeita para cada iniciativa! Você vai aprender:

. O que é uma metodologia de projeto?

. Tipos de metodologia de projetos

. Metodologias de projetos mais conhecidas

. Como escolher uma metodologia de projetos?

Vamos lá?

O que é uma metodologia de projeto?

Uma metodologia de projetos consiste em um padrão de implantação, desenvolvimento e uso de ferramentas ao executar um projeto.

Assim, as metodologias de projetos podem ser resumidas em um conceito: sistematização. Ao organizar a ordem de execução das tarefas, além do tempo investido em cada uma e os materiais usados, por exemplo, é mais fácil manter a execução do projeto alinhada com as expectativas do cliente, além de integrar as equipes e acelerar as entregas.

Uma metodologia é importante para a gestão de projetos de qualquer empresa, mas principalmente para aquelas que executam projetos complexos ou vários projetos simultâneos, algo comum em organizações de grande porte.

É muito comum que metodologia seja confundida com outro termo semelhante: método, principalmente por terem significados muito próximos. Entenda essa diferença:

Metodologia vs. método

Ambos os conceitos detalham como algo deve ser executado, porém em escalas diferentes. Um método é relacionado a uma etapa ou processo isolado do projeto, enquanto uma metodologia se refere a toda a execução do projeto.

Imagine uma casa sendo construída. O projeto arquitetônico, incluindo os materiais necessários, prazo de entrega da obra e ordem de construção, corresponde à metodologia. Já o modo como as paredes serão pintadas ou como a fiação será instalada, são métodos de executar uma tarefa.

Dessa forma, é importante entender que, mesmo que métodos de projetos sejam necessários para a otimização de uma rotina de trabalho, eles só serão efetivos junto de uma metodologia de projetos.

Agora que o conceito de metodologia está claro, vamos te apresentar os três tipos de metodologia conhecidos:

Os tipos de metodologia de projeto

Tradicional

As metodologias tradicionais (ou preditivas) são aplicadas de forma que todo o planejamento do projeto seja feito antes de sua execução. Desse modo, todas as características relevantes do projeto, como cronograma, escopo, orçamento e materiais são definidos com antecedência. Isso acaba diminuindo a tolerância a mudanças no projeto.

Esse tipo de metodologia é mais usado por empresas que já possuem experiência com projetos e conhecem as práticas que melhor se encaixam a seu modelo de trabalho. Com essa expertise em projetos, essas organizações têm menos necessidades de fazer mudanças no planejamento. É claro que essa decisão também depende da disponibilidade de informações sobre o projeto, como abordaremos mais adiante.

Ágil

Uma metodologia ágil, ao contrário das tradicionais, é adaptável ao rumo que o projeto toma durante a execução. O planejamento é feito de forma iterativa, ou seja, as características são definidas de acordo com as entregas. Se uma etapa do projeto acaba levando mais tempo para ser finalizada, por exemplo, o cronograma se adapta a esse imprevisto. Por isso, a tolerância a mudanças é muito maior.

Por ser mais flexível, a metodologia ágil é mais usada por startups e organizações, que não são tão familiarizadas com a gestão de projetos clássica. Assim, têm mais liberdade para fazer mudanças no planejamento e se adequar às mudanças rapidamente. Além disso, a ágil é útil também para empresas que inovam constantemente, o que exige metodologias mais adaptáveis.

Híbrida

Uma metodologia híbrida, como o próprio nome sugere, é composta por um mix de conceitos tradicionais e ágeis. Assim, a empresa pode escolher quais práticas são mais adequadas para atingir seus objetivos e metas atuais, criando uma gestão de projetos “personalizada”. Uma organização pode querer organizar o esforço das equipes em sprints, por exemplo, mas optar pela utilização de um escopo bem detalhado para obter a aprovação do cliente.

Assim, essa metodologia surge para empresas que já tem conhecimento extenso sobre projetos, porém que buscam inovação e atualização de suas práticas constantemente. Com uma metodologia híbrida é possível reunir o melhor dos dois mundos!

Metodologias de projeto mais conhecidas

Sejam ágeis ou tradicionais, existem muitas metodologias de projetos no mercado, cada uma focada em um ou mais aspectos da gestão de projetos. Entre as mais conhecidas estão:

Cascata

Por ser muito sistemática e detalhada, é comum confundir a metodologia cascata com a categoria tradicional. Ela normalmente é usada quando todos os detalhes do projeto, como requisitos, prazos e recursos, estão bem definidos.

A cascata tem esse nome por ser sequencial, ou seja, uma etapa do projeto só é iniciada quando a anterior está concluída.

Como a maioria das metodologias tradicionais, o planejamento da cascata é feito antes do início da execução do projeto e todas as etapas são reunidas e aprovadas uma única vez.

PRINCE2

A PRINCE2 é uma metodologia inglesa originalmente criada para projetos da área de TI, porém atualmente é usada por diversos setores. Ela se baseia em 7 princípios, 7 temas e 7 processos:

Princípios

  1. Justificativa contínua do negócio;
  2. Aprender com a experiência;
  3. Papéis e responsabilidades bem definidos;
  4. Gerenciar por estágios;
  5. Gerenciar por exceção;
  6. Foco em produtos;
  7. Adequar ao ambiente do projeto.

Temas

  1. Business Case;
  2. Organização;
  3. Qualidade;
  4. Planos;
  5. Risco;
  6. Mudanças;
  7. Progresso.

Processos

  1. Starting Up a Project (SU);
  2. Directing a Project (DP);
  3. Initiating a Project (IP);
  4. Managing a Stage Boundary (SB);
  5. Controlling a Stage (CS);
  6. Managing Product Delivery (MP);
  7. Closing a Project (CP).

Esses 21 conceitos fazem parte das melhores práticas da gestão de projetos e, apesar de ser uma metodologia tradicional, a PRINCE2 é flexível e pode ser usada em conjunto com outras estratégias, inclusive metodologias ágeis.

Scrum

Scrum é a metodologia ágil mais conhecida atualmente, originalmente criada para empresas de software. Nesse framework, a execução do projeto é dividida em sprints, pequenos ciclos de trabalho que geram entregas que compõem o produto final. O planejamento do escopo do projeto é feito a cada sprint, de forma iterativa. Assim, é muito mais simples implementar mudanças na execução.

Essa metodologia conta com o scrum master, uma pessoa especializada em gestão ágil encarregada de facilitar a execução do projeto e suprir o development team (equipe de desenvolvimento) com as ferramentas e os conhecimentos necessários. Apesar de ser considerada imprevisível por alguns, a metodologia scrum ajuda a criar uma solução que atende melhor às necessidades do cliente, além de aumentar a produtividade das equipes.

eXtreme Programming (XP)

A XP é uma metodologia muito semelhante ao Scrum, mais focada na simplicidade e produtividade. As sprints normalmente são mais curtas e testes e revisões são feitos constantemente, para garantir a qualidade do produto final.

Assim, essa metodologia consiste, basicamente, em levar todas as práticas consideradas benéficas para a gestão ágil ao extremo.

Ao contrário do que muitos pensam, a XP funciona muito bem para projetos complexos. Isso porque, graças aos ciclos de trabalho curtos e a alta tolerância a mudanças, é fácil prever, evitar e contornar riscos que podem comprometer todo o projeto.

E agora chegamos ao ponto crucial deste texto: como escolher a metodologia de projetos ideal para sua empresa?

Como escolher uma metodologia de projetos?

Para escolher a melhor metodologia para seu projeto, é importante observar critérios como:

Conhecimento sobre o projeto

O quanto as pessoas envolvidas sabem sobre o projeto é um critério muito importante ao escolher a metodologia de projetos. Isso porque o nível de conhecimento das equipes afeta diretamente a necessidade de mudanças ao longo da execução. O diagrama de Stacey nos ajuda a entender melhor essa relação:

A partir do entendimento dos requisitos necessários e do domínio das tecnologias usadas para a execução do projeto, é possível determinar o conhecimento das pessoas sobre o projeto. Esse conhecimento pode ser dividido em quatro estágios:

  • Anarquia: nada se sabe sobre o projeto. Nesse estágio, as equipes não sabem nem como começar;
  • Complexo: o conhecimento é maior do que na anarquia, mas a vulnerabilidade do projeto a riscos ainda é grande. É o estágio perfeito para metodologias ágeis;
  • Complicado: há conhecimento suficiente sobre o projeto. Nesse estágio, metodologias tradicionais são ideais;
  • Simples: as equipes já estão familiarizadas com o projeto e sabem exatamente o que deve ser feito e como.

Atenção aos riscos

Projetos complexos normalmente estão associados a uma maior exposição aos riscos. Nesses casos, uma metodologia tradicional traz mais segurança aos stakeholders, já que os riscos são listados no escopo antes mesmo do início do projeto, junto de medidas preventivas.

Agora, quando o projeto está exposto a menos riscos ou a equipe precisa focar em outros elementos, como agilidade por exemplo, a metodologia scrum pode ser mais benéfica. Por meio dela é possível completar etapas mais rapidamente, além de contornar eventuais riscos de forma mais simples.

Complexidade do projeto

Como você já deve ter percebido, a complexidade do projeto é um fator importante a se considerar ao escolher uma metodologia. Isso porque, na maior parte das vezes, um projeto complexo (nesse caso o termo complexo corresponde ao estágio complicado de Stacey) exige mais esforço dos envolvidos, mais recursos e, principalmente, maior detalhamento do escopo. Já projetos simples são executados de forma mais fluída e acabam não exigindo tanto planejamento.

Assim, uma metodologia tradicional acaba sendo mais benéfica para projetos complexos. No entanto, a empresa pode optar, caso obtenha o conhecimento necessário, por criar uma metodologia híbrida que inclui práticas ágeis e prioriza a flexibilidade sem deixar de lado o controle.

O Euax Acelera, por exemplo, é um framework híbrido desenvolvido pela Euax Consulting que combina boas práticas de mercado com anos de experiências dos nossos consultores. O Euax Acelera é é baseado nos princípios do design thinking e busca promover a cocriação através de ferramentas visuais.

Os desafios da gestão de projetos começam cedo, logo ao escolher a metodologia de projetos mais adequada ao trabalho que precisa ser feito. Entre tantos processos, documentos e prazos, pode ser complicado saber quais práticas são mais efetivas, certo?

Neste post, vamos te explicar o conceito de metodologia de projeto, os tipos existentes e dar algumas dicas para você escolher a metodologia perfeita para cada iniciativa! Você vai aprender:

. O que é uma metodologia de projeto?

. Tipos de metodologia de projetos

. Metodologias de projetos mais conhecidas

. Como escolher uma metodologia de projetos?

Vamos lá?

O que é uma metodologia de projeto?

Uma metodologia de projetos consiste em um padrão de implantação, desenvolvimento e uso de ferramentas ao executar um projeto.

Assim, as metodologias de projetos podem ser resumidas em um conceito: sistematização. Ao organizar a ordem de execução das tarefas, além do tempo investido em cada uma e os materiais usados, por exemplo, é mais fácil manter a execução do projeto alinhada com as expectativas do cliente, além de integrar as equipes e acelerar as entregas.

Uma metodologia é importante para a gestão de projetos de qualquer empresa, mas principalmente para aquelas que executam projetos complexos ou vários projetos simultâneos, algo comum em organizações de grande porte.

É muito comum que metodologia seja confundida com outro termo semelhante: método, principalmente por terem significados muito próximos. Entenda essa diferença:

Metodologia vs. método

Ambos os conceitos detalham como algo deve ser executado, porém em escalas diferentes. Um método é relacionado a uma etapa ou processo isolado do projeto, enquanto uma metodologia se refere a toda a execução do projeto.

Imagine uma casa sendo construída. O projeto arquitetônico, incluindo os materiais necessários, prazo de entrega da obra e ordem de construção, corresponde à metodologia. Já o modo como as paredes serão pintadas ou como a fiação será instalada, são métodos de executar uma tarefa.

Dessa forma, é importante entender que, mesmo que métodos de projetos sejam necessários para a otimização de uma rotina de trabalho, eles só serão efetivos junto de uma metodologia de projetos.

Agora que o conceito de metodologia está claro, vamos te apresentar os três tipos de metodologia conhecidos:

Os tipos de metodologia de projeto

Tradicional

As metodologias tradicionais (ou preditivas) são aplicadas de forma que todo o planejamento do projeto seja feito antes de sua execução. Desse modo, todas as características relevantes do projeto, como cronograma, escopo, orçamento e materiais são definidos com antecedência. Isso acaba diminuindo a tolerância a mudanças no projeto.

Esse tipo de metodologia é mais usado por empresas que já possuem experiência com projetos e conhecem as práticas que melhor se encaixam a seu modelo de trabalho. Com essa expertise em projetos, essas organizações têm menos necessidades de fazer mudanças no planejamento. É claro que essa decisão também depende da disponibilidade de informações sobre o projeto, como abordaremos mais adiante.

Ágil

Uma metodologia ágil, ao contrário das tradicionais, é adaptável ao rumo que o projeto toma durante a execução. O planejamento é feito de forma iterativa, ou seja, as características são definidas de acordo com as entregas. Se uma etapa do projeto acaba levando mais tempo para ser finalizada, por exemplo, o cronograma se adapta a esse imprevisto. Por isso, a tolerância a mudanças é muito maior.

Por ser mais flexível, a metodologia ágil é mais usada por startups e organizações, que não são tão familiarizadas com a gestão de projetos clássica. Assim, têm mais liberdade para fazer mudanças no planejamento e se adequar às mudanças rapidamente. Além disso, a ágil é útil também para empresas que inovam constantemente, o que exige metodologias mais adaptáveis.

Híbrida

Uma metodologia híbrida, como o próprio nome sugere, é composta por um mix de conceitos tradicionais e ágeis. Assim, a empresa pode escolher quais práticas são mais adequadas para atingir seus objetivos e metas atuais, criando uma gestão de projetos “personalizada”. Uma organização pode querer organizar o esforço das equipes em sprints, por exemplo, mas optar pela utilização de um escopo bem detalhado para obter a aprovação do cliente.

Assim, essa metodologia surge para empresas que já tem conhecimento extenso sobre projetos, porém que buscam inovação e atualização de suas práticas constantemente. Com uma metodologia híbrida é possível reunir o melhor dos dois mundos!

Metodologias de projeto mais conhecidas

Sejam ágeis ou tradicionais, existem muitas metodologias de projetos no mercado, cada uma focada em um ou mais aspectos da gestão de projetos. Entre as mais conhecidas estão:

Cascata

Por ser muito sistemática e detalhada, é comum confundir a metodologia cascata com a categoria tradicional. Ela normalmente é usada quando todos os detalhes do projeto, como requisitos, prazos e recursos, estão bem definidos.

A cascata tem esse nome por ser sequencial, ou seja, uma etapa do projeto só é iniciada quando a anterior está concluída.

Como a maioria das metodologias tradicionais, o planejamento da cascata é feito antes do início da execução do projeto e todas as etapas são reunidas e aprovadas uma única vez.

PRINCE2

A PRINCE2 é uma metodologia inglesa originalmente criada para projetos da área de TI, porém atualmente é usada por diversos setores. Ela se baseia em 7 princípios, 7 temas e 7 processos:

Princípios

  1. Justificativa contínua do negócio;
  2. Aprender com a experiência;
  3. Papéis e responsabilidades bem definidos;
  4. Gerenciar por estágios;
  5. Gerenciar por exceção;
  6. Foco em produtos;
  7. Adequar ao ambiente do projeto.

Temas

  1. Business Case;
  2. Organização;
  3. Qualidade;
  4. Planos;
  5. Risco;
  6. Mudanças;
  7. Progresso.

Processos

  1. Starting Up a Project (SU);
  2. Directing a Project (DP);
  3. Initiating a Project (IP);
  4. Managing a Stage Boundary (SB);
  5. Controlling a Stage (CS);
  6. Managing Product Delivery (MP);
  7. Closing a Project (CP).

Esses 21 conceitos fazem parte das melhores práticas da gestão de projetos e, apesar de ser uma metodologia tradicional, a PRINCE2 é flexível e pode ser usada em conjunto com outras estratégias, inclusive metodologias ágeis.

Scrum

Scrum é a metodologia ágil mais conhecida atualmente, originalmente criada para empresas de software. Nesse framework, a execução do projeto é dividida em sprints, pequenos ciclos de trabalho que geram entregas que compõem o produto final. O planejamento do escopo do projeto é feito a cada sprint, de forma iterativa. Assim, é muito mais simples implementar mudanças na execução.

Essa metodologia conta com o scrum master, uma pessoa especializada em gestão ágil encarregada de facilitar a execução do projeto e suprir o development team (equipe de desenvolvimento) com as ferramentas e os conhecimentos necessários. Apesar de ser considerada imprevisível por alguns, a metodologia scrum ajuda a criar uma solução que atende melhor às necessidades do cliente, além de aumentar a produtividade das equipes.

eXtreme Programming (XP)

A XP é uma metodologia muito semelhante ao Scrum, mais focada na simplicidade e produtividade. As sprints normalmente são mais curtas e testes e revisões são feitos constantemente, para garantir a qualidade do produto final.

Assim, essa metodologia consiste, basicamente, em levar todas as práticas consideradas benéficas para a gestão ágil ao extremo.

Ao contrário do que muitos pensam, a XP funciona muito bem para projetos complexos. Isso porque, graças aos ciclos de trabalho curtos e a alta tolerância a mudanças, é fácil prever, evitar e contornar riscos que podem comprometer todo o projeto.

E agora chegamos ao ponto crucial deste texto: como escolher a metodologia de projetos ideal para sua empresa?

Como escolher uma metodologia de projetos?

Para escolher a melhor metodologia para seu projeto, é importante observar critérios como:

Conhecimento sobre o projeto

O quanto as pessoas envolvidas sabem sobre o projeto é um critério muito importante ao escolher a metodologia de projetos. Isso porque o nível de conhecimento das equipes afeta diretamente a necessidade de mudanças ao longo da execução. O diagrama de Stacey nos ajuda a entender melhor essa relação:

A partir do entendimento dos requisitos necessários e do domínio das tecnologias usadas para a execução do projeto, é possível determinar o conhecimento das pessoas sobre o projeto. Esse conhecimento pode ser dividido em quatro estágios:

  • Anarquia: nada se sabe sobre o projeto. Nesse estágio, as equipes não sabem nem como começar;
  • Complexo: o conhecimento é maior do que na anarquia, mas a vulnerabilidade do projeto a riscos ainda é grande. É o estágio perfeito para metodologias ágeis;
  • Complicado: há conhecimento suficiente sobre o projeto. Nesse estágio, metodologias tradicionais são ideais;
  • Simples: as equipes já estão familiarizadas com o projeto e sabem exatamente o que deve ser feito e como.

Atenção aos riscos

Projetos complexos normalmente estão associados a uma maior exposição aos riscos. Nesses casos, uma metodologia tradicional traz mais segurança aos stakeholders, já que os riscos são listados no escopo antes mesmo do início do projeto, junto de medidas preventivas.

Agora, quando o projeto está exposto a menos riscos ou a equipe precisa focar em outros elementos, como agilidade por exemplo, a metodologia scrum pode ser mais benéfica. Por meio dela é possível completar etapas mais rapidamente, além de contornar eventuais riscos de forma mais simples.

Complexidade do projeto

Como você já deve ter percebido, a complexidade do projeto é um fator importante a se considerar ao escolher uma metodologia. Isso porque, na maior parte das vezes, um projeto complexo (nesse caso o termo complexo corresponde ao estágio complicado de Stacey) exige mais esforço dos envolvidos, mais recursos e, principalmente, maior detalhamento do escopo. Já projetos simples são executados de forma mais fluída e acabam não exigindo tanto planejamento.

Assim, uma metodologia tradicional acaba sendo mais benéfica para projetos complexos. No entanto, a empresa pode optar, caso obtenha o conhecimento necessário, por criar uma metodologia híbrida que inclui práticas ágeis e prioriza a flexibilidade sem deixar de lado o controle.

O Euax Acelera, por exemplo, é um framework híbrido desenvolvido pela Euax Consulting que combina boas práticas de mercado com anos de experiências dos nossos consultores. O Euax Acelera é é baseado nos princípios do design thinking e busca promover a cocriação através de ferramentas visuais.

Agora que você possui todas as informações necessárias para escolher sua metodologia de projetos, o próximo passo é começar a planejar sua implantação!

FONTE: https://www.euax.com.br/2020/07/metodologia-de-projetos/

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Projetos: os 6 segredos que nunca te contaram

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Não é raro que pesquisas sobre gestão de projetos apontem que a maioria deles fracassa. Alguns levantamentos estimam até 70 ou 80% de insucesso. Independente da métrica usada, o fato é que o mundo dos projetos não vai bem. É curioso, portanto, que os métodos de ensino, livros, cursos, metodologias e modelos de gestão de projetos continuem, em sua maior parte, reproduzindo as mesmas práticas.

Projetos fracassam quando pelo menos um dos cenários se materializa: o orçamento planejado não basta; a data de entrega original não é respeitada; e a qualidade acordada dos entregáveis não é atendida. Ou ainda, quando não há uma comunicação clara com as partes interessadas, e as expectativas não são alinhadas corretamente. Ou seja, quando uma delas acredita que fez uma boa entrega, mas os patrocinadores não.

Para Daniel Schnaider, empresário que aprendeu a desenvolver seus projetos desde muito cedo, aos 14 anos na década de 1990 criou um dos primeiros sites de comércio eletrônicos do mundo que viria a ser usado pela Pizza Hut, Correios entre outros usuários, seria prepotente descrever um método genérico de gestão que poderia funcionar para todos os tipos de projetos, em todos segmentos, prevendo todas as condições e situações. Mas algumas ideias já implementadas por ele geraram excelentes resultados e deveriam existir em todos os novos projetos, minimizando o risco de fracasso.

Daniel que atualmente está à frente da Pointer, multinacional de origem Israelense, têm entregado soluções inovadoras no mundo para redução de custos, combustível, prevenção de acidentes, roubos em frotas e até cargas biológicas, separou algumas dicas valiosas para quem quer elaborar um projeto.

1 – Estude o máximo de projetos fracassados em seu ramo

A prática do benchmarking é comum quando um novo projeto é idealizado. Ou seja, você vai procurar no ambiente interno ou externo outros cases de sucesso que possam te trazer insights. Mas é raro que o processo de ideação ou definição de escopo foque no sentido inverso, em estudar os fracassos dos projetos. Pense bem, o segredo de qualquer empreendimento é não repetir erros já cometidos. A forma mais natural e correta deveria estudar e entender o que deu errado em tentativas anteriores e similares.

 

2 – Comece pelo risco

Cursos de gestão de riscos são considerados avançados. Poucos gestores entendem desse tema, como mensurá-lo e quais as atitudes devem ser tomadas. Mas quando os riscos eventualmente acontecem são considerados como eventualidades, falta de sorte e não como falta de competência dos envolvidos. Começando pela gestão de riscos, você poderá identificar e se preparar para os riscos contornáveis e evitar aqueles intoleráveis ao longo do projeto.

 

3- A abordagem lean

Existe um famoso princípio chamado kiss, em inglês, keep it simple stupid, ou seja, precisa ser tão simples e direto que qualquer um será capaz de entender. Mas essa abordagem recebe pouca ênfase em projetos. Para ter efeitos exponenciais, o gestor muitas vezes pensa em agregar cada vez mais funcionalidades, sem ter noção que está cavando o túmulo do projeto. Cada item, pessoa, processo e tecnologia envolvida agrega complexidade e, portanto, riscos. Mas eles são mesmos necessários?

 

4 – Experiências

Um dos princípios da metodologia running lean consiste em criar experimentos pequenos para apurar se funcionam ou se estão na direção correta. Porém, é preciso ter cautela, pois a cultura da maioria das organizações não é aberta ao erro ou a ouvir que é preciso mudar a direção de algo que já havia sido definido. Trata-se de um paradoxo, posto que este tipo de comportamento organizacional geralmente leva projetos ao fracasso. Uma mudança de cultura precisaria partir da liderança, no entanto, a maioria dos gestores não pode falar abertamente sobre os fracassos. Afinal, isso provavelmente seria utilizado contra ele, em vez de favorecer no amadurecimento do projeto. Mas na verdade, experimentos controlados são muito bons para o aprendizado da organização, para a melhoria contínua e para que o projeto como um todo seja um sucesso.

 

5 – Política

Gerir um projeto em ambiente teórico como universidade ou curso de especialização é bem diferente em relação à prática. Este é mais um motivo do fracasso de tantos projetos. No mundo teórico, o gerente do projeto é o “chefe supremo”. Na realidade, o gerente do projeto é apenas um de vários que tem influência e as vezes conflitos de interesse com o objeto do projeto. Se ele não souber se comunicar e adaptar o planejamento e a execução às necessidades da alta governança, provavelmente, ele perderá apoio. Isso pode resultar em falhas de orçamento, entrega e qualidade. Por exemplo, vamos supor que você seja gestor do projeto para implementação de uma linha de metrô. Tecnicamente, você sabe que o ideal seria escavar toda a estrutura e, só depois, inaugurar as estações. Mas digamos que é ano de eleição, o que você acha que prevaleceria: a opinião técnica do gestor de projeto ou a ansiedade do governo municipal em inaugurar estações o mais rápido possível?

 

6 – Especialização

Por último, gestão de projetos é uma especialidade. Tenha com você um parceiro com uma experiência heterogênea, ele poderá reduzir sua exposição geral a riscos. Pessoas com larga experiência, que já passaram por diferentes modalidades de projeto têm mais facilidade em reconhecer oportunidades de melhoria. São pessoas que põem em prática uma famosa abordagem eternizada por Donald Rumsfeld, antigo Secretário de Defesa dos Estados Unidos. Ele afirmava que existem os known knowns, aquilo que temos certeza de que sabemos; os known unknowns, aquilo que temos ciência de que não dominamos e; ainda, os unknown unknowns, ou seja, aquilo que nem mesmo sabemos que ainda temos que descobrir. Se eu tivesse que escolher pessoas para um projeto, sem dúvidas, seriam aqueles com capacidade e humildade de reconhecer essa verdade.

FONTE: https://oportaln10.com.br/projetos-os-6-segredos-que-nunca-te-contaram-98542/

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O ágil, o digital e as pessoas. Uma breve história da gestão de projetos hoje

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Muito se fala na gestão de projetos embarcando o que o mundo produziu em conhecimento e isso é fascinante. Considerar inteligência artificial, deep learning, realidade aumentada, e outras abordagens é algo que nos faz pensar que estamos no caminho certo em direção ao conhecimento, produtividade e baixo custo.

Como uma canoa que segue o rio, nos demos conta que estamos descendo e não subindo seu curso quando olhamos para sua margem. Quando nos movimentamos, pode parecer involuntário, mas a paisagem denuncia que de fato nos movemos – mesmo parecendo que não aplicamos esforço algum ou que este não seja suficiente.

 

Pausa para café

Em 6 anos da consultoria que ajudei a criar, acompanhei de perto a evolução do mercado. Transitando entre a necessidade de inovar e a frustração de ainda não haver chegado no nirvana prometido por uma metodologia, abordagem ou sistema. Um sem-número de cafés depois, percebi o quanto meus colegas de mercado aos poucos perdem o brilho, o frescor ou mesmo a alegria da busca.

 

Pílula vermelha ou azul

Entre continuar se percebendo devedor de algo (F.O.M.O. é o nome disso, descobri) ou descer da canoa para compreender o que está acontecendo, o mercado opta por olhar para outras canoas que descem o rio – como concorrentes, umas mais a frente e outras quase nos alcançando. Todas cheias, abarrotadas de fórmulas, metodologias e ferramentas.

E isso não tem como dar certo.

 

A margem é a chave

Ao se aproximar da margem, podemos ter um misto de satisfação e preocupação. A realização por transpor problemas históricos do mercado através do respeito, colaboração,  governança, especialização e sustentabilidade fazem um contraponto à frustração, medo e ansiedade.

Com um pé na canoa e o outro na margem, pode-se olhar, ver e respirar um pouco.

Compreender que precisamos de pouca bagagem, mas que são reconhecidamente eficientes, como:

  • O quanto me conheço – autoconhecimento
  • A agilidade no meu contexto – um manifesto ágil para chamar de seu
  • Ser especialista – algum conhecimento técnico profundo

O caminho é o objetivo e viver é evoluir.

Gustavo Teixeira, pmbasis founder

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5 principais ferramentas de gerenciamento de mudanças

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A mudança é uma constante no local de trabalho – especialmente na era da Transformação Digital. Felizmente, vários fornecedores oferecem ferramentas de gerenciamento de mudanças para ajudar a suavizar qualquer transição. A implantação de ferramentas de gerenciamento de mudanças pode ajudar a reduzir a confusão e as incertezas e a comunicar o impacto das alterações em toda a organização.

Aqui estão cinco ferramentas de gerenciamento de mudanças que podem ajudar sua organização no planejamento, mapeamento, gerenciamento, rastreamento e relatórios de mudanças organizacionais que resultam de iniciativas de gerenciamento de mudanças , grandes projetos, mudanças de pessoal ou outros fatores.

1- Freshservice
O Freshservice é uma ferramenta de gerenciamento de mudanças baseada em nuvem que permite que as organizações simplifiquem cada etapa do planejamento, desde o lançamento até às aprovações. Ele ajuda as empresas a gerenciar melhor as tarefas diárias, minimizar a redundância e ter maior controle sobre as aprovações.

Os principais recursos do Freshservice incluem:

– Gerenciamento de problemas: isola problemas, permite vincular a incidentes atuais ou passados ​​e identifica a causa raiz de qualquer problema

– Gerenciamento de incidentes: lida com tickets de suporte e automatiza fluxos de trabalho repetitivos

– Gerenciamento de versão: melhora o planejamento futuro, ajudando você a documentar qualquer build ou teste

– Relatórios: sinaliza qualquer afunilamento, monitora o desempenho do software e melhora a entrega por meio de recursos de relatórios predefinidos e personalizados

– E recursos adicionais que incluem aprovações de fluxo de trabalho, trilhas de auditoria, calendário de mudanças, planejamento de mudanças, gerenciamento de conformidade, priorização e gerenciamento de tarefas.

Os clientes-alvo da Freshservice incluem anunciantes, empresas de e-commerce, empresas de software, instituições financeiras e educacionais, provedores de serviços médicos, empresas de recursos humanos e organizações governamentais, variando em tamanho de dois a mais de 1 mil funcionários.

Integrações: Freshservice integra-se com muitos aplicativos, incluindo o G Suite, Office 365, Dropbox, Caixa, Skype, Zapier, Amazon Web Services, Salesforce, SugarCRM, Slack, JIRA, Quickbooks, Freshbooks, Microsoft SCCM e muito mais. Veja a lista completa de integrações aqui.

Preços: A Freshservice está disponível em planos mensais e anuais, variando de US$ 19 por usuário por mês para pequenas equipes (com base no faturamento anual) e até US $ 99 por usuário por mês, faturados mensalmente ou anualmente, para empresas maiores.

2 – Gensuite
A solução de gerenciamento de mudanças da Gensuite é voltada para ajudar equipes a descobrir e gerenciar os riscos e os requisitos de conformidade à medida que as mudanças operacionais, de equipamentos e relacionadas às pessoas ocorrem.

Os principais recursos do Gensuite incluem:

– Flexibilidade e autoconfiguração: permite a identificação, rastreamento e documentação de riscos que possam surgir durante mudanças operacionais, de equipamentos ou de pessoal

Estágios padronizados do processo: envolve as partes interessadas nas etapas do processo, desde a avaliação da mudança e a recomendação de controles, até a validação do processo

– Documentos “Replacement in Kind” para determinar quais avaliações formais de gerenciamento de mudanças (MOC) não são necessárias

– Comunicação automática de alterações e atualizações de status

Criação de listas de verificação do MOC online

Mineração de dados de status de conformidade, relatórios e tendências para identificar problemas

– Outros recursos incluem, trilha de auditoria, calendário de mudanças, planejamento de mudanças, gerenciamento de conformidade, priorização, gerenciamento de versões, gerenciamento de tarefas e gerenciamento de treinamento.

A Gensuite atende os setores de defesa, distribuição, eletrônicos, energia e energias renováveis, entretenimento e comunicação, e empresas de alimentos e bebidas, entre 10 e mais de 10 mil funcionários.

Integrações: A Gesuite oferece um conjunto integrado de aplicativos de software, incluindo o MOC Manager, o Action Tracking System, o LockOut TagOut (LOTO) e o Equipment Tracker.

Preços: Sob conulta.

3 – Intelligent Service Management

O Intelligent Service Management, da Serviceaide, ajuda as organizações a planejarem lançamentos e executarem mudanças usando as melhores práticas com foco em velocidade e precisão.

Os principais recursos do Intelligent Service Management incluem:

– Aumento de eficácia da mudança ajudando as organizações a planejarem a comunicação, agendarem e identificarem se os padrões de política e conformidade são aplicados, revisados ​​e aprovados antes da implementação

– Implementação e alteração do planejamento de execução através da automação de processos do Intelligent Service Management; Fluxos de processo comprovados podem ser usados ​​para implementar mudanças, reduzindo riscos e garantindo consistência e conformidade com políticas e procedimentos.

– Uma função de gerenciamento de mudança ITIL (Information Technology Infrastructure Library) para verificar o gerenciamento do processo de mudança de forma transparente, reduzindo os riscos e atendendo ao contrato de nível de serviço e às obrigações contratuais.

– Outros recursos incluem fluxo de trabalho de aprovação e planejamento de mudanças.

O Intelligent Service Management é indicado para prestadores de serviços médicos, instituições de ensino superior, empresas do setor público, organizações de saúde e até startups com mais de 10 funcionários.

Integrações: Esta solução de gerenciamento de mudanças integra-se ao Zapier, ao Suporte Remoto Bomgar, ao Salesforce e ao Skype.

Preços:  Para saber mais sobre preços, entre em contato com a Serviceaide .

4 – Remedy Change Management 9
A plataforma Remedy Change Management 9 , da BMC Software, ajuda as empresas de gerenciamento de serviços de TI a lidar com incertezas e riscos potenciais em mudanças organizacionais. A plataforma cobre um amplo espectro de ações para planejar, rastrear e entregar mudanças com sucesso. 

Recursos da Remedy Change Management 9 incluem:

Detecção de colisão para ajudar as organizações a identificar automaticamente as alterações que podem entrar em conflito

– Análise de impacto para visibilidade dos serviços, ativos e pessoas afetadas por uma mudança

– Aprovações de vários níveis para garantir mudanças são aprovadas por todos os indivíduos apropriados antes de serem promulgadas

– Aplicação de políticas para garantir que as melhores práticas e a conformidade sejam aplicadas para atender aos regulamentos específicos do setor

O Remedy Change Management 9 também inclui dashboards de KPI e relatórios específicos de processos, que oferecem insights para tomadas de decisão rápidas e precisas, além de outros recursos, como planejamento de mudança e gerenciamento de conformidade.

O Remedy Change Management 9 é voltado para empresas da maioria dos setores, de 50 a mais de 1 mil funcionários.

Integrações: Entre em contato com a BMC para saber mais sobre as integrações disponíveis.

Preços: Para também sob consulta.

 

5 – Whatfix
A ferramenta de gerenciamento de mudanças Whatfix orienta as partes interessadas  durante os processos de mudança e ajuda a aumentar as taxas de adoção de produtos de software sem o risco de lacunas de produtividade.

Os principais recursos do Whatfix incluem:

– Guias interativos para ajudar os funcionários através de suporte on-the-go

– Orientação interativa incorporada para facilitar a compreensão e a adoção de software pelos funcionários

– Suporte contextual para funcionários com base em suas necessidades de aplicativos e dados comportamentais, permitindo um grau mais alto de precisão na resposta da ajuda

– Outros recursos incluem fluxo de trabalho de aprovação, gerenciamento de conformidade e gerenciamento de treinamento

A Whatfix atende a uma ampla gama de pequenas e médias empresas e grandes empresas em muitos setores, incluindo varejo, tecnologia, saúde, fundos de caridade, entretenimento, finanças e muito mais.

Integrações: As integrações incluem o Zendesk, o Salesforce, o PeopleSoft, qualquer Sistema de Gerenciamento de Aprendizagem compatível com o Modelo de Referência de Objeto de Conteúdo Compartilhado (SCORM) e muito mais. Visite Whatfix para ver todas as integrações de terceiros .

Preços:  Sob consulta.

Fonte: https://cio.com.br/5-principais-ferramentas-de-gerenciamento-de-mudancas/

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6 formas de otimizar o uso das ferramentas de gerenciamento de projetos

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O trabalho remoto cada vez mais híbrido exige resiliência e engajamento da equipe na hora de usar ferramentas colaborativas. Explorar ao máximo as ferramentas de gerenciamento de projetos torna o processo mais eficaz e eficiente.

Em artigo publicado no Inc., David Finkel, autor de The Freedom Formula: How to succeed in Business Without Sacrificing Your Family, Health, or Life (A Fórmula da Liberdade: Como ter suceso nos negócios sem sacrificar sua família, saúde e vida, em tradução livre) compartilha dicas sobre o uso de ferramentas de gerenciamento de projetos a partir da experiência de sua equipe na Maui Mastermind.

A equipe de Finkel trabalha remotamente há mais de 20 anos e tem usado vários programas de gerenciamento de projetos nos últimos 15.

A maioria das dicas que Finkel destacou no artigo pode ser aplicada em qualquer ferramenta, seja Asana, Zoho Projects, Trello, Basecamp, Liquid Planner ou qualquer outra.

Segue as sugestões de Finkel de acordo com seu artigo publicado no site Inc:

1. Decida quem deve postar

Em 80% a 90% do tempo, a pessoa que deveria postar uma tarefa ou uma atualização de uma tarefa é o dono da própria tarefa. Talvez em 10% ou 20% das vezes, será um colega comentando sobre algo que outra pessoa fez ou atribuindo uma tarefa a outra pessoa, ou pode ser o gerente dessa pessoa.

Mas evite a armadilha de você – o gerente de um subordinado direto – ser o responsável por todas as coisas pendentes na lista de tarefas de gerenciamento de projetos dessa pessoa.

Você não quer isso. Você quer que sua equipe seja o dono. Isso permite que você veja se eles têm clareza sobre o que devem fazer. Deixe-os crescer profissionalmente, tendo sua própria lista de tarefas. É uma ótima maneira de ajudar a desenvolver seu pessoal.

2. Atualize diariamente

Espere, como algo inegociável, que você e sua equipe atualizem seus vários projetos no final de cada dia. Leva apenas cinco ou 10 minutos para fornecer atualizações, para obter suas porcentagens de conclusão em uma tarefa de 10% a 30% ou para colocar um comentário ou dois aqui e ali, mas espere que as pessoas façam isso diariamente.

Esses cinco ou 10 minutos de atualizações economizarão o dobro do tempo na troca de e-mails.

3. Aproveite o seu feed

Praticamente toda ferramenta de gerenciamento de projetos tem um feed e, neste ponto, todos estão familiarizados com isso, seja do Facebook ou do feed que você vê em sua ferramenta de projeto. Mas mostre o que há de novo, do mais novo ao mais antigo, cronologicamente, em um feed separado.

4. Use e abuse da versão móvel

Outro truque tem a ver com olhar o feed por meio de um aplicativo móvel. Muitos desses programas têm muitos recursos e opções, o que pode atrapalhar a obtenção de uma visão geral do progresso de sua equipe. Portanto, tente pular a versão para desktop e, em vez disso, monitore o feed pelo telefone ou tablet. Geralmente é muito mais limpo e fácil de navegar.

5. Aprenda a filtrar

A maioria das ferramentas apresenta um filtro do qual é possível optar, por exemplo, pelo filtro por usuário/projetos. Ao selecionar o seu próprio nome ou de qualquer membro da equipe, a ferramenta mostrará somente aqueles projetos relacionados ao membro do time selecionado.

Portanto, certifique-se de conhecer seu programa e seus recursos. Isso provavelmente tornará as coisas muito mais fáceis para você. Garanta que os projetos tenham os membros participantes inseridos corretamente para maior eficácia da ferramenta.

6. Adote para a vida

Se você realmente deseja que uma ferramenta de gerenciamento de projetos funcione bem para você, todos precisam estar lá, todos precisam usá-la.

Se somente 60% ou 70% de sua equipe está usando, o processo se torna frustrante, porque ainda há coisas que caem nas rachaduras. As pessoas que o usam se ressentem das que não o fazem. As pessoas que não o usam ficam na defensiva.

Se você atingir 80%, ainda é frustrante porque ainda há coisas se perdendo, mas quando você atinge cerca de 90%, o ponto crítico quando as pessoas estão usando razoavelmente bem e regularmente, é quando a mágica acontece.

FONTE: https://computerworld.com.br/2020/08/15/6-formas-de-otimizar-o-uso-das-ferramentas-de-gerenciamento-de-projetos/

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4 tendências de gerenciamento de projeto que estão em alta

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O gerenciamento de projetos é um alvo escorregadio. Uma vez que o reino dos gerentes de projeto (PMs) armado com uma ferramenta de rastreamento como o Microsoft Project, um escritório, um orçamento de viagem e um excelente espaço para reuniões em todo o mundo, reduziu-se a uma tela de computador – e até mesmo a uma mentalidade – viu-se que ele é, na verdade, melhor atendido quando ofertado com profundo conhecimento, habilidades de liderança, táticas de negociação e uma equipe capacitada (e agora provavelmente remota).

Mesmo antes da pandemia, o gerenciamento de projetos estava passando por uma mudança radical. Mas a natureza remota de nosso novo normal acelerou e se transformou.

Mas o que é realmente considerado como tendência positiva quando falamos sobre gerenciamento de projetos? A CIO conversou com executivos que estão vivendo na vanguarda dessa mudança. Eles compartilham quais tendências devem estar no radar dos líderes.

 

Ferramentas de colaboração remota

A pandemia levou as pessoas – não apenas as que estão em trabalhos técnicos – a usar ferramentas que muitas resistiram há muito tempo. E uma coisa engraçada aconteceu. Eles se sentiram confortáveis ​​com eles. Eles descobriram que as ferramentas digitais que nós, técnicos, usamos há muito tempo, permitiram que eles fossem altamente produtivos, mantendo-se mais próximos de casa e da família. Depois que as pessoas voltam ao escritório – da maneira que o fazem – é provável que isso continue. E isso está mudando tudo.

“A pandemia tem sido um catalisador”, diz Jeff DeVerter, CTO de produtos e serviços da Rackspace. “A Microsoft viu dois anos de transformação digital – pessoas se mudando para a nuvem – em alguns meses. Será interessante ver como isso aumentará as empresas no futuro. “

Scott Bales, vice-presidente de entrega e engenharia de soluções da Replicon, concorda. “Não podemos gastar tempo com nossos clientes – uma perda que impactou os projetos porque estar na sala oferece uma conversa com maior largura de banda. Mas ganhamos videochamadas. Agora, em vez de ver alguém por duas semanas pessoalmente no início e novamente perto do final de um projeto, você os vê 100% do tempo – online. Isso parece ser aceito como a norma agora. Essa é uma tendência interessante. “

“Os departamentos de TI sempre adotaram coisas novas”, concorda Evans. “Eles mudam facilmente para coisas como JIRA, Slack e Teams. Mas agora estamos vendo mudanças no atacado entre os departamentos mais tradicionais. Por exemplo, um grande banco suíço com quem trabalhamos está distribuindo equipes em toda a organização para que eles possam ter reuniões de equipe on-line, bate-papos, presença virtual e todas as coisas que os profissionais de tecnologia usam há anos. ”

 

Competência

“Trabalhar remotamente nivela o campo de jogo”, diz DeVerter. “Estive recentemente em uma ligação com o CIO de um grande banco global. No passado, eu voava para o local dele, usava meu melhor terno e me encontrava em seu escritório sofisticado.

A reunião remotamente removeu as armadilhas de sucesso e poder que historicamente definem esse tipo de reunião de alto nível. Sem necessidade de espaço para escritório, orçamento de viagem ou roupas poderosas da Gucci, tudo se resumia à competência.

“Ele estava no que parecia o canto do sótão”, ri DeVerter, “vestindo um pulôver. O CTO dele estava de camiseta. Muito do que costumava acontecer era construído sobre tradição, presença, esse tipo de coisa. Agora, é tudo sobre o quão bem você pode fazer backup do que está dizendo. “

Está se desenrolando de maneiras mais infelizes para pessoas e organizações que se basearam nessas armadilhas do que em competência. Mas essa tendência já se mostrou boa para a produtividade geral.

“Todos nós seremos classificados quanto à nossa capacidade de produzir como indivíduos e organizações”, diz DeVerter. “Muitas empresas têm medido pela presença. Você poderia sobreviver se soubesse a aparência de ocupado, com relógio na hora certa e tivesse a pilha de papéis certa ou a quantidade certa de taxa de transferência de e-mail. ”

Diante disso, diz DeVerter, “a liderança deve colocar tudo sobre a mesa. Eles deveriam estar definindo o jogo de campo e dizendo quais são os postes do gol, para que a equipe possa correr duro em direção a eles. ”

 

Propósito

Seja adotando uma posição sobre a injustiça racial, reconhecendo que os colegas de trabalho têm vidas fora do trabalho, pagando aos funcionários de maneira justa, lidando de maneira responsável com as alegações de assédio sexual ou respondendo a uma pandemia, o propósito bem definido de uma empresa é uma tendência irreversível.

“Todo mundo brinca: ‘Como você está fazendo do mundo um lugar melhor?'”, Diz Matt Burns, líder do ecossistema de startups da monday.com. “Mas eu não acho mais uma piada engraçada. As pessoas querem saber: ‘Como você está tornando este mundo mais seguro, mais feliz e mais saudável? O que você está fazendo? ‘Vivemos em uma sociedade compartilhada e devemos nos concentrar em melhorá-la. “

Isso também não é algo que pode ser tratado de forma leviana. Oferecer elogios a uma tendência social pode parecer facilmente falso, como pular em uma onda para obter pontos que você não está disposto a ganhar. “O público pedirá recibos”, diz Burns.

Agora que tiramos o local do local de trabalho, ele diz. É provável que o propósito direcione as razões das pessoas para escolher um empregador em detrimento de outro, um local em detrimento de outro. “Se você deseja obter os melhores talentos diversos para expandir sua organização, eles precisam saber que significam muito, importam, que estão melhorando o mundo”, diz Burns.

 

Liderança

“Historicamente, os gerentes de projeto são muito orientados a tarefas”, diz Nancy Bechthold, vice-presidente de operações de serviços da NetSPI. “Eles tinham um plano de projeto, faziam check-in com uma equipe, atribuíam tarefas e voltavam periodicamente para ver o status dessas tarefas.”

Esse estilo de gerenciamento de projetos está diminuindo. E isso é uma oportunidade e um desafio para os PMs. “Estamos vendo os gerentes de projeto assumirem um papel de liderança real”, diz ela. “Eles estão liderando toda a equipe, além de levar os clientes em direção ao melhor caminho para o sucesso.”

Isso significa que os gerentes de projetos precisam saber muito mais do que como acompanhar tarefas, atualizações e prazos. Eles devem entender o projeto, mesmo os aspectos técnicos, seus requisitos legais e como tudo isso afeta os negócios e o projeto. Talvez o entendimento de um PM não precise ser profundo, não em todos os tópicos. Eles não podem ser pressionados para escrever códigos ou criar argumentos legais. Mas eles precisam saber o suficiente para fazer as perguntas certas ou chamar a atenção do cliente para questões importantes.

“Este é um conjunto de habilidades muito diferentes”, diz Bechthold. “Requer conhecimentos, além da capacidade de negociar, orientar e motivar. Isso também significa que eles precisam entender os negócios – e os negócios do cliente “.

Fonte: https://cio.com.br/4-tendencias-de-gerenciamento-de-projeto-que-estao-em-alta/

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7 dicas para aproveitar ao máximo sua equipe de projeto (mesmo à distância)

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Lançar um novo projeto de TI é sempre um desafio. Acrescente uma pandemia, incerteza nos negócios, instabilidade econômica e uma força de trabalho dispersa e distraída, e a tarefa se torna ainda mais assustadora.

Apesar dos vários obstáculos que os líderes de projeto enfrentam nos tempos difíceis de hoje, ainda é possível formar uma equipe de classe mundial que atenda, ou mesmo supere, os indicadores de desempenho, orçamento e tempo projetados. O segredo está na persistência, na gestão forte e em manter um foco nítido no objetivo final. Aqui estão sete dicas que ajudarão você a começar.

 

  1. Comece a planejar

Antes de montar uma nova equipe de projeto, o líder precisa estabelecer a razão de ser do empreendimento – sua justificativa para a existência – com base no prazo previsto, nas metas e no valor planejado da empresa. “Definir o escopo do trabalho, as partes interessadas internas e externas, o conjunto de habilidades necessárias e a carga de trabalho necessária é fundamental para atender às metas do projeto e determinar as necessidades da equipe”, diz Rob Dreussi, CIO da empresa de consultoria de TI do hospital HCTec.

O planejamento do projeto deve ser concluído antes de avançar com qualquer outra coisa ou o empreendimento será prejudicado antes de sair do portão de partida. “É fundamental que os líderes façam isso no início de um projeto para garantir que todos os envolvidos estejam alinhados com o objetivo e os resultados esperados”, explica Tammy Alairys, Líder em Transformação de Tecnologia da unidade de consultoria.

 

  1. Identifique e selecione os participantes da equipe

Depois que a missão e os objetivos de um projeto são definidos e compreendidos, é hora de começar a montar uma equipe capaz que guiará o empreendimento até sua conclusão bem-sucedida. Um dos maiores desafios que os líderes de projeto enfrentam é selecionar membros da equipe que possuam a combinação certa de produto, habilidades técnicas e de colaboração.

“Procure algumas pessoas fortes nas três [áreas] para começar, depois preencha o restante da equipe com pessoas fortes em uma ou duas áreas e que possam se complementar”, aconselha Chris VanHoeck, Diretor de Programa e Projeto Gestão da empresa de consultoria e pesquisa tecnológica ISG. “Não descarte o indivíduo introvertido, tecnicamente forte, mas silencioso, que pode ser um forte jogador de equipe”.

Embora seja sempre bom recrutar membros da equipe que possuam uma variedade de habilidades, tente se concentrar nos candidatos que possuem o conhecimento de software ou sistema necessário para concluir o projeto, sugere Brad Willman, Diretor de TI da Entrust Solutions, um provedor de serviços gerenciados de TI. “Procure também os membros que demonstraram eficiência e trabalho em equipe comunicativo em suas experiências de trabalho”, diz ele.

Nicole Athanassiadis, Vice-presidente de Tecnologia de Negócios de TI da Mitel, diz que se concentra em combinar os membros da equipe aos objetivos do projeto. “Eu me concentro nas habilidades técnicas necessárias para minha equipe”. Athanassiadis acredita que toda equipe deve incluir um analista de negócios. Esse indivíduo pode trabalhar com o líder do projeto para entender os processos de negócios relevantes para os objetivos do projeto e interagir com as partes interessadas do negócio e especialistas no assunto para entender suas preocupações e necessidades. “O analista de negócios pode vir de dentro da organização de TI, de uma equipe de unidade de negócios ou de um fornecedor externo que está ajudando na implementação da solução”, acrescenta ela.

 

  1. Designar tarefas

Existem várias maneiras de atribuir tarefas aos membros da equipe. A abordagem mais apropriada a ser usada dependerá da complexidade, tamanho do projeto e da participação de terceiros, como fornecedores ou parceiros de negócios. Modelos em cascata e agile são as metodologias mais usadas. “Tradicionalmente, em uma abordagem em cascata, as tarefas são alocadas com base em dependências e esforço de trabalho”, diz Alairys. “Mais recentemente, a metodologia agile permite que equipes e membros do Scrum tenham mais autonomia para priorizar suas próprias tarefas”.

Independentemente do modelo usado, todas as tarefas devem ser abertas e completamente visíveis. “As tarefas devem ser atribuídas eletronicamente para criar visibilidade e responsabilidade em toda a equipe”, aconselha Dreussi. “Uma boa ferramenta de gerenciamento de projetos pode mostrar todas as tarefas em todo o portfólio de projetos, incluindo horas esperadas, horas reais e atualizações de marcos em tempo quase real”.

Também é importante que os participantes sejam notificados de suas obrigações e responsabilidades exatas desde o início do projeto. “Cada membro da equipe deve entender qual papel está desempenhando e o que é esperado deles em seu papel”, diz Athanassiadis. A conscientização de tarefas e funções é particularmente importante ao gerenciar uma equipe grande, que pode incluir membros com tarefas sobrepostas.

 

  1. Incentive a colaboração

comunicação aberta e transparente é essencial para uma colaboração bem-sucedida. “As reuniões regulares da equipe, incluindo as paradas diárias, devem se concentrar no trabalho em questão e em quaisquer problemas que estejam impedindo o progresso da equipe”, recomenda VanHoeck. “Quando o líder da equipe incentiva os membros a identificar problemas [pendentes] e, em seguida, apoia sua resolução, através da assistência de colegas de equipe ou entrando em contato com a equipe, conforme necessário, a colaboração é incentivada e se alimenta”, explica ele.

Embora nada ultrapasse o valor das interações cara a cara, as trocas presenciais geralmente não são possíveis no ambiente de trabalho atual com pandemia. A videoconferência fornece a melhor alternativa seguinte e é frequentemente a única opção quando os membros da equipe estão espalhados por vários locais. “Seja pessoalmente ou por meio de bate-papo por vídeo, uma cadência regular de reuniões e pontos de verificação é vital para a colaboração e a moral da equipe”, diz Dreussi.

Ao planejar sessões de colaboração, é importante respeitar as necessidades individuais e os horários de trabalho dos participantes. Normalmente, os problemas de tempo podem ser resolvidos sendo atenciosos e flexíveis. “Com a tecnologia de colaboração de hoje, ficou muito mais fácil encontrar o equilíbrio certo entre reuniões [virtuais] presenciais e check-ins rápidos”, observa Dreussi.

 

  1. Forneça motivação

Quando aplicada corretamente, a motivação é uma poderosa ferramenta de gerenciamento de projetos. É responsabilidade do líder inspirar a equipe colocando tarefas pequenas, aparentemente insignificantes, em uma visão maior. “Quando o objetivo final estiver longe, a liderança deve encontrar maneiras de comemorar os marcos intermediários e os pequenos sucessos e dar aos colegas de equipe o reconhecimento que eles merecem para mantê-los motivados”, diz Alairys.

“Não há molho mágico”, declara Dreussi. “Se você deseja que seu projeto seja bem-sucedido, deve se envolver [com] reforço positivo”, aconselha ele. Os líderes não podem simplesmente lançar um projeto, dar um passo atrás e aguardar atualizações semanais de status. “Eles precisam pensar em maneiras de ajudar sua equipe e criar valor agregado além do escopo inicial de trabalho, quando possível”.

As pessoas geralmente acreditam que apenas um grande orador pode inspirar equipes, diz VanHoeck. “Embora essa habilidade certamente ajude, inspirar a equipe é melhor realizado quando [os membros] veem claramente onde seus esforços contribuem para o sucesso da equipe e da organização”, observa ele. Comece definindo o trabalho em contexto e comunicando qual será o objetivo final. “Depois disso, verifique se cada indivíduo reconhece como seu esforço se encaixa no objetivo da equipe e da organização”.

Nenhum projeto existe no vácuo, observa Miles Ward, CTO da empresa de serviços de consultoria de negócios e tecnologia SADA. “Líderes lideram liderando, não apontando o dedo e saindo pelas costas”.

 

  1. Gerenciar o conflito

Raramente as equipes de projeto atingem seus objetivos sem sofrer ataques periódicos de discórdia interna. Isso nem sempre é uma coisa ruim, no entanto. De fato, argumentos construtivos geralmente podem ser usados como uma ferramenta para resolver com êxito problemas difíceis. O truque consiste em não permitir que a dissidência entre em argumentos pessoais ou se estenda para áreas que não são relevantes para o assunto em questão.

Tente chegar à raiz da disputa, aconselha Willman. “Determinar se o problema está surgindo do próprio projeto ou de desacordos pessoais pode ajudá-lo a encontrar um caminho a seguir”, explica ele. “Como líder da equipe, determine quais conselhos ou clareza sobre as metas do projeto você pode oferecer para resolver as dificuldades da equipe de projeto de TI”. Se os problemas interpessoais são os culpados, Willman sugere recorrer ao RH para obter assistência.

Desacordos mais tranquilos também exigem ouvir os membros da equipe e respeitar todas as opiniões, diz Athanassiadis. “Todos os membros da equipe têm perspectivas diferentes para contribuir; portanto, ouça, trabalhe para entender e traga os membros de volta à visão e aos objetivos compartilhados do projeto”.

 

  1. Recompense a equipe

Celebrar o sucesso é uma maneira de baixo custo e alto impacto para recompensar uma equipe por um trabalho bem-feito. As recompensas tangíveis e intangíveis podem ajudar os membros a voltarem para suas funções habituais de trabalho e incentivar a participação em projetos futuros. Athanassiadis recompensa suas equipes, dando aos participantes a oportunidade de descomprimir. “Um pouco de tempo de inatividade é sempre apreciado”, observa ela.

As recompensas monetárias são sempre apreciadas, mas devem ser tratadas através do RH em tempo hábil, aconselha VanHoeck. “Esperar seis meses após o término do projeto pela recompensa não fornece o reforço positivo que resulta na continuação do comportamento desejado”, explica ele.

Athanassiadis também gosta de dar a suas equipes algum reconhecimento interno e público. “Normalmente, envio materiais para promover o que a equipe fez”, diz ela. A Mitel também possui um programa formal de reconhecimento, o Bravo Rewards, que destaca as conquistas importantes da equipe. “É uma boa maneira de destacar o trabalho da equipe como um todo, mas também como todos contribuíram individualmente”, observa ela.

 

E não se esqueça

Qualquer projeto é uma jornada, observa Athanassiadis. “Pode haver tempestades no começo, mas não há nada melhor do que sair de um projeto com esse sentimento de realização”.

Fonte: https://cio.com.br/7-dicas-para-aproveitar-ao-maximo-sua-equipe-de-projeto-mesmo-a-distancia/

 

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Qual é a importância da Metodologia Ágil na gestão de empresas?

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Neste texto, nós vamos falar um pouco mais sobre como as metodologias ágeis se tornaram grandes aliadas para o sucesso das empresas. Entenda!

 

O que são metodologias ágeis?

Podemos dizer que uma metodologia ágil é a junção de ações que ajudam no desenvolvimento e execução de um projeto. Uma das principais características desse tipo de estratégia é a sua divisão em estágios e como cada um deles deve entregar uma solução que, no final, possa trazer ao resultado completo.

São técnicas que permitem fazer o que é preciso de forma rápida e sem a necessidade de um alto custo. Como falamos, a origem da maioria dessas metodologias vem do desenvolvimento de softwares, em que parte da construção dos programas exige uma flexibilidade de processos.

Muitas vezes, era preciso realizar mudanças mesmo com o projeto finalizado. Sendo assim, ao aplicar essas metodologias, o objetivo era sempre trazer mais flexibilidade para a inserção de novas ideias ou aprimorar o que já foi feito.

 

Como o uso de uma metodologia ágil pode ser fundamental para resolver problemas complexos de um negócio?

O dia a dia de uma empresa apresenta uma série de situações que necessitam de uma resposta rápida e que seja adaptável. Nesse contexto, usar a metodologia ágil pode ser crucial para a tomada de decisão e para estar preparado para mudanças inesperadas no mercado.

É uma chance de evitar os métodos burocráticos para conseguir o que se quer e poder resolver problemas específicos com mais agilidade. Entre as maneiras que uma metodologia ágil pode ajudar um negócio estão:

  • auxiliar na criação de equipes específicas para a resolução de problemas;
  • flexibilizar a indicação de tarefas para os funcionários, prezando a capacidade de cada um, e não apenas a função;
  • favorecer os prazos e organizar cada etapa de um projeto;
  • monitorar as atividades.

 

Scrum — a metodologia para os negócios

Um dos grandes exemplos de metodologia ágil que foi totalmente adaptada para a utilização de empresas é a Scrum. Inclusive, isso é bem debatido no livro Scrum — A Arte de Fazer o Dobro do Trabalho na Metade do Tempo, de Jeff Sutherland.

Basicamente, essa é uma estratégia em que o objetivo é avaliar cada etapa de um projeto. Promove isso ao realizar pausas regulares ou sprints para ver se a execução está trazendo resultados, se há algum gargalo e o que pode ser mudado para agilizar os processos.

É uma metodologia que tem como finalidade descobrir o que é mais importante para que a concretização do planejamento seja priorizada.

 

Como funcionam as metodologias ágeis, na prática?

Neste tópico, queremos mostrar alguns bons exemplos de como as metodologias ágeis têm ajudado diferentes empresas a atingir os seus resultados de forma responsável e prática. Um bom exemplo é a Buurtzorg, uma companhia holandesa que trabalha no setor de enfermagem.

Há um tempo, a gestão resolveu utilizar metodologias ágeis para melhorar os seus resultados. Seus enfermeiros conseguem administrar suas atividades sozinhos, além de serem capazes de apresentar estratégias para a solução de problemas.

Outro exemplo é a Rádio Pública Nacional Americana que, quando vai desenvolver uma nova programação, utiliza os conceitos das metodologias. Já empresas como a Saab, usam para a criação de caças, assim como a grande companhia CH Robinson. Responsável por oferecer soluções de logística para outros negócios, procura aplicar em seu setor de recursos humanos.

Quando vai desenvolver outras máquinas, a John Deere também vai atrás das metodologias ágeis para trazer para a realidade os seus esboços. Enquanto na Mission Bell Winery, as estratégias são usadas em todos os processos, desde a produção ao armazenamento do vinho, inclusive para as atividades administrativas.

Logo, dá para perceber como diferentes empresas já enxergam essas metodologias como grandes aliadas para as soluções de suas questões. Sejam elas usadas para o desenvolvimento de apenas um projeto, sejam para definir todos os processos de seus produtos e serviços.

 

Quais são os resultados que as metodologias ágeis trazem?

Existem diferentes resultados que o uso desses métodos podem trazer para um negócio. De uma maneira geral, a agilidade e o foco são bastante beneficiados quando se usa uma metodologia para desenvolver um projeto. Além disso, é possível impedir que certos erros, na hora do desenvolvimento, passem despercebidos, cortando, por assim dizer, o mal pela raiz.

Entre outros resultados bastante interessantes, podemos destacar:

  • responder às mudanças organizacionais – as metodologias têm a vantagem de estimular a flexibilidade em relação à equipe. Como não são táticas rígidas, elas proporcionam que transformações sejam implementadas durante todo o processo;
  • aumentar a produtividade e o desempenho – os trabalhos em equipe são bem favorecidos nesse caso, pois, as estratégias tendem a estimular o foco e que cada etapa tenha um começo, meio e fim. Dessa forma, não se perde tempo com distrações;
  • atende às necessidades dos clientes – como destacamos, com a versatilidade, é possível que a equipe esteja sempre preparada para o que aparecer, inclusive, para as exigências ou mudanças de ideia dos consumidores.

De fato, o uso de metodologia ágil é uma ótima forma de uma empresa conseguir realizar os seus projetos com segurança e rapidez. Ela oferece a certeza de que todos os processos serão feitos da maneira certa e com condições de trazer os resultados almejados. No entanto, não é incomum que desafios apareçam nesse meio tempo.

É possível que haja algumas resistências para a implementação dessas metodologias. Isso ocorre, principalmente, para aquelas empresas que estão acostumadas a utilizar táticas mais tradicionais.

Entre os desafios, lidar com as estruturas organizacionais rígidas e processos que também são engessados. Porém, ao buscar o auxílio dos métodos, há mais chances de melhorar a flexibilidade e deixar as ações mais fluídas.

Gostou do nosso texto sobre metodologia ágil? Tem alguma dúvida ou sugestão? Então, não esqueça de comentar! Queremos a sua participação!

Fonte:  https://blog.fnq.org.br/metodologia-agil/

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Conheça os benefícios da inteligência artificial na Gestão de Projetos

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A Gestão de Projetos implica conhecimentos e técnicas para a realização de atividades com o fim de atingir as metas empresariais já estabelecidas, sejam elas relacionadas ao lucro da organização ou às políticas aplicadas no cotidiano da empresa. Nesse sentido, a tecnologia auxilia bastante em tal tarefa e, com o advento da inteligência artificial, as empresas aumentam as suas chances de efetivar uma gestão ainda melhor.

Redução de erros

A inteligência artificial (IA), proveniente do termo em inglês artificial intelligence, significa o desenvolvimento de mecanismos que tomam decisões inteligentes simulando o raciocínio humano.

Diferentemente do que se vê em filmes de ficção científica, que caracterizam a IA como robôs, ela pode ser encontrada em softwares e sistemas de controle inteligentes, auxiliando na melhor atuação humana.

Por isso, a previsão de erros e sua consequente redução é o primeiro benefício da utilização da inteligência artificial. O que gera menos prejuízo: a detecção de uma alteração na velocidade das máquinas feita de maneira quase instantânea por um software ou sua descoberta algumas horas depois a partir da contabilização do produto final?

Pois bem, a inteligência artificial pode ser utilizada para localizar qualquer diferença nos sistemas de produção, de informação e de tecnologia, prevendo erros e reduzindo-os.

 

Aumento da produtividade

Como consequência direta da previsão e redução de erros, tem-se o aumento da produtividade. Isso porque uma gestão empresarial de sucesso funciona com um sistema de produção que é ampliado a partir da menor ocorrência de erros, sejam eles mínimos ou não.

Por isso, a utilização da inteligência artificial auxilia na manutenção de um padrão de produção a partir dos objetivos estabelecidos pela gestão. Ou seja, as máquinas inteligentes tornam-se capazes de ler os dados oferecidos pelos colaboradores e analisa-os, constatando e indicando acontecimentos que surgem fora da curva esperada.

A utilização da inteligência artificial a partir do acesso remoto também implica o aumento da produtividade, considerando que a presença do gestor durante todo o tempo na empresa passa a não ser necessária, auxiliando na melhor organização do tempo gasto na empresa.

 

Suporte na tomada de decisões

A ideia principal da inteligência artificial é definir a atuação dos computadores e softwares de modo que passem a pensar como humanos, tornando-os aptos para a tomada de decisões.

No entanto, tais escolhas são pautadas a partir de princípios estipulados pelos programadores. Ou seja, é oferecido ao sistema uma diretriz a partir das próprias metas da empresa, proporcionando um funcionamento das máquinas inteligentes com o menor porcentual de erros.

Partindo desse princípio e considerando que é fornecido ao sistema o que se espera da gestão de projetos e de produção, aliado ao próprio meio de funcionamento da IA, as máquinas passam a ler os dados e a entendê-los.

Por isso, passa a ser possível que a própria inteligência artificial consiga analisar as melhores decisões a serem tomadas, auxiliando os gestores das empresas nessa tão importante tarefa.

 

Otimização dos processos

otimização dos processos existentes em uma empresa também é um benefício de extrema relevância a partir da utilização da inteligência artificial, considerando a possibilidade de integração de setores diversos em um só sistema.

Desse modo, todas as informações relacionadas à gestão empresarial, desde a compra de matéria-prima até o modo de logística, com a consequente produção e venda do produto final, são internalizadas e armazenadas em um sistema que permite a interação de todos esses dados.

De tal interação, é possível constatar potenciais gargalos e erros de produção, bem como a satisfação – ou não – do cliente, auxiliando na melhoria da empresa e, principalmente, de sua gestão de projetos.

 

Qualificação da mão de obra

Muitos trabalhadores possuem uma desconfiança em relação às máquinas inteligentes e o sistema de inteligência artificial, por terem a ideia de que os novos softwares possam ocupar o lugar de todas as pessoas em uma empresa, gerando desemprego e diminuindo postos de trabalho.

No entanto, a realidade é que a IA funciona a partir do que é fornecido a ela pelos programadores, ou seja, o seu desempenho é estabelecido pelas metas definidas na empresa e programado pelas pessoas que atuam na organização.

Assim, a inteligência artificial na gestão de projetos possui relação direta com a qualificação de mão de obra, considerando que pessoas aptas a desenvolvê-los, gerenciá-los e operá-los serão necessárias.

E o que isso significa? Significa que a empresa deve buscar profissionais mais capacitados para a atuação conjunta com as máquinas inteligentes e, de tal qualificação, a empresa pode obter mais frutos positivos a partir da melhoria das habilidades de seus profissionais. Funciona como um aperfeiçoamento em cadeia.

 

Maior geração de lucro

A geração de renda e de lucro é objetivo unânime entre as organizações existentes pelo Brasil afora, independentemente do ramo empresarial ou das políticas presentes na gestão do negócio. Por isso, qualquer alteração na empresa deve ser analisada no que tange ao fator financeiro.

No que se refere à aplicação da inteligência artificial no ramo empresarial, o sexto e último benefício citado no nosso artigo tem um grande poder de convencimento para a aplicação de softwares e máquinas na gestão de projetos e, ressalta-se, ele é consequência de todos os outros cinco itens já expostos.

Assim, como produto do efeito em cascata, a partir da previsão e redução de erros, a produtividade do negócio é aumentada. A IA passa a auxiliar no processo de tomada de decisões e na integração dos sistemas presentes na empresa, otimizando os processos e influenciando na capacitação da mão de obra. Por fim, gera mais lucro ao final do mês e garante uma inovação de sucesso.

Os benefícios da inteligência artificial na gestão de projetos são amplos e possuem relação com toda a cadeia de produção empresarial, pautados por diretrizes e metas já estabelecidas, auxiliando na melhoria do desempenho do seu negócio. Aplique-os em sua empresa e não se arrependa!

Fonte: https://blog.fnq.org.br/inteligencia-artificial-na-gestao-de-projetos/

Artigo

6 Principais Tendências em Gestão de Projetos

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  1. 1. Metodologias ágeis e Kanban

A metodologia ágil – ou Agile – é um conjunto de princípios que ajuda os desenvolvedores a se adaptarem às mudanças rapidamente e adotar uma abordagem mais flexível em vez de uma estrutura tradicional rígida em cascata.

O Manifesto Ágil destaca a necessidade de priorizar os indivíduos sobre o processo e isso pode se tornar um princípio muito útil para gestores de projetos que trabalham com recursos humanos. Isso porque rédeas livres sobre seus projetos permitirá uma tomada de decisões mais rápidas e melhores.

Já o Kanban, conhecido por muitos, é uma metodologia mais visual e baseada em fluxo de trabalho. Originalmente desenvolvida pela Toyota para atribuir cargas de trabalho por meio de um sistema de cartões, essa metodologia prioriza pequenas entregas diárias, concentradas no que um trabalhador pode alcançar em um dia.

O Kanban garante que pequenas metas sejam alcançadas todos os dias, o que significa que o progresso é facilmente mensurável. Por isso, é uma metodologia útil para os gestores de projetos explorarem.

2. Automação

Tecnologias de ponta, como a inteligência artificial, entraram no gerenciamento de projetos especificamente por meio de softwares. Os gestores de projetos têm sido historicamente dependentes deles, como o Microsoft Excel para entrada e análise de dados e o Microsoft Project para gerenciamento de projetos.

No entanto, ferramentas melhores já estão disponíveis. As tarefas repetitivas podem ser automatizadas para aumentar a eficiência e permitir que os funcionários dediquem mais tempo a um trabalho de maior valor agregado.

A otimização de recursos se tornará muito mais fácil com a oportunidade de permitir que o software crie modelos de recursos, enquanto os gestores de projetos assumem uma posição de estratégia de nível superior.

A automação se tornará uma tendência de gerenciamento de projetos indispensável, pois permite que os profissionais envolvidos aumentem sua produtividade e reduzam sua carga de trabalho. No futuro próximo, será o ativo mais forte de um gestor de projetos.

3. Responsabilidade social

A responsabilidade social está se tornando uma parte fundamental do gerenciamento de projetos e levará a uma melhor responsabilidade nas equipes. Confiabilidade e prestação de contas abraçarão a responsabilidade de incentivar um impacto positivo no meio ambiente, em funcionários, partes interessadas e outros membros.

As pessoas estão cada vez mais dispostas a fazer negócios com empresas que se comportam de maneira socialmente responsável. Os gerentes de projeto podem mudar o comportamento socialmente responsável de suas empresas no nível local com uma melhoria nas regulamentações do local de trabalho, das proteções ambientais e dos direitos dos funcionários.

4. Apresentação orientada por dados

No ambiente empresarial moderno, o planejamento de projetos e acompanhamento do progresso simplesmente não é mais suficiente. Os gerentes estão procurando ferramentas com análise e apresentação avançada de dados que possam ser utilizadas em relatórios para o gerenciamento superior e gerenciamento do projeto.

Nos últimos anos, várias soluções foram construídas sobre os softwares existentes para fornecer dados melhores. Elas estão disponíveis em ferramentas de gerenciamento de tarefas, como o Trello, ferramentas de gerenciamento de software, como o JIRA, e sobre gráficos de Gantt em várias outras soluções.

Embora essas ferramentas forneçam uma melhor apresentação de dados, a camada de apresentação não está conectada aos dados reais e pode estar sujeita à manipulação.

Por isso, procure ver mais camadas de apresentação ricas em dados em soluções de gerenciamento de projetos avançando. Isso porque essa tendência é uma resposta a uma necessidade real proveniente do nível do usuário.

5. Colaboração e nuvem

Mais e mais empresas estão optando por contratar funcionários remotos ou permitindo que os colaboradores trabalhem em casa por uma parte da semana de trabalho.

A tendência para uma força de trabalho mais distribuída e remota significa que um número crescente de empresas tem necessidades de software diferentes do que teriam se estivessem gerenciando funcionários no local.

Em particular, as equipes distribuídas precisam de uma maneira de se comunicar como se estivessem todas no mesmo escritório. Para complicar ainda mais o processo, com equipes totalmente remotas, as empresas podem ter funcionários em todo o mundo – o que significa que grande parte da conversa no local de trabalho acontece de forma assíncrona, enquanto um membro da equipe está dormindo ou ausente do escritório.

Para atender a essas necessidades, as soluções de software baseadas na nuvem atendem às necessidades de uma empresa distribuída. Esse programa precisa ser agnóstico do sistema operacional e trabalhar em vários dispositivos.

Como as informações são transmitidas pela internet, elas também devem incluir protocolos de segurança para proteger dados confidenciais e proprietários. Acima de tudo, ele precisa ser executado rapidamente, sem atrasos e permitir que várias pessoas visualizem e interajam com documentos simultaneamente.

6. Design Thinking

Design Thinking já é popular e ajuda a desenvolver soluções para as abordagens integradas que já são utilizadas. Elas podem ser emprestadas de práticas de engenharia em combinação com as ideias de esferas como negócios, arte, ciências sociais.

Essa metodologia é bastante importante para os gerentes de projeto e outros profissionais envolvidos, pois é uma ferramenta para várias tarefas importantes, como:

  • para desenvolver a essência do projeto;
  • para definir os requisitos;
  • para procurar soluções para problemas atípicos que possam surgir durante o trabalho.

Muitas empresas no mercado moderno ajudam seus gerentes de projeto a dominar as abordagens de gerenciamento ou web design atualmente. E essa tendência tem tudo para crescer ainda mais no próximo ano.

Como você pode perceber, todos os anos surgem novas tendências para diversos mercados. As de gerenciamento de projetos estão mudando, mas o objetivo básico da área permanece o mesmo. O tempo e o orçamento serão sempre o principal aspecto.

Invista na ferramenta certa para o sucesso do projeto, que fornece dados em tempo real e flexibilidade para a gestão e se adapta às tendências do setor para obter uma boa ideia do seu projeto.

Fonte: https://fnq.org.br